Capítulo 3.
Já se faz um mês que estão estudando na UQUE. Pedro está lendo o Ateneu, de Raul Pompéia. Patrícia está fritando uns pastéis, Alice lavando os pratos, Renato se encontra no sofá deitado lendo um jornal, Felipe está jogando xadrez com Guilherme no chão, Edson bebendo água.
-Essa é a única república que ainda não tem um nome. -Fala Edson.
-Eu estava pensando em UESF. -Fala Pedro.
-O que significa isso? -Pergunta Patrícia da cozinha.
-União dos Estudantes Sem Formatura. -ele rir.
-Sem nenhuma criatividade. -Interrompe Renato.
-Rabo de saia, isso república rabo de saia. -Felipe.
-Ah não! O que vão pensar da república? E tem duas moças dividindo essa república - Fala Alice.
-Acho que deveria se chamar República das bananeiras. -Guilherme.
-Não vai se chamar República Bob Esponja. -Alice.
-Chega! Vai se chamar república 7 de setembro. -Interrompe Edson.
-Ai, legal, gostei. -Fala Renato.
-Vamos comemorar, os pastéis estão prontos. O recheio fui eu que fiz, a massa comprei pronta.
-Eu faço a placa. -Se candidata Felipe.
-Viva a República 7 de setembro! -Grita Renato.
-Viva! -Todos.
Depois de comerem os pastéis, a placa foi colocada com letras garrafadas vermelha.
-Pronto a placa foi colocada. -Todos saíram para olhar.
-Urh...Urh! -Renato grita. -todos entram.
-Guilherme você é o único fora Felipe que não trabalha. -Fala Patrícia.
-Porque não preciso.
-Como assim?
-Já foi paga todas as mensalidades.
-Você é mais rico do que eu! -Se impressiona Felipe.
-E você? -ele retorna.
-Eu e Renato trabalhamos numa danceteria, eu sirvo os drinks e ele como dj.
-Eu cuido de uma idosa que dá para tirar uma grana legal. -Fala Alice.
-E você Pedro? -Pergunta Edson.
-Arranjei emprego numa lanchonete, começo amanhã, pela noite.
Anoitece Pedro vê Alice chorando nos degraus da escada que dá república.
-Alice.
-Pedro.
-Por que você está chorando?
-Não é nada. -cai um exame.
Ele se abaixa para pegar.
-Pode ler.
-Aqui diz que você tem a Síndrome da Imudeficiência Adquirida... AIDS.
-Eu sou soropositivo.
-Desculpe por perguntar. Mas como você contraiu a doença?
-Pelo meu namorado, que contraiu AIDS, e o sacana não me disse nada. -ela abraça Pedro- Não quero que ninguém saiba.
Capítulo 4.
Descobriram na biblioteca da UQUE cápsulas de cocaína, 95g cada uma, mas um caso da UQUE estampado nos jornais. Os alunos da faculdade estão sendo revistados todos os dias, já que o diretor desconfia que algum aluno vende as cápsulas dentro da faculdade.
Pedro guarda uma mágoa, ele viu a mãe morrer na sua frente. " Eu devia ter morrido naquele acidente". O carro ficou em destroços, a mãe morreu e seu irmão também.
A família veio de uma festa, o som alto, aparece um caminhão no cruzamento com outra pista. "Porque, porque logo comigo, por que perdi a minha mãe?".
Estavam todos saindo da faculdade quando todos verem Patrícia e Edson discutindo.
-Me larga Edson.
-Você é a minha namorada.
-Não sou mais nada sua, estou cansada dos seus ciúmes.
-Patrícia volta aqui! -Patrícia se retira com Alice.
Patrícia era bonita, cabelos castanhos longos até a cintura, alta, magra, olhos castanhos grandes com sobrancelha fina. Linda séria e quando sorria, um sorriso que poderia iluminar qualquer lugar.
Alice era descendente de japonês, cabelo curto, cobrindo a nuca, mais velha do que Patrícia.
Na república chega Guilherme que nem imagina o que aconteceu.
-Por que Edson saiu com as malas?
-Ele terminou com Patrícia.
"Hoje é o meu dia de sorte".
