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Versão Completa: Campeonato Brasileiro 2009
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Resultado da 1ª Rodada

9/5 18h30 (Ilha do Retiro) Sport 1 x 1 Barueri
9/5 18h30 (Palestra Itália) Palmeiras 2 x 1 Coritiba
9/5 18h30 (Ressacada) Avaí 2 x 2 Atlético-MG
10/5 16h (Pacaembu) Corinthians 0 x 1 Internacional
10/5 16h (Maracanã) Fluminense 1 x 0 São Paulo
10/5 16h (Mineirão) Cruzeiro 2 x 0 Flamengo
10/5 16h (Arena da Baixada) Atlético-PR 0 x 2 Vitória
10/5 18h30 (Olímpico) Grêmio 1 x 1 Santos
10/5 18h30 (Bruno J. Daniel) Santo André 1 x 1 Botafogo
10/5 18h30 (Serra Dourada) Goiás 3 x 3 Náutico
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Flu lança uniformes que homenageiam conquistas históricas

Camisas fazem referências ao título brasileiro de 1984, ao tetracampeonato carioca de 1906 a 1909 e também aos 60 anos da Taça Olímpica






No ano em que a conquista do Campeonato Brasileiro pelo Fluminense completa 25 anos, o clube lançou os novos uniformes para 2009. Num shopping na Zona Oeste, com a presença de Carlos Alberto Parreira, técnico campeão daquele ano e atual comandante do time, a fornecedora de material esportivo do clube lembrou o título.

O uniforme tricolor número 1 tem como referência o ano de 1984. A gola da camisa é no formato “V”. A camisa número 2, de cor branca, homenageia o centenário da conquista do tetracampeonato carioca de 1906-07-08-09. Ambas as camisas têm o símbolo a Taça Olímpica, honraria concedida ao clube em 1949 pelo COI.

A previsão para a estreia do novo uniforme é a partida contra o Barueri, domingo que vem, na Arena Barueri. Mas, no clube, há um movimento para que se antecipe a estreia para esta quarta-feira, contra o Corinthians, no primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil. A informação da utilização do uniforme não foi confirmada pela diretoria do Fluminense.

O presidente do Fluminense, Roberto Horcades, brincou com os novos modelos dos uniformes, o tricolor e o branco com duas listras – vermelha e grená – em diagonal na camisa. O dirigente fez uma alusão do clube à Adidas, fornecedora de material esportivo do clube desde 1996.

- É a junção das três cores que traduzem tradição com as três listras que traduzem inovação – afirmou o presidente tricolor.

A data para os uniformes chegarem às lojas está prevista para o próximo dia 14. As camisas 1 e 2 serão vendidas por R$ 149,90 (sem número) e R$ 159,90 (com número). A novidade também está na camisa de goleiro: a número 1 é tradicional, na cor laranja, mas a número 2 foi confeccionada em azul e agradou mais ao titular Fernando Henrique, que - apesar de desfilar com a laranja - deve optar pela azul - usada pelo reserva Ricardo Berna na apresentação dos uniformes do Fluminense - para jogos oficiais. Além do gosto, Fernando Henrique considera a azul mais discreta aos olhos dos adversários:

- A camisa laranja é bonita, mas o atacante vai me ver a um quilômetro de distância. Vou usar a camisa azul por ser mais discreta.

Thiago Neves aprovou os novos uniformes, mas brincou ao afirmar que as camisas ficarão mais bonitas quando ele mesmo vesti-las.

- Em mim são bem mais bonitos – afirmou o camisa 10 do Fluminense, que deve se despedir das Laranjeiras no meio do ano.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...HISTORICAS.html
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Rogério inicia 2ª etapa da recuperação

Goleiro faz trabalhos intensivos no Reffis



O capitão Rogério Ceni cumpriu bem a primeira etapa da reabilitação do tornozelo esquerdo e a partir desta segunda-feira, dia 11, entra numa nova fase de trabalhos, agora com mais intensidade no Reffis do clube, no Centro de Treinamento.

Rogério sofreu fratura no dia 13 de abril e passou por cirurgia no mesmo dia. O camisa 1 ficou em repouso absoluto nos primeiros dias e logo deu início a reabilitação, ainda em casa, onde sempre acompanhado de um fisioterapeuta do clube, fez diariamente eletroterapia, exercícios para membros superiores e trabalhos de cinesioterapia para o tornozelo operado. Nesta etapa, o goleiro não pôde apoiar o pé lesionado no solo.

Agora no Reffis, Rogério iniciou a segunda etapa do protocolo de fisioterapia, que compreende um trabalho mais intenso de exercícios para promover a volta dos movimentos do tornozelo, além de um fortalecimento muscular global.


Rogério fez aproxidamadamente seis horas de fisioterapia no Reffis



Mesmo imobilizado, camisa 1 intensificou trabalhos

Fonte: http://www.saopaulofc.net/v4/noticias2NOVO...44165007CCIPJOY
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Jonílson garante empenho com a camisa do Galo



Garantindo determinação com a camisa alvinegra, o volante Jonílson, que defendeu o Botafogo-SP no último Campeonato Paulista, foi apresentado pelo Atlético na tarde desta segunda-feira (11), na Cidade do Galo. O jogador assinou contrato até maio de 2010, com opção de renovação.

”Espero fazer o que sempre fiz nos outros clubes por onde passei. Sou um jogador de bastante força física e que procuro me dedicar durante os 90 minutos, vestir mesmo a camisa e ter uma entrega total dentro de campo. No que depender de mim, não vai faltar determinação, raça e empenho”, garante o meio-campista, que atuou sob o comando de Celso Roth em 2005, no Botafogo.

Reconhecendo a força da Massa Atleticana, o jogador espera contar com o apoio dos torcedores para realizar um bom trabalho no clube.

”Que a torcida possa me acolher com carinho e vou procurar retribuir dentro de campo. Conheço a grandeza do Atlético e sei como o torcedor é apaixonado, incentiva e empurra o time. Espero que, juntos, a gente possa ter muitas alegrias”, diz.

Natural de Pinheiral, no Rio de Janeiro, Jonílson conclui afirmando que o Galo tem potencial para fazer um grande Campeonato Brasileiro neste ano.

“É uma competição muito difícil, mas o Atlético tem totais condições de chegar lá na frente brigando pelo título. Para isso, é preciso muita união e fazer as coisas acontecerem dentro de campo, com dedicação e seriedade”.

Confira a ficha do atleta:

Nome: Jonílson Clovis Nascimento Breves
Posição: volante
Data de nascimento: 28/11/1978
Local: Pinheiral / RJ
Altura: 1,75
Peso: 74 kg

Clubes

1998 a 2005 - Volta Redonda (RJ)
2005 - Botafogo (RJ)
2006 - Cruzeiro (MG)
2007 - Vegalta Sendai (Japão)
2008 - Vasco da Gama (RJ)
2009 - Botafogo (SP)

Títulos

Campeonato Carioca 2ª divisão 2004 - Volta Redonda
Taça Rio 2000 e 2002 - Volta Redonda
Taça Guanabara 2005 - Botafogo

Fonte: http://www.atletico.com.br/interna_noticia...ia&id=12654
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Júnior Carioca é apresentado nos Aflitos



O vice-presidente de futebol do Náutico Ricardo Valois, apresentou para a imprensa, nesta tarde de segunda-feira, o volante Júnior Carioca, de 24 anos. O jogador estava no Atlético Mineiro e já vestiu a camisa do Flamengo, onde começou aos 13 anos, e também do Grêmio.

"Estou feliz pela oportunidade de jogar aqui no Náutico", estas, foram as primeiras palavras do volante alvirrubro, na coletiva desta tarde.

O jogador também afirmou já conhecer o técnico timbu: "O Waldemar Lemos me conhece bem, trabalhamos juntos no Flamengo e espero poder ajudar ao máximo o Náutico. Vim para cá pensando grande. Vou brigar para chegar na parte de cima da tabela. O Náutico é grande. Já passei por alguns clubes, e pelo que estou vendo aqui hoje, em questão de estrutura, trabalho e carinho das pessoas, ele não deve nada as outras equipes."

O volante alvirrubro encerrou a entrevista afirmando que está confiante no Náutico neste Campeonato Brasileiro: "É uma competição difícil, nivelada, mas temos que encarar cada partida de frente e acredito que esta temporada vai ser boa tanto para mim, como para o Náutico."

Júnior Carioca tem contrato com o Timbu até o final de dezembro e amanhã já se junta ao elenco alvirrubro.

Fonte: http://www.nautico-pe.com.br/imprensa-noti....php?idNot=1206
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Lima e Jorge Preá não são mais atletas do Atlético Paranaense

Depois do empréstimo do atacante Júlio César para o Atlético Mineiro, a diretoria rubro-negra anunciou a liberação de mais dois jogadores. O atacante Lima, que teve o contrato encerrado na última quinta-feira, não entrou em acordo com o Clube. Portanto, não faz mais parte do elenco do Atlético Paranaense.

Além de Lima, outro atacante que se desligou do Furacão foi Jorge Preá. O jogador pertence ao Palmeiras e estava emprestado ao Atlético Paranaense. As duas equipes entraram em comum acordo e Preá voltará para o time paulista. Nesta terça-feira, o volante Rafael Miranda se apresenta no CT do Caju.

Fonte: http://www.atleticoparanaense.com/noticias...sta_valor=15246
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Eli Sabiá quer conquistar seu espaço no Peixe



Na tarde desta terça-feira (12), o Santos Futebol Clube apresentou o zagueiro Eli Sabiá (ex-Paulista de Jundiaí), de 20 anos, como reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro de 2009. O jogador foi contratado mediante empréstimo, junto ao Paulista FC (Jundiaí), até o dia 31/12/2009.

Na entrevista coletiva, concedida durante a apresentação, o atleta falou sobre a expectativa para defender as core do Alvinegro Praiano. “É um grande desafio. Respeito meus novos companheiros, porque no Santos FC tem grandes jogadores na minha posição, mas vou lutar pelo meu espaço”.

O zagueiro ainda falou sobre seu estilo de jogo. “Sou um jogador de marcação forte, que sai jogando pelas laterais, sem fazer muitas faltas. Assim, espero ajudar a conquistar os títulos que o Santos FC merece ”.

Carreira
Eli Sabiá foi revelado pelas categorias de base do Paulista FC. A promoção para a equipe profissional veio em 2006, quando o técnico Vagner Mancini comandava a equipe jundiaense. O atleta chegou a atuar em uma partida no Campeonato Paulista daquele ano, na última rodada da competição (empate em 2 a 2 com o Corinthians).

Em 2007, o zagueiro disputou o Campeonato Brasileiro da Série B, na condição de titular do Paulista FC, sob o comando do técnico Marcelo Veiga. No final desse mesmo ano, ele se transferiu para o futebol suíço, onde defendeu o Lausanne Sport, clube parceiro do Paulista FC no projeto Campus Pelé. O jogador retornou ao Brasil no final de 2008, para novamente defender o Paulista FC no campeonato estadual de 2009.

FICHA-TÉCNICA / ELI SABIÁ
Nome: Eli Sabiá
Data e Local de Nascimento: 31/08/1988, em Mogi Guaçu (SP)
Altura: 1,89 m - Peso: 86 kg
Clubes: Paulista de Jundiaí-SP (2006-2007/2008-2009) e Lausanne-Suíça (2007-2008)

Fonte: http://santos.globo.com/noticias_ultimas_texto.php?cod=18091
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Santo André se reapresenta com dois novos nomes no treinamento

Depois de estrear no Campeonato Brasileiro com um empate contra o Botafogo, o Santo André iniciou nesta terça-feira a preparação da equipe para o confronto da segunda rodada, neste sábado, frente ao Coritiba, no Couto Pereira. As novidades ficaram por conta da presença dos dois novos reforços do Ramalhão para o restante da temporada, o lateral direito Juninho Caiçara e o volante Dionísio, ex-Santos.

Na parte da tarde, Sérgio Guedes trabalhou um treinamento técnico em um campo reduzido, utilizando os novos jogadores em busca do melhor entrosamento, em um menor tempo possível. "São jogadores que chegam para fortalecer ainda mais o nosso elenco. Conheço o Dionísio desde a época em que ele jogava na base do Santos e ouvi ótimos comentários sobre o Caiçara", analisou o treinador do Ramalhão.

Principal destaque do Santo André na primeira rodada, o atacante Nunes, autor do gol que abriu o placar no empate de 1 a 1 no estádio Bruno José Daniel, demonstrou muita felicidade na reapresentação do elenco pelo tento inaugural do Ramalhão no Brasileirão.

