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Versão Completa: Sobre A Educação
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Roberto Carlos Costa
rolleyes.gif Não sou um especialista no assunto, mas, como arte-educador, a respeito da ideia de escola em tempo integral, penso no seguinte: é uma ótima saída. Por quê? No Brasil, até a década de 70, os filhos assistiam o retorno do pai para almoçar em casa e a maioria das mães estava presente. Hoje, os dois precisam trabalhar/estudar, às vezes até de noite, mudando o tipo de formação dessas crianças. Antes, salvo nas grandes metrópoles, como Rio de Janeiro e São Paulo, não havia os problemas de insegurança, como violência, drogas, sequestros, entre outros. Atualmente, são as maiores manchetes diárias que atingem todas as classes sociais. A Educação tinha um caráter mais humanista, hoje, prima pelo tecnicismo puro e simples, quase um cinismo tecnológico. Professores eram exemplos de sabedoria e de vida, atualmente, quando conseguem, coordenam as tarefas possíveis de serem aplicadas em sala de aula. Havia disciplina em casa e na escola, tão indispensável à formação do caráter do indivíduo do futuro. Agora, filhos governam as famílias e aterrorizam o ambiente escolar com uma violência que não lhes é peculiar, ainda tão jovens que são. Então, temos um grande problema a resolver? Acho que temos. Certamente, não havendo em casa apoio e afeto necessários ao seu desenvolvimento, na rua é que não poderão encontrar recompensa suficiente, principalmente, em algumas comunidades em situação de risco social. Fácil nunca será. No entanto, não é por isso que devemos cruzar os braços. Não é um problema de alçada exclusiva das esferas governamentais. Exige de todos, a começar pela família, uma atitude inconformada, revolucionária, que implique mudança de rumos. As escolas públicas estão aos pedaços, o salário de professores são indecentes, a maioria deles carece de necessária atualização técnico-pedagógica, em fim, Educação ainda não é uma prioridade nacional. Nos últimos trinta anos, passaram por nós governos de todas as vocações e convicções, Paulo Freire já é conhecido de todos, temos internet, merenda escolar, transporte obrigatório  e nada acontece que possa trazer alento ao sistema educacional brasileiro. Os jovens fogem da escola, ou, sofrem ao ficar nelas - um absurdo. Vejo, então que, uma política educacional voltada para o conceito da escola em tempo integral, claro, corrigindo-se desvios e deficiências, pode fazer mudar o ambiente escolar de hoje e a sociedade do futuro. A utopia é a de uma escola que ofereça um mínimo ao aluno: segurança, conteúdo e prazer. Ninguém conseguirá, na vida de nossas crianças, conforme a idade, susbtituir a boa presença de pai e mãe, um lar feliz, nem o fogo aventureiro das ruas, mas, pode essa escola guardar seus principais anseios, ajudando-os e muito na escolha dos caminhos futuros. E, se a vida, por si só, já é um aprendizado, a escola tem tudo haver com isso - que ocupe mais o tempo dessas crianças. Não é assunto novo, mas vale aquecer bons e velhos corações nas discussões a respeito.
Pinatubo
Quando falamos das mudanças do estilo de vida das classes sociais ocorridas em relação ao passado recente, a tendência dos mais jovens é simplesmente nos rotular de saudosistas. Que assim seja, não lhes tiro a razão pois sou assumidamente um deles.

Penso que o que vemos hoje em dia é o somatório da quase total desestruturação do modelo familiar tradicional, da permissividade, da inversão dos valores éticos, morais e sociais, da falta de respeito ao próximo, da insatisfação generalizada dos indivíduos motivada em grande parte pelo frenesi de consumo, aliada a a falência quase total dos serviços básicos prestados pelo Estado, que foram transferidos paulatinamente para a responsabilidade e as expensas do cidadão comum, embora mantida e sempre crescente a carga tributária que teóricamente serviria para custear as necessidades básicas dos indivíduos, tais como educação, saúde e segurança. No entanto o que se vê é o direcionamento cada vez maior dos recursos públicos em programas demagógicos com fins eleitoreiros com vista à captação de votos para próximas eleições, desvinculados dos reais interesses da coletividade e da nação.

