Arquivos anuais: 2026

Entenda o que o impacto de um foguete na Lua ensina sobre futuras bases lunares

Impacto de um estágio do Falcon 9 na Lua revelou riscos futuros para bases e equipamentos, pois detritos podem atingir infraestrutura e astronautas. O caso também exigiu desviar a sonda Danuri e mostrou a necessidade de monitorar trajetórias, planejar descarte e aperfeiçoar modelos de colisões.

Veja o que a patente da Meta revela sobre óculos que reconhecem rostos

A patente da Meta descreve óculos inteligentes capazes de reconhecer pessoas, associar identidades a localização e serviços online e usar esses dados na criação de mídia. O documento não confirma lançamento, mas reacende preocupações sobre vigilância sem consentimento, privacidade e riscos para vítimas de perseguição.

Por que a infância desaparece da memória — e o que a ciência já descobriu

A amnésia infantil explica por que quase ninguém se lembra dos primeiros anos de vida. O fenômeno envolve o amadurecimento do hipocampo, a poda neural, a linguagem, o ambiente familiar e diferenças culturais — e as evidências sugerem que algumas memórias continuam armazenadas, mas ficam difíceis de recuperar.

Philip Morrison e a bomba de Nagasaki: como a ciência foi arrastada pela guerra

Philip Morrison participou do Projeto Manhattan, ajudou a montar e transportar a Fat Man e testemunhou seus efeitos em Hiroshima e Nagasaki. Depois, defendeu demonstração prévia e controle nuclear, destacando como guerra, sigilo, ordens automáticas e distância entre cálculos e sofrimento dificultaram interromper os bombardeios.

A flor carnívora que resolveu uma dúvida de Darwin após 150 anos

Pesquisadores confirmaram que a flor alpina chinesa Saxifraga candelabrum é carnívora: seu odor atrai insetos, pelos glandulares os capturam, enzimas os digerem e o nitrogênio é incorporado aos tecidos. A descoberta, sugerida por Darwin, revela evolução convergente e amplia a diversidade conhecida dessas plantas.

Como pesquisadores conversaram com pessoas durante ‘sonhos lúcidos’

Pesquisadores demonstraram comunicação limitada com pessoas em sonhos lúcidos durante o sono REM, usando polissonografia, perguntas simples e sinais combinados dos olhos ou músculos. O método confirmou respostas corretas acima do acaso, mas foi raro, irregular e incapaz de revelar livremente o conteúdo dos sonhos.