"Estou muito feliz por ter marcado o nosso primeiro gol no Campeonato Brasileiro. Espero que eu possa marcar mais gols na competição e que o Santo André consiga fazer um bom papel", confessou o atacante.

O Santo André retorna às atividades nesta quarta-feira, às 10 horas da manhã, no Campo de Treinamento da Garagem. Sérgio Guedes também comandará um segundo período de treinamentos, desta vez, às 15 horas, no estádio Bruno José Daniel.

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/12/578069.html
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Tony reforça o Alvinegro no Brasileirão

Jogador, que despertou a atenção de dirigentes e comissão técnica durante o Campeonato Carioca, atuando pelo Boavista, chega para reforçar ataque



O Botafogo apresentou na noite desta quarta-feira o atacante Tony, contratado ao Boavista. O jogador é o primeiro reforço contratado pelo clube para a disputa do Campeonato Brasileiro e começará a treinar nesta quinta-feira - o lateral-esquerdo Michael, ex-Santos e Palmeiras, atualmente no Dínamo de Kiev, acertou com o Alvinegro, mas depende da CBF para ser inscrito.

Tony, que assinou contrato até o fim do ano, diz estar realizando o sonho de poder defender um clube da Primeira Divisão. Segundo ele, após passar por clubes de menor investimento, terá mais visibilidade na carreira a partir de agora.

- Tudo isso que está acontecendo é um sonho. Espero dar sequência ao trabalho que realizei no Boavista – vibrou o atacante.

O jogador disse estar à disposição do técnico Ney Franco. No entanto, deixou claro que isso não significa nenhuma pressão em cima do treinador.

- Quero treinar com os meus novos companheiros e ajudar o Botafogo, mas isso depende do Ney.

O treinador disse ter ficado muito impressionado com o desempenho de Tony no Estadual. Ney Franco e o vice de futebol, André Silva, já estavam de olho nele há muito tempo.

- Tony teve ótima participação no Carioca, por isso foi contratado – afirmou o técnico.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...65-9861,00.html
Oceanus
Júlio César chega ao Atlético-MG com motivação em alta

Atacante assinou contrato até dezembro deste ano

O atacante Júlio César, que assinou contrato com o Atlético-MG até dezembro deste ano, foi oficialmente apresentado na tarde desta quarta-feira na Cidade do Galo. O jogador estava no Atlético-PR e foi envolvido em uma negociação com o volante Rafael Miranda, que passará a vestir as cores do Furacão. Demonstrando bastante satisfação e motivação pela chance de defender o clube mineiro, Júlio César disse que o o interesse do Galo foi inesperado e muito gratificante.

- No final do jogo contra o Vitória, o presidente me disse que quando meu nome foi colocado o Roth falou que interessava já que eu tinha feito nos jogos contra o Grêmio no ano passado. E eu não pensei duas vezes. O Atlético é grandioso e, quando soube do convite, falei logo que estava à disposição e que as malas estavam prontas – revelou, em entrevista ao site oficial do Galo.

Campeão Paranaense de 2009 pelo Atlético-PR, Júlio César garantiu determinação para defender as cores do Galo.

- Não vai faltar trabalho e comprometimento para conseguir os objetivos do Atlético. É com essa vontade e esse objetivo que estou chegando. Estou muito motivado porque é muito importante para a carreira de um jogador vestir essa camisa – declarou.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...85-9859,00.html
Oceanus
Kieza é o novo reforço do Flu

Jogador diz que está realizando o sonho de sua mãe



O atacante Kieza foi apresentado hoje como novo reforço do Fluminense para o Campeonato Brasileiro. O jogador foi contratado por empréstimo junto a um fundo de investimento, com possibilidade de compra de 50% dos direitos federativos e joga no tricolor até a final do estadual de 2010.

Como atuou pelo Americano, Kieza não poderá defender o Fluminense na Copa do Brasil. O atacante revelou que uma torcedora especial pesou na decisão de jogar pelo clube.

"Tinha vontade de continuar no estado do Rio. Além disso, minha mãe é tricolor. Quando era mais novo ela disse que eu fosse me profissionalizar queria que jogasse no Fluminense. O sonho dela foi realizado e estou muito feliz".

Welker Marçal de Almeida tem este apelido desde criança, onde em Vitória, sua cidade-natal, os amigos começaram com a brincadeira.

"Meu apelido surgiu quando era criança. No bairro onde eu morava em Vitória, meus amigos não conseguiam pronunciar meu nome. Além disso, como eu andava muito com meu primo Kiel, eles sempre diziam lá vem o Kiel e o Kieza. Acabou pegando", revelou.

O jogador se mostrou muito feliz com a possibilidade de jogar com Fred e ser treinado por Carlos Alberto Parreira.

"Muitos ficariam felizes em trabalhar com o Parreira e comigo não vai ser diferente. Vai ser bom também jogar com o Fred e até poder ser seu companheiro" disse o capixaba.

O treinador comentou sobre a contratação do atacante.

"O Kieza vem para fazer parte do elenco, não vem como solução. Temos o Alan, Maicon, Fred, mas atacante se contunde com muita facilidade. Ele foi um dos destaques do campeonato carioca", afirmou o técnico.


Fonte: http://www.fluminense.com.br/FluFcNoticias.asp?idn=7826
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Náutico anuncia contratação

A diretoria do Náutico anunciou a contratação do uruguaio Acosta, de 32 anos.
O jogador atuou pelo Náutico em 2007, sendo inclusive o vice-artilheiro do Brasileirão, com 19 tentos marcados.

O atleta chega terça-feira na capital pernambucana e tem contrato com o Timbu até o final do ano.

Ficha do atleta:

Beto Acosta

Nome: Alberto Acosta Martinez
Posição: Meia-atacante
Idade: 32 anos (13/01/1977)
Peso: 75 kg
Altura: 1,90m

Fonte: http://www.nautico-pe.com.br/imprensa-noti....php?idNot=1225
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Tony é inscrito na CBF e pode estrear neste domingo

Jovem, de 22 anos, está a menos de uma semana no clube, mas já teve a sua documentação regularizada

Mal chegou ao Botafogo, o atacante Tony já pode estrear neste domingo, às 18h30m, contra o Corinthians, no Engenhão, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O centroavante, ex-Boavista, foi apresentado na quarta-feira passada. Chegou a treinar no time titular na última quinta-feira e foi selecionado nesta sexta por Ney Franco para o duelo do fim de semana.

- O Tony vai para o jogo. Mas a tendência é o Jean Coral começar jogando – confirmou o treinador alvinegro.

Nessa sexta-feira, Antônio de Moura Carvalho, o Tony, foi inscrito na CBF. O jogador, de 22 anos, despertou a atenção do técnico Ney Franco na disputa do Campeonato Carioca e foi contratado dentro da política de contenção de despesas do clube.

- Acompanhei algumas partidas do Tony no Estadual e indiquei a contratação do jogador. Ele se encaixa naquele perfil de atleta de baixo custo e com bom potencial para deslanchar – explicou o treinador.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...88-9861,00.html
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Santo André surpreende Coxa e é líder provisório

De volta à Série A depois de 25 anos, o Santo André inicia a segunda rodada provisoriamente como líder da competição. Jogando sua primeira partida em casa no torneio, o Coritiba decepcionou sua torcida e, cheio de reservas no primeiro tempo, caiu diante do Ramalhão por 4 a 2. O resultado deixa o time do ABC paulista, que atuou com um a menos em toda a segunda etapa, com quatro pontos, enquanto o Alviverde fica com a lanterna, sem nenhum ponto.

O time da casa não perdeu tempo e abriu o placar logo aos quatro minutos, com Renatinho. Porém, aos dez minutos, Pablo Escobar deixou tudo igual e aos 17 minutos, virou com um chute de fora da área, que contou com um desvio. Ainda no primeiro tempo, aos 38 minutos, Edson Bastos saiu errado e Marcelinho Carioca apareceu para aproveitar e tocar para o gol.

Depois do intervalo, com um jogador a mais em campo após a expulsão de Junior Caiçara, o Alviverde partiu para a pressão. O técnico René Simões colocou três titulares para tentar reverter a situação mas, além de não conseguir, ainda viu o Ramalhão ampliar. Aos 38 minutos, Bruno César aproveitou contra-ataque para marcar mais um. Dois minutos depois, Marcelinho Paraíba pegou rebote para descontar.

Na próxima rodada, o Coritiba vai a Florianópolis, onde enfrenta o Avaí, no outro final de semana, na Ressacada. Antes tem o confronto de volta diante da Ponte Preta, pela Copa do Brasil. Já o Santo André recebe o Flamengo, domingo, no Estádio Bruno José Daniel.

O jogo - O time da casa começou no ataque e teve a primeira boa chance com Renatinho, aos três minutos, com um chute forte de fora da área que passou à direita da meta com perigo. Mas no lance seguinte Rodrigo Heffner cruzou e Renatinho apareceu para tocar para o fundo das redes. A comemoração não durou muito tempo, já que aos dez minutos Pablo Escobar aproveitou levantamento e desviou de cabeça para o gol.

O Coxa não conseguiu manter o empate graças a uma falha de marcação da defesa. Aos 14 minutos, Hugo apareceu com liberdade de frente para a meta, tentou encobrir Neneca, mas bateu fraco na bola, perdendo uma grande chance. E a resposta veio sem perdão. Aos 17 minutos, Pablo Escobar bateu de longe, a bola desviou no caminho, e morreu no fundo das redes. Aos 25 minutos, Carlinhos Paraíba cobrou falta e Neneca segurou firme, sem rebote para Hugo.

A torcida coxa-branca ficou desconfiada com o time após o segundo gol tomado e iniciou uma pressão. Tentando explorar as laterais, o Coxa insistia com Vicente, que aos 30 minutos tentou um chute cruzado, sem sucesso. Aos 35 minutos, Marcos Aurélio cobrou falta nas mãos do goleiro paulista. Porém, aos 38 minutos, Edson Bastos saiu errado após recuo e Marcelinho Carioca aproveitou para ampliar. Dois minutos depois, Junior Caiçara recebeu o segundo amarelo e foi expulso.

No segundo tempo, com um jogador a mais em campo, o Coritiba partiu em busca da recuperação. Aos dois minutos, depois de confusão na entrada da área, Vicente chutou, a bola rebateu na defesa e saiu. Aos cinco minutos foi a vez de Rodrigo Heffner aparecer de frente para a meta e desperdiçar a chance com um chute ruim. O técnico René Simões queimou todas as alterações, colocando os titulares em campo.

O Coxa continuava no ataque, mas mostrava muita ansiedade na hora de finalizar. Aos 17 minutos, Dirceu apareceu livre, de frente para o gol, e conseguiu tocar para fora. A resposta veio com Marcelinho Carioca, aos 19 minutos. O meia fez grande jogada e tocou para Fernando, que viu Edson Bastos sair em seus pés para salvar. Aos 26 minutos, Marcelinho Paraíba cobrou falta com perfeição, mas a bola foi no travessão.

O tempo passava e a possibilidade de reação diminuía para o Alviverde. Aos 34 minutos, Renatinho entrou na área, bateu rasteiro para o meio e Fernando apareceu para afastar pela linha de fundo. A situação se complicou de vez aos 38 minutos, com Bruno César tocando na saída de Edson Bastos, após contra-ataque, para marcar o quarto. Dois minutos depois, Marcelinho Paraíba pegou rebote para descontar. Aos 43 minutos, Nunes passou pelo goleiro coxa-branca, mas se atrapalhou na jogada e bateu para fora.

FICHA TÉCNICA
CORITIBA 2 X 4 SANTO ANDRÉ

Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 16 de abril de 2009, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Antonio Hora Filho (SE)
Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios e Ivaney Alves de Lima (ambos do SE)

Cartões amarelos: Dirceu (Coritiba); Junior Caiçara, Bruno César (Santo André)
Cartão vermelho: Junior Caiçara (Santo André)

Gols:
CORITIBA: Renatinho, aos 04 minutos do primeiro tempo e Marcelinho Paraíba, aos 40 minutos do segundo tempo
SANTO ANDRÉ: Pablo Escobar, aos 10 minutos e aos 17 minutos, e Marcelinho Carioca, aos 38 minutos do primeiro tempo; Bruno César, aos 38 minutos do segundo tempo

CORITIBA: Edson Bastos; Rodrigo Heffner, Pereira, Felipe e Vicente (Leandro Donizete); Dirceu, Carlinhos Paraíba, Pedro Ken (Marcelinho Paraíba) e Renatinho; Marcos Aurélio e Hugo (Ariel Nahuelpan).
Técnico: René Simões

SANTO ANDRÉ: Neneca; Junior Caiçara, Marcel, Cesinha e Gustavo Nery; Fernando, Conceição, Antônio Flávio (Dionísio) e Marcelinho Carioca; Pablo Escobar (Bruno César) e Nunes.
Técnico: Sérgio Guedes.