A educação oferecida pelas escolas públicas foi a primeira a ser afetada, motivada não só pelo progressivo despreparo profissional dos docentes, como pelo achatamento salarial da classe, o que motivou o desinteresse dos profissionais que já lecionavam, bem como deixando de ser uma atividade que atraísse novos candidatos ao magistério e que foram e continuam buscando alternativas de trabalho em outras áreas melhor remuneradas. Hoje em dia, excetuando os poucos abnegados que ainda acreditam na importância de sua missão, restaram em sua maioria aqueles que usam a profissão como trampolim até que surja algum trabalho mais rentável ou então aqueles que já atingiram o seu limite intelectual e de capacitação e tem de se contentar onde chegaram. Vivemos a era daqueles que fingem que ensinam para outros tantos que fingem que estudam.

Por outro lado a falta de investimentos na educação de nível elementar, transferidos para a de nível superior, numa verdadeira inversão da pirâmide educacional, continua gerando cada vez mais distorções ao facilitar o acesso de indivíduos despreparados a cursos universitários, em sua maioria pertencentes a instituições particulares, o que traz grandes lucros aos proprietários e grandes prejuízos e frustrações aos alunos, muitos dos quais abandonam o sonho de completar um curso universitário, sem contar aqueles que a duras penas os completam e logo se deparam com a dura e triste realidade de ter de aceitar subempregos por não poder competir com outros mais preparados.

Ultimamente mais uma variável foi colocada na já confusa e complexa equação da caótica estrutura educacional do país, essa de cunho político e demagógico, onde políticos hábeis e inescrupulosos, manipulam com objetivos pessoais menos lícitos e populistas a excitação e as paixões populares, baseadas no aliciamento das classes sociais de menor poder aquisitivo, ao estabelecerem o sistema de cotas para o ingresso nas universidades públicas, previlegiando e iludindo, ao facilitar os menos capacitados a ingressar em cursos superiores em detrimento de outros que que poderiam fazer melhor uso e futuro aproveitamento. Seria melhor que cuidassem de forma verdadeiramente democrática, investindo e melhorando cada vez mais o ensino básico, ampliando e valorizando os cursos técnicos, permitindo desta forma a igualdade de condições de acesso as universidades, ao invés de simplesmente ferir a nossa Constituição.
Anepigrafia
Ótima colocação para quem não é especialista no assunto! Concordo plenamente e também sou uma saudosista assumida.
Roberto Carlos Costa
QUOTE(Pinatubo @ Sep 11 2009, 01:45 PM) *
Quando falamos das mudanças do estilo de vida das classes sociais ocorridas em relação ao passado recente, a tendência dos mais jovens é simplesmente nos rotular de saudosistas. Que assim seja, não lhes tiro a razão pois sou assumidamente um deles.

Penso que o que vemos hoje em dia é o somatório da quase total desestruturação do modelo familiar tradicional, da permissividade, da inversão dos valores éticos, morais e sociais, da falta de respeito ao próximo, da insatisfação generalizada dos indivíduos motivada em grande parte pelo frenesi de consumo, aliada a a falência quase total dos serviços básicos prestados pelo Estado, que foram transferidos paulatinamente para a responsabilidade e as expensas do cidadão comum, embora mantida e sempre crescente a carga tributária que teóricamente serviria para custear as necessidades básicas dos indivíduos, tais como educação, saúde e segurança. No entanto o que se vê é o direcionamento cada vez maior dos recursos públicos em programas demagógicos com fins eleitoreiros com vista à captação de votos para próximas eleições, desvinculados dos reais interesses da coletividade e da nação.

A educação oferecida pelas escolas públicas foi a primeira a ser afetada, motivada não só pelo progressivo despreparo profissional dos docentes, como pelo achatamento salarial da classe, o que motivou o desinteresse dos profissionais que já lecionavam, bem como deixando de ser uma atividade que atraísse novos candidatos ao magistério e que foram e continuam buscando alternativas de trabalho em outras áreas melhor remuneradas. Hoje em dia, excetuando os poucos abnegados que ainda acreditam na importância de sua missão, restaram em sua maioria aqueles que usam a profissão como trampolim até que surja algum trabalho mais rentável ou então aqueles que já atingiram o seu limite intelectual e de capacitação e tem de se contentar onde chegaram. Vivemos a era daqueles que fingem que ensinam para outros tantos que fingem que estudam.