Já se faz um mês que estão estudando na UQUE. Pedro está lendo o Ateneu, de Raul Pompéia. Patrícia está fritando uns pastéis, Alice lavando os pratos, Renato se encontra no sofá deitado lendo um jornal, Felipe está jogando xadrez com Guilherme no chão, Edson bebendo água.
-Essa é a única república que ainda não tem um nome. -Fala Edson.
-Eu estava pensando em UESF. -Fala Pedro.
-O que significa isso? -Pergunta Patrícia da cozinha.
-União dos Estudantes Sem Formatura. -ele rir.
-Sem nenhuma criatividade. -Interrompe Renato.
-Rabo de saia, isso república rabo de saia. -Felipe.
-Ah não! O que vão pensar da república? E tem duas moças dividindo essa república - Fala Alice.
-Acho que deveria se chamar República das bananeiras. -Guilherme.
-Não vai se chamar República Bob Esponja. -Alice.
-Chega! Vai se chamar república 7 de setembro. -Interrompe Edson.
-Ai, legal, gostei. -Fala Renato.
-Vamos comemorar, os pastéis estão prontos. O recheio fui eu que fiz, a massa comprei pronta.
-Eu faço a placa. -Se candidata Felipe.
-Viva a República 7 de setembro! -Grita Renato.
-Viva! -Todos.
Depois de comerem os pastéis, a placa foi colocada com letras garrafadas vermelha.
-Pronto a placa foi colocada. -Todos saíram para olhar.
-Urh...Urh! -Renato grita. -todos entram.
-Guilherme você é o único fora Felipe que não trabalha. -Fala Patrícia.
-Porque não preciso.
-Como assim?
-Já foi paga todas as mensalidades.
-Você é mais rico do que eu! -Se impressiona Felipe.
-E você? -ele retorna.
-Eu e Renato trabalhamos numa danceteria, eu sirvo os drinks e ele como dj.
-Eu cuido de uma idosa que dá para tirar uma grana legal. -Fala Alice.
-E você Pedro? -Pergunta Edson.
-Arranjei emprego numa lanchonete, começo amanhã, pela noite.
Anoitece Pedro vê Alice chorando nos degraus da escada que dá república.
-Alice.
-Pedro.
-Por que você está chorando?
-Não é nada. -cai um exame.
Ele se abaixa para pegar.
-Pode ler.
-Aqui diz que você tem a Síndrome da Imudeficiência Adquirida... AIDS.
-Eu sou soropositivo.
-Desculpe por perguntar. Mas como você contraiu a doença?
-Pelo meu namorado, que contraiu AIDS, e o sacana não me disse nada. -ela abraça Pedro- Não quero que ninguém saiba.
Capítulo 4.
Descobriram na biblioteca da UQUE cápsulas de cocaína, 95g cada uma, mas um caso da UQUE estampado nos jornais. Os alunos da faculdade estão sendo revistados todos os dias, já que o diretor desconfia que algum aluno vende as cápsulas dentro da faculdade.
Pedro guarda uma mágoa, ele viu a mãe morrer na sua frente. " Eu devia ter morrido naquele acidente". O carro ficou em destroços, a mãe morreu e seu irmão também.
A família veio de uma festa, o som alto, aparece um caminhão no cruzamento com outra pista. "Porque, porque logo comigo, por que perdi a minha mãe?".
Estavam todos saindo da faculdade quando todos verem Patrícia e Edson discutindo.
-Me larga Edson.
-Você é a minha namorada.
-Não sou mais nada sua, estou cansada dos seus ciúmes.
-Patrícia volta aqui! -Patrícia se retira com Alice.
Patrícia era bonita, cabelos castanhos longos até a cintura, alta, magra, olhos castanhos grandes com sobrancelha fina. Linda séria e quando sorria, um sorriso que poderia iluminar qualquer lugar.
Alice era descendente de japonês, cabelo curto, cobrindo a nuca, mais velha do que Patrícia.
Na república chega Guilherme que nem imagina o que aconteceu.
-Por que Edson saiu com as malas?
-Ele terminou com Patrícia.
"Hoje é o meu dia de sorte".