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/16/578884.html
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Galo bate o Grêmio com gol polêmico no último minuto

Celso Roth venceu o duelo contra seu ex-time no Mineirão. O Atlético-MG lutou muito e venceu o Grêmio por 2 a 1, com um gol de pênalti nos acréscimos. Agora, o Galo chega a quatro pontos em dois jogos no Brasileirão, enquanto o time gaúcho tem apenas um.

Bom conhecedor do adversário, Celso Roth conseguiu montar um excelente esquema de marcação e agredir o Grêmio nas jogadas em velocidade. Com Júnior deslocado para o meio-campo, Carlos Alberto na lateral direita e Thiago Feltri na esquerda, o Galo era perigoso pelas pontas e não dava espaços ao adversário.

Em velocidade, o Atlético levou perigo logo aos seis minutos de jogo. Thiago Feltri recebeu bom lançamento e entrou livre na área, mas bateu muito torto na saída do goleiro Victor.

Marcando pressão, a equipe alvinegra também era perigosa. Aos 27 minutos, Thiago Feltri roubou a bola de Léo e chutou forte. Desta vez, a bola foi na direção do gol, mas Victor fez boa defesa.

O Galo era melhor. Pouco ameaçado na defesa, o time da casa ia chegando cada vez mais perto do gol. Aos 39 minutos, Júnior fez jogada pela esquerda de tocou para o meio da área. O chute de Éder Luís ia para fora, mas Diego Tardelli conseguiu desviar e foi o travessão quem evitou o gol. O primeiro tempo terminou em 0 a 0.

O Grêmio voltou mais solto para a segunda etapa. Nem tanto pela mudança tática, pois a entrada de Joilson no lugar de Ruy é uma troca de seis por meia dúzia, mas o time estava mais ofensivo.

Com menos de dez minutos, o Tricolor Gaúcho criou duas boas chances de gol. Primeiro, Maxi López girou sobre Welton Felipe e bateu da entrada da área, mas Juninho pôs para escanteio. Depois, o ataque conseguiu uma jogada coletiva envolvente, que terminou num chute de Jonas da marca do pênalti, que passou perto do travessão.

O Galo também estava bem no jogo. Diego Tardelli arrancou pela esquerda e cruzou para a pequena área. Victor não conseguiu pegar firme e a bola sobrou limpa para Júnior, que jogou por cima a melhor oportunidade de gol da partida até aquele momento.

O jogo estava franco. Os dois times se expunham, o que possibilitava os contra-ataques. Numa jogada em que o Galo tentava sair, o Grêmio recuperou a bola e avançou em velocidade. Tcheco, mesmo marcado, encontrou espaço para bater rasteiro e acertar o pé da trave.

Foi a torcida alvinegra quem tirou primeiro o grito de gol da garganta. Aos 30 minutos, Carlos Alberto cruzou da direita. A bola passou por Diego Tardelli, que estava no primeiro pau, mas não por Thiago Feltri, no segundo. Ele matou na barriga, apesar das reclamações de que teria sido na mão, e estufou as redes.

O Grêmio não se deu por satisfeito e partiu para cima. Celso Roth havia alertado os atleticanos a semana inteira sobre a força do jogo aéreo, tricolor, mas não adiantou. Em cobrança de falta da intermediária, Herrera ficou completamente livre dentro da pequena área e, de cabeça, empatou o jogo, aos 34 minutos.

A partir daí, o que se viu no gramado do Mineirão foi muita correria, com dois times aguerridos em busca da vitória. O Grêmio teve Adilson expulso pelo segundo amarelo aos 44.

O jogo terminaria em polêmica. Nos acréscimos, após cobrança de escanteio do Galo, a bola tocou no braço de Joilson e Wilson Luiz Seneme marcou pênalti, para revolta dos gremistas. Diego Tardelli cobrou com paradinha e definiu a partida para os donos da casa.

No próximo domingo, o Galo viaja para o Recife, onde enfrenta o Sport. O Grêmio tem a semana livre, sem jogos pela Libertadores, e volta a campo também no domingo, quando enfrenta o Botafogo, no Olímpico, pelo Brasileirão.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 1 GRÊMIO

Data: 16 de maio de 2009, sábado
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (Fifa-SP)
Assistentes: Nilson de Souza Monção e Evérson Luis Soares (ambos de SP)
Cartões amarelos: Souza, Rafael Marques, Adilson (Grêmio); Márcio Araújo (Atlético)
Cartão vermelho: Adilson (Grêmio)
Gols: ATLÉTICO-MG - Thiago Feltri, aos 30; e Diego Tardelli, aos 48 minutos do segundo tempo.
GRÊMIO - Herrera, aos 34 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-MG: Juninho; Carlos Alberto, Welton Felipe, Leandro Almeida e Thiago Feltri (Júlio César); Renan, Jonílson (Marcos Rocha), Márcio Araújo e Júnior; Éder Luís (Alessandro) e Diego Tardelli.
Técnico: Celso Roth

GRÊMIO: Victor; Léo, Rever e Rafael Marques; Ruy (Joilson), Adilson, Souza, Tcheco e Fábio Santos (Jadílson); Jonas (Herrera) e Maxi López.
Técnico: Marcelo Rospide

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/16/578887.html
Oceanus
Flamengo erra muito no ataque e empata sem gols com Avaí

O Flamengo não conseguiu mais do que um empate sem gols com o Avaí na noite deste sábado, no Maracanã, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado o time carioca somou seu primeiro ponto na competição, já que estreou sendo derrotado pelo Cruzeiro por 2 a 0. Os catarinenses tem dois pontos, visto que empataram também no primeiro jogo, por 2 a 2, com o Atlético-MG.

O confronto foi um resumo do que vem acontecendo com frequência com o Flamengo nos últimos jogos. O time criou muitas oportunidades, desperdiçou os chutes e acabou cedendo espaços para os contra-ataques.

Logo aos dez minutos, a torcida rubro-negra teve a noção de que não iria ver a bola na rede com facilidade. Leonardo Moura cruzou da direita, a zaga cortou mal e Josiel mandou sobre o gol. Sete minutos depois, foi a vez de Éverton receber na área e chutar em cima do goleiro Eduardo Martini.

A equipe catarinense se limitava a se defender e, mesmo com espaços para contra-atacar, errava sempre na hora do último passe, mostrando defeitos na criação. Melhor para o Flamengo, que seguia criando, mas desperdiçando as jogadas. Aos 23 minutos, Josiel arrancou pelo meio da área, rolou e Ibson chutou sobre o gol.

Porém, o lance que mais descreveu os erros de finalização do time carioca aconteceu aos 37. Ibson recebeu na área, chutou, o goleiro deu rebote, a bola sobrou para Éverton, que cruzou e Juan, com Eduardo Martini batido, escorou para fora. O goleiro do Avaí ainda viu Leonardo Moura cobrar uma falta no travessão nos minutos finais da primeira etapa.

O Avaí voltou para o segundo tempo dando um susto no Flamengo: logo aos quatro minutos, Evando chutou de primeira, já de dentro da área, e Bruno operou um verdadeiro milagre. A resposta do Flamengo veio ao seu melhor estilo, dois minutos depois. Ou seja, com um atacante perdendo grande chance. Josiel ganhou na corrida de Turatto, mas chutou sobre o gol. Em seguida, o camisa 9 cabeceou para fora após cruzamento de Willians, aos 14 minutos.

Josiel realmente não estava em um grande dia. Aos 23 minutos, ele recebeu na área, chutou de primeira e o goleiro salvou no canto esquerdo. Pouco depois, foi substituído pelo estreante Alex Cruz, deixando o gramado sob vaias.

Aos 28 minutos, Bruno quase entregou o ouro. Ao tentar driblar Evando, ele entregou nos pés de Caio, que chutou fraco, permitindo a reação do goleiro.

As vaias da torcida e a falta de um homem fixo na área enfraqueceram ainda mais o poder de fogo do Flamengo, que errava muitos passes. Isso tornou o jogo chato. Principalmente porque o Avaí parecia contente com o resultado, abdicando até mesmo dos contra-golpes. Porém, o goleiro do Flamengo ainda teve que trabalhar aos 38, quando Bruno chutou e o seu xará do Rubro-Negro defendeu.

Por muito pouco o Flamengo não foi derrotado. Aos 43 minutos, Lima foi lançado, entrou na área e chutou para grande defesa de Bruno. Dois minutos depois, o mesmo Lima arriscou de fora da área, sobre o gol, perdendo a chance de tirar o zero do placar.

As duas equipes voltam a campo no próximo domingo (24 de maio) às 18h30 (de Brasília). O Flamengo visita o Santo André no Estádio Bruno José Daniel, no ABC Paulista. Já o Avaí recebe, na Ressacada, em Florianópolis (SC), o Coritiba.

Antes disso, o Rubro-Negro faz o compromisso de volta pelas quartas de final da Copa do Brasil, quarta-feira contra o Internacional, em Porto Alegre (RS).

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO-RJ 0 x 0 AVAÍ-SC

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 16 de maio de 2009 (Sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (AL)
Assistentes: Ednilson Corona (Fifa-SP) e Pedro Jorge de Araújo (AL)
Renda: R$ 27. 2708,00
Público: 18.351 pagantes
Cartões amarelos: Aírton (Flamengo); Marcus Winícius, Caio, Muriqui, Ferdinando, Bruno e Emerson (Avaí)

FLAMENGO: Bruno, Leonardo Moura, Aírton, Ronaldo Angelim e Juan; Toró, Willians, Kléberson e Ibson (Erick Flores); Éverton (Maxi) e Josiel (Alex Cruz)
Técnico: Cuca

AVAÍ: Eduardo Martini, Ferdinando, Turatto, Emerson e Uendel; Marcus Winícius, Léo Gago (Bruno), Caio e Muriqui (Lima); William (Medina) e Evando
Técnico: Silas

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/16/578886.html
Oceanus
No sufoco, São Paulo empata com Atlético-PR

O São Paulo sofreu para garantir o empate por 2 a 2 contra o Atlético-PR, na tarde deste domingo, no Morumbi. No sufoco, o Tricolor só confirmou a igualdade do placar nos minutos finais, com gol de André Lima, em posição duvidosa.

O zagueiro Rafael Santos marcou os dois gols do Furacão, mas o Tricolor contou com tentos de Borges e André Lima para assegurar um ponto em casa. Apesar do gol nos minutos finais, o placar não foi o esperado pelo São Paulo, que segue sem vencer neste Campeonato Brasileiro.

O jogo: O São Paulo começou a partida disposto a acabar com a má fase. Assim, logo aos quatro minutos de jogo, o Tricolor desperdiçou uma chance incrível. Hernanes recebeu em velocidade na meia-lua e viu Gallato deixar a meta para impedir a batida. O camisa dez tocou na saída do goleiro, mas a bola passou rente à trave.

Pouco depois, Hernanes rolou na entrada da área para Borges, que girou e chutou por cima do travessão. Apesar de o São Paulo ter iniciado a partida concentrando as jogadas em seu sistema ofensivo, o Atlético se apresentou como um time perigoso nos contragolpes, principalmente em lances de Márcio Azevedo e Rafael Moura.

O Furacão, então, aproveitou uma falha da defesa local para ameaçar a meta de Bosco. Richarlyson tentou afastar o perigo da esquerda e deu a bola de presente para Wallyson, que se valeu da oportunidade e passou na área para Rafael Moura. O atacante chegou livre e carimbou a trave.

Aliás, o Atlético mostrou disposição em testar a nova formação da defesa são-paulina. Sem contar com André Dias, Renato Silva, Rodrigo e Aislan, Muricy Ramalho foi obrigado a colocar apenas um zagueiro de origem, Miranda, que formou dupla de defesa com o improvisado Richarlyson.

Enquanto a zaga buscava entrosamento, o sistema ofensivo do Tricolor investiu para tentar a vitória. No lance seguinte ao susto da bola na trave, o São Paulo respondeu no ataque. Borges dominou de frente para o gol e finalizou em cima do goleiro. Do outro lado, Rafael Moura carregou a bola pela intermediária e chutou perto da trave.

Apesar de ficar mais presente na frente, o São Paulo encontrou dificuldades para criar novas jogadas de perigo. O Tricolor só voltou a ter chance clara de gol aos 43 minutos, quando Washington funcionou como pivô para deixar Borges de frente para a meta, mas a finalização do camisa 17 foi para fora. Na resposta, aos 45, o Furacão abriu o placar. Depois de cobrança de escanteio, a zaga local deixou Rafael Santos livre, e o atleta bateu para as redes.