Por outro lado a falta de investimentos na educação de nível elementar, transferidos para a de nível superior, numa verdadeira inversão da pirâmide educacional, continua gerando cada vez mais distorções ao facilitar o acesso de indivíduos despreparados a cursos universitários, em sua maioria pertencentes a instituições particulares, o que traz grandes lucros aos proprietários e grandes prejuízos e frustrações aos alunos, muitos dos quais abandonam o sonho de completar um curso universitário, sem contar aqueles que a duras penas os completam e logo se deparam com a dura e triste realidade de ter de aceitar subempregos por não poder competir com outros mais preparados.

Ultimamente mais uma variável foi colocada na já confusa e complexa equação da caótica estrutura educacional do país, essa de cunho político e demagógico, onde políticos hábeis e inescrupulosos, manipulam com objetivos pessoais menos lícitos e populistas a excitação e as paixões populares, baseadas no aliciamento das classes sociais de menor poder aquisitivo, ao estabelecerem o sistema de cotas para o ingresso nas universidades públicas, previlegiando e iludindo, ao facilitar os menos capacitados a ingressar em cursos superiores em detrimento de outros que que poderiam fazer melhor uso e futuro aproveitamento. Seria melhor que cuidassem de forma verdadeiramente democrática, investindo e melhorando cada vez mais o ensino básico, ampliando e valorizando os cursos técnicos, permitindo desta forma a igualdade de condições de acesso as universidades, ao invés de simplesmente ferir a nossa Constituição.

Roberto Carlos Costa
QUOTE(Pinatubo @ Sep 11 2009, 01:45 PM) *
Quando falamos das mudanças do estilo de vida das classes sociais ocorridas em relação ao passado recente, a tendência dos mais jovens é simplesmente nos rotular de saudosistas. Que assim seja, não lhes tiro a razão pois sou assumidamente um deles.

Penso que o que vemos hoje em dia é o somatório da quase total desestruturação do modelo familiar tradicional, da permissividade, da inversão dos valores éticos, morais e sociais, da falta de respeito ao próximo, da insatisfação generalizada dos indivíduos motivada em grande parte pelo frenesi de consumo, aliada a a falência quase total dos serviços básicos prestados pelo Estado, que foram transferidos paulatinamente para a responsabilidade e as expensas do cidadão comum, embora mantida e sempre crescente a carga tributária que teóricamente serviria para custear as necessidades básicas dos indivíduos, tais como educação, saúde e segurança. No entanto o que se vê é o direcionamento cada vez maior dos recursos públicos em programas demagógicos com fins eleitoreiros com vista à captação de votos para próximas eleições, desvinculados dos reais interesses da coletividade e da nação.

A educação oferecida pelas escolas públicas foi a primeira a ser afetada, motivada não só pelo progressivo despreparo profissional dos docentes, como pelo achatamento salarial da classe, o que motivou o desinteresse dos profissionais que já lecionavam, bem como deixando de ser uma atividade que atraísse novos candidatos ao magistério e que foram e continuam buscando alternativas de trabalho em outras áreas melhor remuneradas. Hoje em dia, excetuando os poucos abnegados que ainda acreditam na importância de sua missão, restaram em sua maioria aqueles que usam a profissão como trampolim até que surja algum trabalho mais rentável ou então aqueles que já atingiram o seu limite intelectual e de capacitação e tem de se contentar onde chegaram. Vivemos a era daqueles que fingem que ensinam para outros tantos que fingem que estudam.

Por outro lado a falta de investimentos na educação de nível elementar, transferidos para a de nível superior, numa verdadeira inversão da pirâmide educacional, continua gerando cada vez mais distorções ao facilitar o acesso de indivíduos despreparados a cursos universitários, em sua maioria pertencentes a instituições particulares, o que traz grandes lucros aos proprietários e grandes prejuízos e frustrações aos alunos, muitos dos quais abandonam o sonho de completar um curso universitário, sem contar aqueles que a duras penas os completam e logo se deparam com a dura e triste realidade de ter de aceitar subempregos por não poder competir com outros mais preparados.

Ultimamente mais uma variável foi colocada na já confusa e complexa equação da caótica estrutura educacional do país, essa de cunho político e demagógico, onde políticos hábeis e inescrupulosos, manipulam com objetivos pessoais menos lícitos e populistas a excitação e as paixões populares, baseadas no aliciamento das classes sociais de menor poder aquisitivo, ao estabelecerem o sistema de cotas para o ingresso nas universidades públicas, previlegiando e iludindo, ao facilitar os menos capacitados a ingressar em cursos superiores em detrimento de outros que que poderiam fazer melhor uso e futuro aproveitamento. Seria melhor que cuidassem de forma verdadeiramente democrática, investindo e melhorando cada vez mais o ensino básico, ampliando e valorizando os cursos técnicos, permitindo desta forma a igualdade de condições de acesso as universidades, ao invés de simplesmente ferir a nossa Constituição.

PuraReflexao
Estou inaugurando minha participação no fórum, e peço desculpas se apertar algum botão errado (risos).
Acho essa discussão importantíssima e tenho certeza que não corremos nenhum risco de sermos rotulados de saudosistas, pois o passado realmente foi melhor do que é o presente em muitos aspectos, exceto pelo acesso às escolas por parte da população. E é lógico que esse maior acesso não pressupõe melhor qualidade de ensino. Concordo com as argumentações sobre a falta de investimentos e adequações nos orçamentos que ao menos fossem proporcionais ao crescimento da demanda. Concordo também que o ócio infantil é extremamente prejudicial, tanto para os alunos quanto para a sociedade.

Não sou educador, mas tenho amigos e parentes que se dedicam há mais de 30 anos a esse nobre e sacrificado ofício. Tenho presenciado depoimentos terríveis sobre um ponto que não foi abordado aqui, tanto para professores quanto para o auxílio à formação do aluno das escolas, principalmente as municipais: A interferência política na direção da escola.

Verdadeiras barbaridades são ignoradas em detrimento do interesse político, interesse este que vê o aluno (seus pais) como títulos de eleitores ambulantes. A interferência na direção das escolas chega a ser absurda, chegando ao cúmulo de se isolar professores mais antigos, acostumados com uma certa autoridade e autonomia sobre comportamentos indiscutivelmente absurdos e que nada têm a ver com a falta de adequação dos níveis de tolerância para os dias atuais. Empurrar professores, xingar, fazer comentários públicos com sarcasmo, dar apelidos aos professores em plena sala de aula... Tudo isto tem sido absurdamente tolerado pela direção, pressionada pelas prefeituras municipais. Alguns professores são submetidos a processos com ritos sumários iniciados em reuniões com a coordenação municipal de educação, mais adequados à época da Santa Inquisição.

É o que eu tinha a dizer.. espero não ter fugido do tema.

Abraços,

José Cláudio
Roberto Carlos Costa
QUOTE(Anepigrafia @ Sep 11 2009, 02:19 PM) *
Ótima colocação para quem não é especialista no assunto! Concordo plenamente e também sou uma saudosista assumida.