As duas equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo, mas logo o São Paulo igualou o placar. No primeiro minuto da etapa, depois de cobrança de lateral, Washington e Hugo tocaram de cabeça para a bola chegar a Borges, que limpou a defesa e chutou para as redes.

Depois do gol do Tricolor, as duas equipes passaram a mostrar mais disposição na marcação do meio-campo, o que deixou a partida ríspida em alguns momentos. O time anfitrião teve uma oportunidade em cobrança de falta de Hernanes, mas Gallato segurou.

Muricy Ramalho, então, promoveu duas alterações quase ao mesmo tempo na equipe. Jorge Wagner e Arouca deixaram o campo para as entradas de Junior Cesar e Wellington, respectivamente.

O Tricolor quase virou o jogo em um bombardeio incrível na área do Furacão. Em bate-rebate, Zé Luis, Wellington, Washington e Hernanes tentaram finalizações. Na última batida do lance, Hugo carimbou a trave. Na jogada seguinte, Washington caiu na área e pediu pênalti, mas o árbitro mandou o jogo seguir.

Depois de se segurar na defesa, o Atlético pulou novamente à frente no placar. Aos 29 minutos, Marcinho cobrou escanteio e Rafael Santos subiu mais que a zaga para cabecear para as redes. O São Paulo só conseguiu empatar no fim do jogo, aos 44 minutos. André Lima, que havia acabado de entrar na vaga de Borges, recebeu na pequena área para mandar para as redes. Os atleticanos reclamaram da posição duvidosa do atacante, mas o árbitro validou o gol.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 2 ATLÉTICO-PR

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 17 de maio de 2009, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas e Cesar Augusto de Oliveira Vaz (ambos do DF) Cartões amarelos: Washington, Junior Cesar e Eduardo Costa (São Paulo). Rafael Santos, Marcinho e Raul (Atlético-PR)
GOLS: SÃO PAULO: Borges, a 1 minuto do segundo tempo. André Lima, aos 44 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-PR: Rafael Santos, aos 45 minutos do primeiro tempo e aos 29 do segundo

SÃO PAULO: Bosco; Zé Luis, Miranda, Richarlyson e Jorge Wagner (Junior Cesar); Eduardo Costa, Arouca (Wellington), Hernanes e Hugo; Borges (André Lima) e Washington
Técnico: Muricy Ramalho

ATLÉTICO-PR: Gallato; Rhodolfo, Antônio Carlos e Rafael Santos; Raul, Chico, Rafael Miranda, Marcinho e Márcio Azevedo (Alex Sandro); Wallyson e Rafael Moura
Técnico: Geninho

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578955.html
Oceanus
Kléber Pereira desencanta, mas Santos vacila e cede empate ao Goiás

Foi aos 41 minutos do segundo tempo que o Santos deixou escapar a primeira vitória no Campeonato Brasileiro, e a torcida alvinegra deixou a Vila Belmiro decepcionada. Depois de ter 3 a 1 no placar contra o Goiás, o Peixe cedeu à pressão do time esmeraldino e acabou apenas com um amargo empate por 3 a 3 pela segunda rodada do Nacional.

Os dois times vivem situações distintas do que passaram no último final de semana. O Santos havia buscado o empate por 1 a 1 com o Grêmio no Olímpico no final do jogo com o colombiano Molina. Já o Goiás, em casa, também vencia o Náutico por 3 a 1 e permitiu que os pernambucanos igualassem em 3 a 3.

Um ponto positivo para o Santos foi Kléber Pereira, que desencantou após viver uma estiagem de 36 dias sem gols. O camisa 9 marcou o primeiro gol do jogo, aos 8 minutos, e depois Rodrigo Souto colaborou com dois gols. Entretanto, o Peixe não conseguiu segurar o Goiás no segundo tempo e acabou vendo o zagueiro Rafael Tolói empatar nos instantes finais.

Com o resultado na tarde deste domingo, o Santos completa um mês sem comemorar uma vitória. Desde 18 de abril, com o 2 a 1 sobre o Palmeiras no Palestra Itália na semifinal do Paulistão, Mancini vê sua equipe superar um adversário. Neste período, foram duas derrotas e três empates - além disso, a perda do título do Campeonato Paulista e a eliminação da Copa do Brasil frente ao CSA, das Alagoas.

Na Vila Belmiro, já são três jogos sem jogos sem triunfos: derrotas por 1 a 0 para o CSA, 3 a 1 para o Corinthians. A marca negativa quase foi superada, mas o time de Mancini cedeu o empate de seis gols ao Goiás nos momentos decisivos.

Invictos no Brasileirão, Santos e Goiás seguem em posições intermediárias na tabela. Com apenas dois empates conquistados, os dois times recebem pressão para seus próximos compromissos. O Peixe pega o Fluminense no Maracanã às 16 horas (de Brasília) de domingo, enquanto o Goiás retorna ao Serra Dourada para pegar um dia antes, às 18h30, o Internacional.

O jogo: Em casa, o time de Mancini foi para frente para sufocar o Goiás. A tática deu certo e a recompensa veio aos 8 minutos. Em jogada pela direita, o lateral Luizinho recebeu de calcanhar de Paulo Henrique Ganso, invadiu a grande área e chutou cruzado. A bola sairia ao lado do gol de Harley, mas Kléber Pereira se adiantou e apareceu livre na pequena área para empurrar e encerrar a seca.

Com a torcida em pé e o time empolgado, o segundo gol veio três minutos depois: aos 11 minutos, Neymar cobrou escanteio e Rodrigo Souto mais que o marcador e desviou de cabeça, colocando o placar em 2 a 0. Kléber Pereira só não fez o terceiro aos 23 minutos porque a bomba que soltou de perna esquerda explodiu na trave.

A vantagem, porém, fez o Peixe recuar. Para piorar, o volante Roberto Brum teve que deixar o jogo por conta de uma contusão muscular, aos 32 minutos, dando lugar a Germano. Antes, aos 28, Geninho fora forçado a mexer pela primeira vez no Goiás, sacando o também lesionado Zé Carlos para colocar Everton.

Buscando o resultado, o Goiás foi para o intervalo com uma diferença menor para tentar reverter no segundo tempo. Aos 38 minutos, Júlio César cobrou escanteio pela direita, Rafael Tolói desviou no primeiro pau e o veterano Iarley, na pequena área, empurrou para descontar para o Esmeraldino.

Logo começo do segundo tempo, porém, o entrosamento Neymar e Souto voltou a fazer a diferença em uma bola parada do Santos. O garoto santista cobrou falta novamente na cabeça de Souto, que anotou o segundo na marca pessoal e praticamente selou a vitória.

No entanto, o time mandante voltou a permitir que o Goiás encostasse no marcador. Depois de muito insistir contra o gol de Fábio Costa, o Esmeraldino descontou com Ramalho, acertando um chute rasteiro da meia-lua no canto esquerdo do camisa 1 santista.

Responsável pelo primeiro gol do jogo, Kléber Pereira acabou tirando o quarto tento do Peixe aos 28 minutos do segundo tempo. Ganso cruzou rasteiro na área e Maikon Leite, que entrara na vaga de Neymar momentos antes, chutou para o gol. Na pequena área, porém, a bola resvalou no camisa 9 do próprio Santos e saiu. Pereira foi substituído logo depois, por André.

Aos 41 minutos do segundo tempo, o Santos acabou castigado por perder tantos gols. A defesa bobeou e permitiu que o atacante Jael cabeceasse livre uma bola cruzada da esquerda. Fábio Costa se esticou e espalmou a bola, que sobrou para o zagueiro Rafael Tolói igualar e fechar o movimentado placar na Vila Belmiro.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 X 3 GOIÁS

Local: Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 17 de maio de 2009, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa-MG)
Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago (Fifa-MG) e Jair Albano Feliz (MG)
Cartões amarelos: Fabiano Eller, Rodrigo Souto e Maikon Leite (Santos); Rafael Tolói e Amaral (Goiás)
Gols: SANTOS - Kléber Pereira, aos 8; e Rodrigo Souto, aos 11 minutos do primeiro tempo e a 1 minuto do segundo.
GOIÁS - Iarley, aos 38 minutos do primeiro tempo; Ramalho, aos 16, e Rafael Tolói, aos 41 minutos do segundo.

SANTOS: Fábio Costa; Luizinho, Fabão, Fabiano Eller e Pará; Roberto Brum (Germano), Rodrigo Souto, Paulo Henrique Ganso e Madson; Neymar (Maykon Leite) e Kléber Pereira (André).
Técnico: Vagner Mancini

GOIÁS: Harlei; Ernando, Gomes e Rafael Tolói; Fábio Bahia (Felipe Menezes), Amaral, Ramalho, Zé Carlos (Everton Hora) e Júlio César; Felipe (Jael) e Iarley.
Técnico: Geninho

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578954.html
Oceanus
Com time misto, Fluminense empata sem gols em Barueri

O Fluminense conseguiu seu quarto ponto no Campeonato Brasileiro ao empatar sem gols com o Grêmio Barueri em partida disputada neste domingo na Arena Barueri. O Tricolor das Laranjeiras jogou com uma equipe mista já que o técnico Carlos Alberto Parreira decidiu poupar vários titulares para a partida contra o Corinthians, no jogo de volta da Copa do Brasil.

Apesar da falta de gols, a partida foi bastante movimentada e o resultado acabou sendo justo para as duas equipes que alternaram bons e maus momentos durante o jogo. O Barueri começou melhor, mas não aproveitou as chances de marcar e permitiu a recuperação do Fluminense, que também desperdiçou as poucas oportunidades que conseguiu criar.

Com o empate, o Fluminense assumiu o quarto lugar com quatro pontos ganhos, enquanto o Barueri é o 11º colocado com dois pontos.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Fluminense receberá o Santos no Maracanã, enquanto o Grêmio Barueri enfrentará o Corinthians no Pacaembu. Nesta quarta-feira, o Tricolor das Laranjeiras vai encarar o Timão pelo jogo de volta das quartas de finais da Copa do Brasil.

O jogo: A partida começou com o Barueri explorando o veloz atacante Fernadinho pela esquerda. E logo aos dois minutos, o zagueiro Edcarlos recebeu cartão aamarelo por agarrar o atacante do clube paulista.

Os primeiros minutos mostraram a equipe de Barueri mais agressiva, tentando abrir o marcador, enquanto o Fluminense, representado por uma equipe mista, tentava se organizar dentro de campo para segurar o ímpeto do adversário.

Apesar de ter posse de bola maior do que a do Tricolor, o Barueri tinha dificuldades para chegar ao ataque em condições de finalização. Só aos 15 minutos, o atacante Pedrão conseguiu uma cabeçada, defendida sem problemas por Fernando Henrique.

Lentamente, o Fluminense foi se organizando em campo e, aos 23 minutos, Marquinho cobrou falta com violência, Renê largou e ao fazer nova defesa foi atingido por Alan que tentava pegar o rebote. Os jogadores paulistas reclamaram muito do atacante do Fluminense, que foi advertido com o cartão amarelo.

O Barueri mantinha a posse de bola, mas dificilmente chegava na área tricolor. Já o Fluminense subiu de produção e, aos 39 minutos, Dieguinho tabelou com Alan, entrou na área, mas chutou em cima do goleiro da equipe paulista.

A resposta do Barueri veio em dois lances semelhantes. Aos 44 minutos, cabeçada de Leandro Castan assustou Fernando Henrique. No minuto seguinte, foi a vez de Daniel Marques cabecear com grande perigo para o goleiro tricolor. No último lance do primeiro tempo, Pedrão chutou cruzado e a bola passou muito perto do gol tricolor.

O Barueri voltou bem mais agressivo para o segundo tempo. Aos três minutos, Márcio Careca arriscou de fora da área para boa defesa de Fernando Henrique. O goleiro do time das Laranjeiras voltou a aparecer bem aos quatro minutos ao espalmar para escanteio um chute de Thiago Humberto.

Aos cinco minutos, foi a vez de Pedrão cabecear com grande perigo. O time paulista continuava em cima e, aos nove minutos, Fernando Henrique defendeu um chute de Fernandinho.

O Fluminense chegou à área do Barueri pela primeira vez em cobrança de falta de Eduardo Ratinho. A bola acabou sobrando para Conca, que furou de forma bizarra quando tinha condições de marcar.