Até entendo o termo. Mas, como acontece muito pouca coisa que faça a diferença, não tem nem como a gente ser saudoso daquilo que ainda não foi...rsss. No mais, é não desistir nunca. Obrigado e um abraço.
serial_killer
sobre isso posso falar naturalmente, ja q sou novo e nao ha muito tempo q sai da escola
eu acredito q tiver uma educaçao razoavel, assim como tive professores relapsos e indignos dessa profissao, tive professores mais do q excelentes
pra tirar essa conclusao eu levo em conta os relatos dos meus pais e avós sobre a educaçao q tiveram no colegio, minhas experiencias e a situaçao da minha irmã, q tem 12 anos e ta na 6a serie
é ridícula a diferença, eu ja sabia ler e escrever perfeitamente antes da 1ª serie, inclusive com poucos erros ortograficos
mas de vez em quando a carol me conta de erros crassos de alguns colegas e mesmo ela comete alguns, sempre alertados e corrigidos por mim ou por meus pais, e repito: ela tá na SEXTA SÉRIE
quanto aos professores, q deveriam ser exemplo, alguns parecem ter o cerebro menor do q o seu proprio aluno
e outra coisa, pelo menos na minha época, eles tinham o controle da aula, nao q nem hoje
vou citar um fato ocorrido com a minha irmã: um colega derrubou o trabalho dela e de mais outra amiguinha e começou a pisotear, segundo ela, propositalmente num "ataque de loucura"... esse trabalho deveria ser entregue em outra hora, numa materia diferente, no fim ela nao pode entregar o trabalhinho e nao ganhou nota
o q a professora fez? mandou ele pedir desculpas ¬¬
se fosse eu a fazer isso, no meu tempo, no minimo iria me mandar pra diretoria, pedir desculpas para as colegas e ainda refazer o trabalho e explicando o ocorrido pra outra professora, pedindo q considerasse
além disso, os mais rigidos poderiam até mesmo pedir q fossem convocados meus pais!
nem quero saber o q aconteceria se fosse ha uns 30 anos atrás...
enfim, o q falta pros professores é PULSO FIRME
Roberto Carlos Costa
QUOTE(serial_killer @ Sep 18 2009, 12:34 AM) *
sobre isso posso falar naturalmente, ja q sou novo e nao ha muito tempo q sai da escolaeu acredito q tiver uma educaçao razoavel, assim como tive professores relapsos e indignos dessa profissao, tive professores mais do q excelentespra tirar essa conclusao eu levo em conta os relatos dos meus pais e avós sobre a educaçao q tiveram no colegio, minhas experiencias e a situaçao da minha irmã, q tem 12 anos e ta na 6a serieé ridícula a diferença, eu ja sabia ler e escrever perfeitamente antes da 1ª serie, inclusive com poucos erros ortograficosmas de vez em quando a carol me conta de erros crassos de alguns colegas e mesmo ela comete alguns, sempre alertados e corrigidos por mim ou por meus pais, e repito: ela tá na SEXTA SÉRIEquanto aos professores, q deveriam ser exemplo, alguns parecem ter o cerebro menor do q o seu proprio alunoe outra coisa, pelo menos na minha época, eles tinham o controle da aula, nao q nem hojevou citar um fato ocorrido com a minha irmã: um colega derrubou o trabalho dela e de mais outra amiguinha e começou a pisotear, segundo ela, propositalmente num "ataque de loucura"... esse trabalho deveria ser entregue em outra hora, numa materia diferente, no fim ela nao pode entregar o trabalhinho e nao ganhou notao q a professora fez? mandou ele pedir desculpas ¬¬se fosse eu a fazer isso, no meu tempo, no minimo iria me mandar pra diretoria, pedir desculpas para as colegas e ainda refazer o trabalho e explicando o ocorrido pra outra professora, pedindo q considerassealém disso, os mais rigidos poderiam até mesmo pedir q fossem convocados meus pais!nem quero saber o q aconteceria se fosse ha uns 30 anos atrás...enfim, o q falta pros professores é PULSO FIRME
Pois é, amigo Killer. E nem sei se você, como sua irmã, passaram por escolas públicas, sejam estaduais ou municipais. Ali é que o problema é mais agudo. Quem faz, como eu, uma licenciatura, precisa pagar créditos em Prática de Ensino. A gente passa quase um semestre acompanhando, como ouvintes, aulas de várias disciplinas, em várias séries, em escolas públicas diversas. Confesso que vi o caos. Jamais imaginei que fosse assim. Salvo raríssimas excessões, a aula fluiu normalmente, mas, sempre, por um período de tempo muito aquém do planejado. Vi professoras chorando copiosamente diante da falta de respeito para com ela e com os objetivos daquele encontro. O baruho era algo infernal. Concordo com a necessidade de reciclagem pedagógica em todos os niveis, principalmente para os professores mais antigos. Mas, saiba de um fato que também nos ajuda a entender a vida como ela é: entre esses professores, vi muitos insubstituíveis. Verdadeiros idealistas comprometidos com algo mais além do que o conteúdo de suas aulas. verdadeiros educadores que, apesar de receberem salários de fome, dedicam uma vida inteira ao ideal pela educação. Uma pena que não são valorizados como merecem. Finalmente, esse PULSO FIRME, temos que ter todos nós, corajosamente, inclusive pessoas como você. Obrigado e um abraço...
serial_killer
concordo plenamente com o q tu disse
e reciclagem é a palavra mais adequada pra resolver esse problema mesmo
sobre os professores, sim, tambem tive muitos insubstituiveis e q nao eram novos, inclusive
aos novatos, o q falta é entender como é ser criança/adolescente, tem q saber qual é o mundo dos alunos... cito minha professora de português da 5ª até a 8ª, ela foi uma das professoras mais extraordinarias q tive, alem de ministrar a aula com a matéria incluia atividades, exercicios, debates sobre assuntos polemicos e q pertencem ao dia-a-dia dos jovens, essa professora conhecia cada aluno, sabia dos problemas e tentava ajudar
muitos nao fazem 10% do q ela faz
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