Aos 18 minutos, o zagueiro Leandro Castan tocou para trás, o goleiro Renê segurou a bola e o árbitro marcou tiro indireto dentro da área. Na cobrança, Conca chutou e Renê defendeu parcialmente, para a defesa aliviar o perigo em seguida.

Depois dos 30 minutos, comandado por Conca, que tocava a bola com velocidade e inteligência, o Fluminense passou a dominar a partida e Renê voltou a ter trabalho como aconteceu aos 34 minutos em chute forte de Marquinhos, que quase surpreende o goleiro do Barueri.

Renê voltou a aparecer bem em cabeçada de Cássio. Aos 37, Edcarlos, de cabeça, colocou a bola nas redes, mas a arbitragem anulou o lance marcando impedimento.

Nos minutos finais, os dois times buscaram o gol da vitória, mas as defesas ganharam o duelo com os ataques e a partida terminou sem gols.

FICHA TÉCNICA
BARUERI 0 x 0 FLUMINENSE

Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data: 17 de maio de 2009, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: André Luiz Castro (GO)
Assistentes: Fabrício Vilarinho (GO) e Jesmar de Paula (GO)
Cartões Amarelos: Marcos Pimentel, Daniel Marques e Leanderson (Barueri); Edcarlos e Alan (Fluminense)

BARUERI: Renê; Marcos Pimentel (Éder), Daniel Marques, Leandro Castán e Márcio Careca; Ralf, Leanderson(Camilo), Everton e Thiago Humberto(Val Baiano); Fernandinho e Pedrão
Técnico: Estevam Soares

FLUMINENSE: Fernando Henrique; Eduardo Ratinho, Edcarlos, Cássio e Dieguinho; Romeu (Fabinho), Wellington Monteiro, Marquinhos e Conca (Tartá); Alan e Maicon
Técnico: Carlos Alberto Parreira .

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578960.html
Oceanus
Vitória bate Sport e divide liderança com o Internacional

Em seu primeiro jogo em casa no Campeonato Brasileiro, o Vitória comemorou neste domingo o aniversário de 110 anos, completados no meio de semana, vencendo o Sport por 1 a 0. Com gol de Neto Baiano, o Rubro-Negro de Salvador chega ao segundo triunfo em duas partidas e divide a liderança com o Inter.

Assim como o time colorado, o Vitória chega a seis pontos e perde apenas no critério de desempate por cartão vermelho - recebido por Magal neste domingo -, aparecendo na segunda colocação. O time pernambucano, por sua vez, permanece com somente um ponto, ganho na primeira rodada.

Sem destaques individuais, a partida foi resumida por um Sport tímido, especialmente na primeira etapa de jogo, e um Vitória que dominou as ações, mas teve dificuldade para converter em gol. Enquanto Paulo Baier esteve apagado pelo lado pernambucano, Neto Baiano aproveitou uma ótima chance ainda no primeiro tempo para marcar para os donos da casa o único gol do jogo.

Agora o Vitória tem no Brasileiro uma sequência de Copa Libertadores. Na próxima rodada, o time defenderá os 100% de aproveitamento na competição contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte - depois, pega Grêmio e Palmeiras. Já o Sport desafia o Atlético-MG, no retorno à Ilha do Retiro.

O jogo - O Sport vinha de um trauma recente, a eliminação para o Palmeiras na Copa Libertadores, em noite inspirada do goleiro Marcos nas cobranças de pênaltis. Além disso, não contava com os volantes Daniel Paulista e Moacir, ambos contundidos, e o jovem atacante Ciro, suspenso.

No Vitória, a dúvida era se o time repetiria a estreia no Brasileiro, quando derrotou o Atlético-PR em plena Arena da Baixada, ou o último jogo da Copa Brasil, no meio de semana, em que foi goleado pelo Vasco da Gama por 4 a 0, em São Januário.

O início de partida foi de estudo das duas equipes. Em um jogo equilibrado, nenhuma das duas linhas de frente resolvia, enquanto as defesas afastavam qualquer perigo. A melhor chance dos visitantes apareceu em bola parada. Especialista em cobrança de faltas, Andrade isolou a bola da intermediária, aos 14 minutos de partida.

A partir daí, o rubro-negro mandante apertou a marcação e demonstrou-se superior na partida. Aos 33 minutos do primeiro tempo, a tática deu resultado. Bem colocado na segunda trave, o atacante Baiano aproveitou cruzamento de Bosco pela direita e, sozinho na área, empurrou para o fundo da rede.

No intervalo, o técnico Nelsinho Baptista pôs Weldon no lugar do veterano Paulo Baier, e Jonas substituiu Vandinho. Mas foram os donos da casa que assustaram na volta ao gramado. Logo aos três minutos, Leandro Domingues passou pela defesa do Sport e arriscou de fora da área, no canto direito.

Aos poucos, o panorama do jogo se inverteu. Jogando mais na base de contragolpes, o Vitória fez sua torcida se arrepiar no Barradão. Aos 11 minutos, Dutra passou para Vandinho, que acertou a trave da meta defendida pelo goleiro Viáfara. Até o último apito do árbitro Charles Hebert Ferreira, o Vitória ainda teve expulso Magal, que levou o segundo cartão amarelo e deixou sua equipe no sufoco.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 1 x 0 SPORT

Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 17 de maio, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Charles Hebert Cavalcante Ferreira (AL)
Assistentes: Otávio Corréia de Araújo Neto (AL) e Ticiana de Lucena Falcão Martins (AL)
Cartões amarelos: Ramon, Adriano, Magal (Vitória); Durval, Igor, Luciano Henrique, Sandro Goiano (Sport)
Cartão vermelho: Magal (Vitória)
Gols:
VITÓRIA: Neto Baiano, aos 33 minutos do primeiro tempo

VITÓRIA: Viáfara, Bosco, Wallace, Victor Ramos, Robinho, Uelliton (Gil), Magal, Jackson (Marco Aurélio), Ramon (Adriano), Leandro Domingues e Neto Baiano.
Técnico: Paulo César Carpegiani

SPORT: Magrão, Igor, César, Durval (Sandro Goiano), César Luciano, Andrade, Hamilton, Paulo Baier (Weldon), Jonas (Vandinho), Luciano Henrique e Wilson.
Técnico: Nelsinho Baptista

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578987.html
Oceanus
Misto do Inter derrota titulares do Palmeiras e lidera

O Palmeiras foi a Porto Alegre com sua força máxima. Já o Internacional, de olho na Copa do Brasil, começou sem seus titulares. Suficiente para vencer por 2 a 0 e terminar a segunda rodada do Campeonato Brasileiro na liderança, com seis pontos. Pior para os paulistas, que somam três e voltam para casa mais uma vez derrotado no Beira-Rio.

Para abrir o placar, os colorados contaram com a agilidade e habilidade de Taison, que deixou Pierre para trás e cruzou para Danny Morais escorar com o pé e fazer o primeiro gol, aos 11 minutos do segundo tempo. Nos acréscimos da etapa final, já sem Pierre, expulso, D'Alessandro aproveitou rebote para selar a vitória gaúcha.

Motivados, os porto-alegrenses precisam derrotar o Flamengo às 21h50 (de Brasília) de quarta-feira, no Rio Grande do Sul, para ir às semifinais da Copa do Brasil. Já o Verdão parte na terça-feira para uma intertemporada em Atibaia antes de enfrentar o São Paulo no próximo domingo e o Nacional do Uruguai, pela Libertadores, no dia 28 - ambos no Palestra Itália.

O jogo - Como havia anunciado Wanderley Luxemburgo, o Palmeiras entrou em campo com sua força máxima e pensando na Libertadores, já que Wendel, suspenso para o primeiro duelo contra o Nacional nas quartas de final, foi sacado. Com isso Mauricio Ramos atuou na lateral-direita e Marquinhos ganhou chance para, teoricamente, auxiliar Diego Souza e Keirrison no ataque.

O Internacional, porém, reforçou sua prioridade à Copa do Brasil. Depois de vencer o Corinthians no Pacaembu com seus titulares, Tite mandou a campo uma equipe sem o lateral-esquerdo Kleber, o volante Guiñazu, o meia D'Alessandro e o atacante Nilmar. O único representante do temido trio ofensivo colorado era Taison, e o garoto foi suficiente para assustar os visitantes.

Mesmo atuando no Beira-Rio, o Verdão iniciou o confronto com marcação adiantada, preenchendo o campo adversário. A alternativa para abrir espaços era fazer pressão nos zagueiros e volantes anfitriões e trocar passes para entrar na área de Lauro. Os defensores dos donos da casa, porém, afastavam todas as tentativas e logo buscavam seus homens de frente.

Mesmo acuados, os gaúchos tiveram mais sucesso. Os chutões que se transformavam em lançamentos valeram uma sequência de escanteios. Através de um deles, Taison mostrou suas maiores qualidades contra o principal marcador alviverde: a habilidade aliada com velocidade. E o Internacional achou o seu gol.

Aos 11 minutos, após escanteio, Marcelo Cordeiro tocou para o atacante, que aplicou um lindo drible, deixou Pierre desnorteado e chegou à linha de fundo para tocar para trás. Sem nenhuma ameaça da maioria palmeirense que estava na área, a bola chegou a Danny Morais, que bateu firme no canto direito de Marcos para abrir o placar.

Com a desvantagem, os paulistas, que atuavam como estivessem em casa marcando no ataque, lembraram que eram visitantes. As falhas na retaguarda começaram a aparecer com a rapidez de Taison e Marcelo Cordeiro pela esquerda. Pierre e Danilo ficavam perdidos, até mesmo com o recuo de Marquinhos, que passou a atuar praticamente como lateral-direito em uma defesa que agora tinha cinco jogadores.

Confiante, o campeão gaúcho se aproximou do segundo gol, novamente com Taison. Aos 32 minutos, após levantamento na área, Mauricio Ramos, na segunda trave, afastou mal e praticamente ajeitou a bola para Taison. O atacante soltou a bomba de primeira e Marcos, contrariado com os espaços dados ao adversário, salvou o time defendendo no reflexo.

Superior, o Inter só levou sustos quando falhou grotescamente. No meio-campo, Andrezinho deu passe para trás e acabou lançando Keirrison, que serviu Diego Souza. O meia dominou, foi abrindo espaço entrando na área em diagonal e buscou o canto esquerdo de Lauro. A bola passou rente à trave. Única finalização perigosa dos visitantes no primeiro tempo.

Preocupado em parar Taison e corrigir a marcação, Luxemburgo voltou do intervalo com Mozart no lugar de Souza. Na sequência do jogo, sacou Marquinhos, confuso na alternância entre ser lateral direito e meia, e o perdido Danilo para as entradas de Fabinho Capixaba e Ortigoza. Ganhou movimentação na frente e abriu o jogo pelas laterais.

Mais acordados em campo, Keirrison e Diego Souza passaram a se mexer constantemente, buscar tabelas, e os meias e laterais ganharam em Ortigoza, também correndo frequentemente, uma referência na frente. A solução de Tite, que via seu time quase não chegar ao ataque, foi colocar Guiñazu no lugar do apagado Rosinei, reforçando a marcação.

Mesmo assim, o Palmeiras criou boas chances. Primeiro, Keirrison cruzou na área para Cleiton Xavier, que errou no domínio. Na sequência, após levantamento para a área, Ortigoza desviou de cabeça e Diego Souza subiu mais que a marcação para testar a bola na trave esquerda de Lauro.

Com espaço pela direita, o contestado Fabinho Capixaba protagonizou dois bons lances. Aos 21, o lateral fez ótima jogada, foi à linha de fundo e cruzou fechado. Lauro não alcançou a bola, mas nenhum alviverde apareceu para tocar a bola para as redes vazias. Quatro minutos depois, o camisa 14 dominou rebote de escanteio com estilo e bateu com muito perigo, à esquerda de Lauro.

Preocupado com o recuo de sua equipe, Tite colocou D'Alessandro e Nilmar. Só conseguiu um chute perigoso de Guiñazu, além da expulsão de Pierre já aos 44, por ter levado o segundo cartão amarelo. A intensa pressão paulista, contudo, resultou apenas em um chute de Keirrison defendido com o peito por Lauro.

Nos acréscimos, Taison cruzou da esquerda, Nilmar concluiu e Marcos fez linda defesa. No rebote, D'Alessandro não perdoou. E, com a ajudade de dois de seus titulares, o Internacional, mesmo priorizando a Copa do Brasil, termina a segunda rodada do Brasileiro como líder.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 x 0 PALMEIRAS

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 17 de maio de 2009, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Djalma José Beltrami Teixeira (RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ)
Cartões amarelos: Glaydson e Marcelo Cordeiro (Internacional); Marquinhos, Diego Souza, Mozart e Mauricio Ramos (Palmeiras)
Cartão vermelho: Pierre (Palmeiras)

Gol:
INTERNACIONAL: Danny Morais, aos 11 minutos do primeiro tempo; D'Alessandro, aos 48 minutos do segundo tempo

INTERNACIONAL: Lauro; Danilo, Bolívar, Danny Morais e Marcelo Cordeiro; Sandro, Glaydson, Rosinei (Guiñazu) e Andrezinho (D'Alessandro); Taison e Alecsandro (Nilmar)
Técnico: Tite

PALMEIRAS: Marcos; Maurício Ramos, Danilo (Fabinho Capixaba), Marcão e Armero; Pierre, Souza (Mozart), Cleiton Xavier e Diego Souza; Marquinhos (Oritgoza) e Keirrison
Técnico: Wanderley Luxemburgo

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578958.html
Oceanus
Titulares do Corinthians não saem do zero com o Botafogo

O informante do técnico Ney Franco estava certo. Com os seus titulares, conforme havia adiantado o comandante adversário, o Corinthians não passou de um empate sem gols com o Botafogo neste domingo, no Engenhão. As duas equipes seguem sem vencer no Campeonato Brasileiro.

A preocupação do Corinthians, agora, é com a Copa do Brasil. A equipe continuará no Rio de Janeiro para enfrentar o Fluminense na quarta-feira, no Maracanã, pelas quartas-de-final do torneio.

Pelo Campeonato Brasileiro, o Corinthians voltará a campo no sábado, quando receberá o Barueri. Depois de dois empates nas duas primeiras rodadas da competição, o Botafogo buscará diante do Grêmio a primeira vitória, no domingo, fora de casa.

O jogo - Sem ganhar nova oportunidade do técnico Mano Menezes, os reservas do Corinthians participavam como podiam do início da partida contra o Botafogo. Levantavam-se constantemente do banco para incentivar os titulares e reclamar com o árbitro Carlos Eugênio Simon.

A principal crítica dos jogadores referia-se ao telão do Engenhão, que transmitia o jogo ao vivo. E havia muito para se assistir nos primeiros minutos. Pelo Botafogo, Jean Coral acertou uma bicicleta e assustou o goleiro Felipe. O Corinthians respondeu com uma perigosa cabeçada de Morais após cobrança de falta de Douglas.

A partir de então, os visitantes passaram a dominar o meio-campo e a partida. Aos 24 minutos, Ronaldo recebeu boa assistência de Elias e deu um toque sutil na bola para enganar o goleiro Renan. Quase marcou.

Melhor chance teve André Santos pouco depois, quando driblou dois marcadores dentro da área e chutou em cima de Renan. O individualismo do lateral-esquerdo irritou o volante Cristian: "O Ronaldo estava sozinho, e o André não passou a bola. Nessas horas, não tem desculpa de falar que não viu. Mesmo que fosse o Dentinho, ele tinha que tocar".

Acuado na defesa, o Botafogo insistiu nas ligações diretas para o ataque para voltar a equilibrar o confronto. Assim colocou seus atacantes por diversas vezes em posição de impedimento, o que impacientou os torcedores. Nesse instante, os reservas do Corinthians já assistiam calmamente à partida, sentados.

Ney Franco recorreu aos suplentes do Botafogo no intervalo. Com Gabriel e Tony nos lugares de Wellington e Jean Coral, a equipe carioca melhorou. Túlio Souza e Juninho tiveram boas chances para abrir o placar logo no começo do segundo tempo, mas Felipe provou estar atento para defender.

Mano Menezes cobrava dos demais jogadores do Corinthians a mesma seriedade do goleiro. O técnico foi mais um a se enervar com André Santos, que virou o rosto para trás ao tocar a bola e armou contra-ataque para o Botafogo. Era hora de mudar. O ex-botafoguense Jorge Henrique substituiu Dentinho.

O time da casa, no entanto, continuou mais eficiente. Túlio Souza deixou o campo com tontura e dor de cabeça aos 22 minutos, para a entrada de Léo Silva, mas era o Corinthians que parecia desacordado em campo. Tanto que Mano Menezes preferiu reforçar o seu ataque com Souza, quem diria, e sacar Ronaldo. Boquita entrou no lugar de Morais no final da partida.

As alterações não surtiram efeito. O Corinthians não voltou a incomodar o Botafogo, que pecou pela desorganização tática. O máximo que o atacante Victor Simões conseguiu foi uma série de jogadas em impedimento.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0 X 0 CORINTHIANS

Local: Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 17 de maio de 2009, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Assistentes: José Antônio Chaves Franco Filho e Júlio César Rodrigues Santos (ambos do RS)
Cartões amarelos: Eduardo (Botafogo); Alessandro e Diego (Corinthians)

BOTAFOGO: Renan; Leandro Guerreiro, Juninho e Wellington (Gabriel); Thiaguinho, Fahel, Túlio Souza (Léo Silva), Rodrigo Dantas e Eduardo; Jean Coral (Tony) e Victor Simões
Técnico: Ney Franco

CORINTHIANS: Felipe; Alessandro, Diego, Chicão e André Santos; Cristian, Elias, Morais (Boquita) e Douglas; Dentinho (Jorge Henrique) e Ronaldo (Souza)
Técnico: Mano Menezes

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578991.html
Oceanus
Fator casa prevalece e Náutico vence Cruzeiro por 2 a 0

O Náutico venceu o Cruzeiro por 2 a 0 no início da noite deste domingo pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O time pernambucano utilizou muito bem o fator casa, pois a chuva deixou o gramado dos Aflitos ainda pior que o de costume e fez diferença o conhecimento do campo.

O Timbu chegou a quatro pontos no Brasileirão, contra três da Raposa. O Cruzeiro volta a campo no próximo sábado, quando enfrenta o Vitória, no Mineirão. O Náutico tem um compromisso fora de casa, diante do Atlético-PR, no domingo.

O jogo - As duas equipes vieram a campo com novidades. Waldemar Lemos escalou Eduardo Eré e Wellington nas laterais, promoveu a estreia do volante Júnior Carioca e colocou Carlinhos Bala ao lado de Gilmar no ataque. Já Adilson Batista poupou Léo Fortunato, escalando a zaga com Gustavo e Leonardo Silva, colocou Athirson na lateral esquerda e Elicarlos no meio-de-campo, liberando Ramires para jogar como armador.

O gramado pesado de chuva e a presença de muitos volantes fizeram com que o jogo ficasse muito pegado, preso no meio-de-campo. Com isso, o primeiro tempo teve poucas emoções.

O Náutico levou perigo em duas oportunidades com Carlinhos Bala. Na primeira, o jogador chutou prensado com Leonardo Silva e a bola foi para fora. Na segunda, ele bateu fraco, mas Fábio não conseguiu segurar e a defesa afastou.

O Cruzeiro também teve dois lances de destaque, ambos com Athirson. O primeiro foi um lindo chute de fora da área, que Eduardo saltou para defender na gaveta. O outro saiu de um chute de Thiago Ribeiro, que Athirson desviou de cabeça e o goleiro alvirrubro teve dificuldades para segurar.

Jogando em casa, o Náutico resolveu arriscar no segundo tempo. O atacante Anderson Lessa entrou no lugar do volante Júnior Carioca, deixando o jogo mais aberto e movimentado.

A primeira boa chance foi do Cruzeiro. Athirson acertou um lançamento preciso para Thiago Ribeiro, mas o goleiro Eduardo saiu bem, reduziu o ângulo do atacante e fez boa defesa.

O Náutico respondeu rápido. Gilmar recebeu bom passe pela esquerda da área e teve tempo e espaço para ajeitar o corpo antes de finalizar. Ele chutou forte e acertou o travessão de Fábio.

Mais incisivo, o time pernambucano abriu o placar. Derlei recuperou a bola na saída do Cruzeiro, tabelou com Gilmar e penetrou livre pelo meio da defesa. Ele chegou na cara do gol e tocou com calma na saída do goleiro Fábio, aos 12 minutos.

O Cruzeiro passou a buscar o ataque com mais vontade e menos organização, oferecendo um prato cheio para o veloz ataque alvirrubro. Aos 26 minutos, Carlinhos Bala recebeu um lançamento, em contra-ataque, e, ao perceber a saída de Fábio, tocou por cobertura, marcando um golaço.

O empate celeste era improvável. O time estava sem capacidade de criação, pela falta de um meia armador e pela lama que se acumulava no gramado dos Aflitos. Enquanto isso, o Timbu deitava e rolava. Anderson Lessa chegou absolutamente livre num contra-ataque e só não marcou o terceiro porque Fábio fez excepcional defesa.

O Cruzeiro insistiu até o fim da partida, levou perigo real em duas oportunidades, com Marquinhos Paraná e Thiago Ribeiro, mas não conseguiu descontar.

FICHA TÉCNICA
NÁUTICO 2 X 0 CRUZEIRO

Local: Estádio dos Aflitos, em Recife (PE)
Data: 17 de maio de 2009, domingo
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo (SC)
Assistentes: Alcides Zawaski Pazetto e Marco Antônio Martins (ambos de SC)
Cartões amarelos: Eduardo Eré, Dinda (Náutico); Gustavo, Gerson Magrão, Elicarlos (Cruzeiro)
Gols:Derlei, aos 12, e Carlinhos Bala, aos 26 minutos do segundo tempo

NÁUTICO: Eduardo; Eduardo Eré, Vagner, Asprilla e Wellington; Júnior Carioca (Anderson Lessa), Johnny, Derlei (Luiz Alberto) e Dinda (Negrete); Carlinhos Bala e Gilmar
Técnico: Waldemar Lemos

CRUZEIRO: Fábio; Jonathan, Gustavo, Leonardo Silva e Athirson (Gerson Magrão); Fabrício, Marquinhos Paraná, Elicarlos e Ramires; Thiago Ribeiro (Zé Carlos) e Wellington Paulista (Wanderley)
Técnico: Adilson Batista

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/17/578992.html
Oceanus
Triste por Bosco, Denis se prepara para mais uma chance

Em sua segunda participação com o Tricolor, jovem goleiro enfrentará seu segundo clássico, agora com a camisa 12 do São Paulo

As lesões de Rogério Ceni (que fraturou o tornozelo esquerdo) e de Bosco (que sofreu uma lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo) farão com que, mais uma vez, o jovem Denis tenha uma chance na meta do Tricolor. O goleiro ficou muito chateado com a notícia que Bosco ficará afastado por algum tempo e fez questão de dar força para o companheiro.

"Após o jogo, já fazendo gelo, perguntei como ele estava e ele disse que estava com dor. Aí eu falei pra ele ficar tranquilo que não seria nada grave. Hoje, gostaria de dar todo o meu apoio para ele e dizer que ele pode ficar tranquilo. Não tenho nem o que falar do profissionalismo e da qualidade que o Bosco tem. Quero dar o meu conforto e estar junto nessas horas para ajudar e incentivar esse grande companheiro", afirmou.

Apesar de triste pela lesão de Bosco, Denis sabe que terá pela frente outra grande oportunidade em sua carreira e valoriza muito essa nova chance.

"Todo o jogador treina esperando a chance aparecer. Eu tenho treinado muito forte, procurando melhorar a cada dia. Sei que tenho que substituir meus companheiros à altura porque são dois excelentes goleiros e por isso estou me preparando muito bem para que agora eu posso dar meu melhor", completou.

A única participação de Denis com a camisa do São Paulo aconteceu no Campeonato Paulista desse ano, contra a Portuguesa, no Canindé. O jogador entrou em campo quando Rogério se machucou.

Agora, o jovem entrará em campo em outro clássico, contra o Palmeiras, no próximo domingo, e o arqueiro acredita que a equipe está preparada para o desafio.

"É um jogo muito difícil contra o Palmeiras, que é uma excelente equipe. A partida é no Parque Antarctica, mas estamos trabalhando forte pra entrar em campo e conquistar uma vitória. Sei que será um dos jogos mais importantes da minha carreira", disse.

Ciente das dificuldades de se enfrentar o Palmeiras na casa do rival, Denis garante já estar acostumado. "Estava brincando com meus amigos que eu costumo entrar bem neste tipo de situação, desde os tempos da Ponte Preta. Lá algumas vezes aconteceram situações parecidas, por expulsões ou contusões e quem jogava era eu. Já estou acostumado com isso", brincou o camisa 12, que depois ressaltou as dificuldades do clássico.

"É sempre complicado atuar em um clássico, mas agora é ter muita concentração para pegar as bolas possíveis e as impossíveis também", finalizou.

Fonte: http://www.saopaulofc.net/v4/noticias2NOVO...51173113A6IOH84
Oceanus
Michael é apresentado no Botafogo



Já utilizando a sala de imprensa Armando Nogueira/Tempo Real, o Botafogo apresentou o seu mais novo reforço. Trata-se do lateral-esquerdo Michael, de 26 anos que estava no Dynamo de Kiev, da Ucrânia. O jogador chega para suprir uma das carências do elenco alvinegro e assinou até o fim deste ano. Já na sua chegada, Michael revelou que deseja renovar o seu contrato.

"Venho para ficar mais tempo. Meu contrato é até o fim do ano mas tenho um projeto. Assim como fizeram um projeto para esta sala que está sendo inaugurada hoje, tenho o meu projeto de permanecer mais tempo aqui e não ficar mudando de clube toda hora", disse.

Fonte: http://www.botafogonocoracao.com.br/BfrInt...543&idarea=
Oceanus
Acosta é apresentado nos Aflitos



Torcedores, diretoria alvirrubra e imprensa estivaram nesta tarde de terça-feira, no Aeroporto Internacional dos Guararapes, para recepcionar o novo reforço do Timbu, o meia-atacante Acosta.

O uruguaio desembarcou no solo pernambucano às 16h30 e foi recebido com aplausos e muito carinho pelos alvirrubros. Depois, o jogador seguiu diretamente para os Aflitos, onde foi apresentado oficialmente para a imprensa.

O atleta fica no Náutico até dezembro, e demonstrou alegria por voltar a vestir a camisa do Timbu: "Estou feliz por retornar para o Náutico. Quero logo minha camisa 25." O vice-presidente de futebol do Alvirrubro, Ricardo Valois, fez questão de afirmar que o uruguaio avisou que caso não ficasse no Corinthians, seu destino seria o Náutico. "Ele recebeu outras propostas; mas preferiu voltar para cá."

Acosta atuou no Náutico em 2007. Jogou 44 partidas e marcou 23 gols - três pelo Estadual, um na Copa do Brasil e 19 no Brasileiro, sendo inclusive o vice-artilheiro da competição. Quando perguntado pela artilharia, ele foi direto: "É cedo para pensar nisso. Em 2007, fiquei apenas a um gol do artilheiro. Espero este ano ter mais sorte."

Sobre sua reestréia, Acosta afirmou que já queria poder entrar em campo neste domingo, diante do Atlético Paranaense: "Por mim eu já chegava jogando, mas ainda falta ritmo de jogo. Preciso de uma semana e também da avaliação do treinador."

Fonte: http://www.nautico-pe.com.br/imprensa-noti....php?idNot=1237
Oceanus
Felipe Azevedo elogia estrutura do clube e agradece apoio dos companheiros na chegada



Na tarde desta terça-feira (19), o Santos Futebol Clube apresentou o atacante Felipe Azevedo (ex-Paulista de Jundiaí), de 22 anos, como reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro de 2009. O jogador foi contratado mediante empréstimo, junto ao Paulista FC (Jundiaí), até o dia 31/12/2009.

Na entrevista coletiva, concedida durante a apresentação, o atleta falou sobre a expectativa para defender as cores do Peixe. “Eu sei que a pressão em uma equipe grande é muito maior. Mas vejo essa situação como uma oportunidade de crescer na carreira. Para isso, tenho que fazer o meu melhor”.

Ele ainda contou como foi sua chegada ao Alvinegro Praiano.“Eu fui muito bem recebido pelos companheiros. Eu não conhecia a estrutura do Santos FC, que é maravilhosa. Estou me sentindo em casa”

O atleta iniciou sua carreira no XV de Piracicaba (Interior Paulista). Ainda teve passagens pelo Ituano e pelo Juventude, onde trabalhou com o técnico Zetti.

No final de 2008, Felipe Azevedo transferiu-se para o Paulista FC (Jundiaí) como um dos reforços para a disputa do Campeonato Paulista de 2009. A indicação veio do então técnico da equipe, Luiz Carlos Ferreira. Na época, o gerente de futebol do Paulista FC era Anderson da Silva, atual auxiliar-técnico de Vagner Mancini no Santos FC.

Felipe Azevedo foi o único jogador do elenco que jogou todas as partidas do Paulista FC no Estadual de 2009. Ele mostrou versatilidade ao atuar tanto como atacante, sob o comando do técnico Ferreira, quanto na posição de meia, comandado pelo técnico Giba.

FICHA-TÉCNICA / FELIPE AZEVEDO
Nome: Felipe Azevedo
Data e Local de Nascimento: 10/01/1987, em Ubatuba (SP)
Altura: 1,74 m - Peso: 74 kg
Clubes: XV de Piracicaba-SP (2004-2007), América-SP (2008), Ituano-SP (2008), Juventude-RS (2008) e Paulista de Jundiaí-SP (2009)

Fonte: http://santos.globo.com/noticias_ultimas_texto.php?cod=18157
Oceanus
Cruzeiro negocia Ramires com o Benfica

A diretoria celeste e os representantes do atleta concluíram nesta quinta-feira a venda de 100% dos direitos econômicos do volante Ramires ao Benfica por 7,5 milhões de euros (cerca de R$ 21 milhões). O Cruzeiro acertou com o Joinville, detentor de 30%, o repasse de 1,5 milhão de euros (R$ 4 milhões), e firmará com o clube catarinense uma parceria para a cessão de jogadores.

Os valores foram fechados na noite de terça-feira. O que impedia o anúncio da venda era o acerto dos salários de Ramires com o clube português, em negociação concluída apenas na noite de quarta-feira. Ele assinou contrato de cinco anos com o Benfica.

Nos últimos dias, o Cruzeiro foi procurado por diversos clubes que fizeram sondagens, entre eles o CSKA Moscou, representado por um ex-jogador e empresário português, Dionísio Castro. Zico, técnico do clube russo, chegou a entrar em contato com os dirigentes celestes, mas, após cinco dias de espera, a proposta oficial não chegou à Toca da Raposa II.

A transferência para o futebol europeu chegou no mesmo dia em que Ramires foi convocado pela primeira vez para a Seleção Principal. A quinta-feira não podia ter sido melhor.

"É felicidade em dobro. O trabalho está sendo reconhecido. A gente trabalha almejando alguma coisa na frente e hoje é um dia feliz para mim, para minha família, todos aqueles que me acompanham e gostam de mim. Estou esperando para chegar em casa e comemorar com o pessoal, eles estão ansiosos também. É isso aí, continuar trabalhando", disse à TV Cruzeiro.

O volante que deixou de ser negociado há um ano ficou satisfeito com o desfecho do negócio. "Foi a única proposta que teve na mesa do presidente e ele achou interessante também. Se está bom para o Clube e para mim, está ótimo", comentou.

Ramires só lamenta por ter de se despedir do Clube que defendeu por pouco mais de dois anos e aprendeu a gostar. "Não tem jeito de falar que não vou ficar com saudade. Com certeza. A maneira que me acolheram aqui, o carinho, isso aí eu não tive em clube nenhum. Foi muito importante para eu crescer. Estou jogando esse futebol graças ao Cruzeiro e à torcida, que tem um carinho imenso por mim", destacou.

O fluminense Ramires Santos do Nascimento, de 22 anos, chegou ao Cruzeiro em abril de 2007, contratado do Joinville. Em pouco mais de dois anos, disputou 105 jogos com a camisa celeste, marcou 27 gols e conquistou a torcida com um futebol dinâmico, de muito vigor físico e versatilidade que o permite atuar nas quatro posições do meio-campo.

Pelo Cruzeiro, Ramires conquistou o bicampeonato Mineiro, em 2008 e 2009, e chegou à Seleção Brasileira. Ganhou a medalha de bronze com a equipe sub-23 nos Jogos Olímpicos de Pequim recebeu nesta quinta-feira a primeira convocação para a equipe principal, para jogos das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010 e a Copa das Confederações.

Confira a ficha de Ramires

Nome completo: Ramires Santos do Nascimento
Posição: Volante
Data Nascimento: 24/03/1987
Naturalidade: Barra do Piraí - RJ
Altura: 1.79 m
Peso: 65 kg
Jogos: 105
Gols: 27
Carreira: Joinville (2005 – 2007); Cruzeiro (desde 04/2007)
Estreia no Cruzeiro: Fluminense 2 x 2 Cruzeiro, em 12/5/2007, pelo Campeonato Brasileiro, no Mineirão
Títulos: Seletiva Catarinense para Campeonato Brasileiro Série C 2005 e 2006; Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim (2008); Campeonato Mineiro 2008 e 2009
Seleção Brasileira: Seleção Sub-23 (2007 e 2008); Principal (2009)
Conquistas pessoais: Bola de Prata da Revista Placar 2008; melhor volante do Brasileiro 2008 pelo Prêmio Craque Brasileirão

Fonte: http://www.cruzeiro.com.br/?section=noticias&idn=5085


Oceanus
3ª Rodada

23/5 18h30 Pacaembu Corinthians 2 x 1 Barueri
23/5 18h30 Mineirão Cruzeiro 2 x 0 Vitória
23/5 18h30 Serra Dourada Goiás 0 x 1 Internacional
24/5 16h Arena da Baixada Atlético-PR 2 x 3 Náutico
24/5 16h Olímpico Grêmio 2 x 0 Botafogo
24/5 16h Maracanã Fluminense 1 x 4 Santos
24/5 16h Palestra Itália Palmeiras 0 x 0 São Paulo
24/5 18h30 Bruno J. Daniel Santo André 1 x 2 Flamengo
24/5 18h30 Ilha do Retiro Sport 2 x 3 Atlético-MG
24/5 18h30 Ressacada Avaí 2 x 2 Coritiba

Classificação:

Oceanus
São Paulo e Reebok inauguram a SAO Store na rua Oscar Freire

Abertura de loja no principal corredor da moda no Brasil faz homenagem a Leônidas, apresenta moda casual do tricolor e lança o livro 6-3-3

O São Paulo Futebol Clube e a Reebok inauguraram nesta segunda-feira, 25 de maio, na rua Oscar Freire, a quarta loja da rede SAO Store, a grife de roupas, jóias e acessórios do time hexacampeão brasileiro. Também foram lançados a linha casual produzida pela Reebok e o livro 6-3-3, obra repleta de fotografias e estatísticas dos seis campeonatos nacionais. O evento foi fechado, com acesso para jornalistas e convidados especiais.

A nova loja foi aberta com uma homenagem ao craque Leônidas, o Diamante Negro, inventor da bicicleta, ídolo da torcida e dirigente do São Paulo, clube que começou a defender na década de 40. A SAO Store apresentou uma bicicleta do São Paulo, em reconhecimento ao craque falecido em 2004. A loja terá exposição de fotos e informações sobre o jogador, além de familiares.

A quarta SAO Store terá ainda inovações também nas vitrines e exposição de produtos. Lançamento de medalhas em série para colecionadores e de jóias são os destaques. As medalhas chegam ao mercado em série limitada e em estojos especiais para lembrar as conquistas dos títulos mundiais, da Libertadores e os seis campeonatos nacionais.

Linhas de confecção para crianças, novas bijuterias - incluindo peças em aço para os homens - estão entre os lançamentos da loja no Jardins.

Moda casual

Um desfile especial apresentou a nova linha de moda casual do São Paulo, com peças para declarar a paixão pelo clube fora dos estádios e longe dos jogos, nas atividades de dia-a-dia e mesmo em eventos menos formais.

A coleção inclui peças que resgatam as conquistas do título mundial, em camisas com símbolo do clube, reprodução da taça e das conquistas. Um destaque é o lançamento de camisas femininas, em linhas retrô ou casual para as torcedoras do hexacampeão brasileiro.

Sobre a SAO Store

A Sao Store é a rede de lojas com a grife do São Paulo Futebol Clube em produtos exclusivos, com séries limitadas, inspirados no clube, seus ídolos, conquistas e história. Oferece linhas de confecção, peças oficiais do uniforme e variedade de produtos de jóias, bijuterias e artigos de decoração a baralho, chaveiros e presentes. Lançada em setembro de 2008 pela Reebok, a marca esportiva oficial do São Paulo, a Sao Store hoje tem lojas nos shoppings Ibirapuera, Center Norte e Pátio Paulista.

Livro 6-3-3

O livro 6-3-3 reúne fotos, documentos e informações sobre as conquistas dos seis campeonatos brasileiros (77, 86, 91, 2006, 2007 e 2008) e os títulos mundiais e da Libertadores. Todos os atletas, dirigentes e funcionários do São Paulo receberão o livro, que será distribuído ainda a jornalistas e formadores de opinião. A Reebok usou a publicação para homenagear diretores, comissão técnica, jogadores e funcionários do clube, que terão os nomes incluídos no livro.




Fonte: http://www.saopaulofc.net/v4/noticias2NOVO...58194403XH87B6J
Oceanus
FH está fora da partida contra o Náutico

Jogador foi afastado pela diretoria

O goleiro Fernando Henrique não irá enfrentar o Náutico, domingo no estádio dos Aflitos, em Recife. Fernando foi afastado pela diretoria por conta dos acontecimentos da última terça-feira nas Laranjeiras. O jogador estará à disposição para o jogo contra o Botafogo, dia 7 de junho.

No domingo, Ricardo Berna será o titular, com Rafael no banco de reservas.

Fonte: http://www.fluminense.com.br/FluFcNoticias.asp?idn=7944
Oceanus
No Engenhão, Botafogo arranca empate contra o Sport

Depois de sair perdendo por 2 a 0 no primeiro tempo, o Botafogo se mostrou guerreiro na etapa final e arrancou um empate por 2 a 2 contra o Sport na noite deste sábado, no Engenhão, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogo marcou a estreia de Lucio Flavio, que teve atuação apagada, pelo Glorioso. Wilson e Weldon abriram o marcador para os visitantes, mas Tony e Fahel garantiram o empate. As duas equipes seguem sem vencer na competição, mas o Alvinegro soma três pontos e deixa a zona de rebaixamento, onde se encontra o Sport, com um ponto a menos.

No primeiro tempo aconteceu tudo o que o Botafogo não esperava. O time teve mais posse de bola que o Sport, criou boas oportunidades, mas não conseguiu convertê-las em gols. Para piorar a situação, cedeu apenas dois contra-ataques ao rival, que foram suficientes para os pernambucanos abrirem 2 a 0.

A primeira chance, como a maioria da primeira etapa, foi do Glorioso. Eduardo cruzou da esquerda e Alessandro cabeceou sobre o gol, com perigo. A resposta do Sport veio dois minutos depois e com a abertura do placar. Weldon fez grande jogada individual, invadiu a área e rolou para Wilson completar para o fundo da rede.

A desvantagem não intimidou o Botafogo, que seguiu pressionando. Aos 11 minutos, Víctor Simões quase empatou com um belo chute de fora da área, defendido com dificuldades pelo goleiro Magrão. A ansiedade passou a tomar conta dos cariocas, que acabaram surpreendidos em outro contra-golpe, aos 20 minutos, quando os rubro-negros pressionaram. Moacir fez grande jogada pela direita e cruzou para Weldon escorar para o fundo da rede.

Com os dois gols de vantagem, o Sport se fechou ainda mais, diminuindo os espaços do Botafogo, que tinha dificuldades de criação, com Lucio Flavio apagado. Mesmo assim os cariocas criaram boas chances em cobranças de falta, todas em bombas de Juninho. Sendo a mais perigosa a que acertou a trave, aos 36 minutos. Na última chance da primeira etapa, aos 43, Víctor Simões exigiu, em outro arremate, boa defesa de Magrão.

O Botafogo voltou para o segundo tempo ainda mais ofensivo. Isso porque o técnico Ney Franco tirou Teco e Túlio Souza, que deram lugar a Tony e Léo Silva, respectivamente. Sem o esquema com três zagueiros o Alvinegro se lançou para a frente e teve a primeria chance aos dez minutos, quando Juninho chutou sobre o gol.

A ousadia de Ney foi premiada aos 15 minutos, quando Eduardo fez boa jogada pela esquerda, chutou cruzado e Tony, na corrida, desviou para o fundo da rede. Por muito pouco o Glorioso não empatou dois minutos depois, quando Magrão defendeu chute de Eduardo.

O Sport se sentiu pressionado e acabou abusando um pouco das faltas. A postura custou a expulsão de Hamilton, que deu entrada violenta em Lucio Flavio, por trás, aos 27 minutos. Dois minutos depois Magrão operou um verdadeiro milagre. Lucio Flavio cobrou falta, Fahel escorou e o goleiro se esticou para espalmar. Aos 34 foi a vez de Fahel arriscar, com perigo, sobre o gol.

Juninho voltou a criar problemas para o goleiro Magrão aos 36, quando cobrou falta com violência, forçando outra grande defesa do arqueiro pernambucano. A pressão se tornou insuportável e o Sport sucumbiu a ela aos 40 minutos. Lucio Flavio cobrou escanteio e Fahel, livre de marcação, escorou para o fundo da rede, empatando o jogo.

Nos acréscimos quem teve a melhor chance foi o Sport, que viu Luciano Henrique chutar, de dentro da área, para grande defesa de Castillo, que assegurou o empate.

As duas equipes voltam a campo no próximo domingo. O Botafogo, às 18h30 (de Brasília), faz o clássico carioca com o Fluminense, no Maracanã. Mais cedo, às 16h, o Sport recebe o Flamengo, na Ilha do Retiro, em Recife (PE).

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-RJ 2 x 2 SPORT-PE

Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 30 de maio de 2009 (sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Jaílson Freitas (BA)
Assistentes: Luiz Carlos Teixeira e Adson Leal (ambos da BA)
Renda: R$ 100.785,50
Público: 8.555 pagantes
Cartões amarelos: Teco, Lucio Flavio, Fahel e Thiaguinho (Botafogo) e Moacir, Hamilton, Magrão e Juliano (Sport)
Cartões vermelhos: Hamilton (Sport)
Gols:
BOTAFOGO: Tony, aos 15, e Fahel, aos 40 minutos do segundo tempo
SPORT: Wilson aos 7, e Weldon, aos 20 minutos do primeiro tempo

BOTAFOGO: Castillo, Leandro Guerreiro, Juninho e Teco (Tony); Alessandro (Thiaguinho), Fahel, Túlio Souza (Léo Silva), Lucio Flavio e Eduardo; Laio e Victor Simões
Técnico: Ney Franco
SPORT: Magrão, Igor, César e Durval; Moacir (Juliano), Hamilton, Sandro Goiano (Eliseu), Luciano Henrique e Dutra; Weldon (Dudé) e Wilson
Técnico: Levi Gomes

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/30/581434.html
Oceanus
Com um jogador a mais, Galo decepciona e fica no zero com o Ramalhão

Marcelinho deixa o Santo André com dez jogadores ao ser expulso no início do segundo tempo. Atlético pressiona, mas não consegue marcar

O Atlético-MG decepcionou os quase 27 mil torcedores que compareceram neste sábado à noite ao Mineirão para assistir ao confronto contra o Santo André. Mesmo com um jogador a mais desde os sete minutos do segundo tempo (Marcelinho Carioca foi expulso), não conseguiu superar a retranca do Ramalhão e ficou só no empate por 0 a 0.

O Galo, que poderia alcançar provisoriamente a liderança se vencesse, fica em segundo lugar, com oito pontos. O time do ABC soma agora cinco pontos e começará o domingo na oitava colocação.

Na próxima rodada, o Santo André recebe o Santos no Bruno José Daniel, às 21h de quinta-feira, e o Galo faz o duelo dos Atléticos no Paraná, às 16h de domingo.

Primeiro tempo morno

Jogando em casa, embalado pela invencibilidade e pela perspectiva de dormir neste sábado na liderança do Brasileirão, o Atlético-MG tomou a iniciativa e tentou encurralar o Santo André desde o início. Com Éder Luís aberto pela direita, explorando as descidas do lateral-esquerdo Gustavo Nery, do Ramalhão, o Galo buscou o gol desde o início.

No entanto, o time visitante, marcando bem e posicionado corretamente em campo, começou a partida sem dar chances ao adversário, e, ainda por cima, criando boas jogadas em contra-ataques. Só que faltava pontaria de um lado e de outro.

O Atlético teve chances aos 11, em chute de Carlos Alberto, e aos 16, com Eder Luís. O primeiro chutou para fora. O segundo errou a bola após cruzamento de Thiago Feltri. Minutos antes, aos oito, o Santo André havia perdido uma oportunidade com Nunes, que não conseguiu alcançar o bom cruzamento de Pablo Escobar

Como a pontaria não foi o ponto forte dos dois times, os goleiros praticamente não apareceram. A não ser para cortar cruzamentos incorretos. A correria do início da partida foi dando lugar a uma certa morosidade. Os dois times passaram a tocar mais a bola - com o Galo dominando a posse pela maior parte do tempo, mas sem ameaçar efetivamente o gol de Neneca.

Segundo tempo quente

O segundo tempo, apesar da falta de gols, foi bem mais quente. Logo aos sete minutos, Marcelinho Carioca exagerou em um carrinho sobre Thiago Feltri e levou o cartão vermelho. Imediatamente após a expulsão do meia do Santo André, o Atlético partiu com tudo para cima do Ramalhão.

A blitz mineira, no entanto, não deu resultado. Sérgio Guedes, técnico do time do ABC, tirou o atacante Antônio Flávio e colocou em campo o volante Dionísio. Com isso, bloqueou a entrada da área de sua equipe. O Galo batia no muro azul, que com o passar do tempo ia se tornando intransponível.

Mas o problema dos mineiros não era apenas esse. Como eles saíam em bloco para o ataque, abriam espaços para perigosos contra-ataques do Santo André. Tanto que, apesar do amplo domínio do time alvinegro, foi a equipe azul que perdeu a melhor chance da segunda etapa. Aos 33, Júnior Dutra desceu pela esquerda e cruzou rasteiro. Nunes, livre, chutou para o gol, mas o goleiro Aranha, que estreava pelo Galo, salvou, dividindo com o atacante rival e afastando o perigo.

O Atlético continuou em cima e passou a cruzar bolas na área adversária. Mas nem pelo alto teve jeito. O gol defendido por Neneca estava trancado.

Ficha técnica:

ATLÉTICO-MG 0 x 0 SANTO ANDRÉ

ATLÉTICO-MG

Aranha, Carlos Alberto (Evandro), Welton Felipe, Leandro Almeida e Thiago Feltri; Renan, Jonílson (Elder Granja), Márcio Araújo e Júnior; Éder Luís (Alessandro) e Diego Tardelli.

Técnico: Celso Roth.

SANTO ANDRÉ

Neneca, Cicinho (Ricardo Goulart), Marcel, Vinícius e Gustavo Nery; Fernando, Ricardo Conceição, Marcelinho Carioca, Pablo Escobar (Júnior Dutra); Antônio Flávio (Dionísio) e Nunes.

Técnico: Sérgio Guedes.

Cartões amarelos: Jonílson, Tardelli, Júnior, Welton Felipe, Renan (Atlético-MG), Nunes, Vinícius, Marcel, Ricardo Conceição (Santo André). Cartão vermelho: Marcelinho Carioca (Santo André).
Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte. Data: 30/05/2009. Árbitro: Claudio Luciano Mercante Junior (PE). Auxiliares: José Pedro Wanderlei da Silva (PE) e Erich Bandeira (PE). Público: 26.663 pagantes

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...O+MINEIRAO.html


Oceanus
Coxa tropeça outra vez e perde em casa para o Goiás

O jejum de vitórias em casa e no Campeonato Brasileiro 2009 continua para o Coritiba, que neste sábado perdeu por 3 a 1 para o Goiás, em pleno Estádio Couto Pereira, e voltou a ocupar a lanterna da competição, com apenas um ponto ganho. Já o adversário conseguiu seu primeiro êxito e, com cinco pontos, renasceu na classificação, subindo provisoriamente para a sétima colocação.

A equipe esmeraldina conseguiu um pênalti logo aos dois minutos do primeiro tempo. Depois de cobrar duas vezes, Felipe abriu o placar aos seis minutos. Aos 30 minutos, Iarley recebeu após o contra-ataque e tocou na saída do goleiro para ampliar. Novamente Felipe, em cobrança de falta ensaiada, anotou mais um para os visitantes, aos 38 minutos.

Depois do intervalo, com uma nova postura, o Coxa marcou o primeiro aos cinco minutos, com Marcelinho Paraíba, que tirou da zaga e bateu para dentro das redes. Aos 21 minutos, Rafael Tolói foi expulso e alimentou ainda mais as esperanças dos paranaenses. Porém, a reação não se converteu em gols.

Na próxima rodada o Coritiba vai a São Paulo, onde enfrenta o Corinthians, no sábado, no Estádio do Pacaembu. Antes, o Coxa decide uma vaga nas finais da Copa do Brasil diante do Internacional. Já o Goiás encara o Barueri no domingo, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia.

O jogo: Mesmo com uma formação diferente, o técnico René Simões colocou em campo um time com mais titulares do que se esperava. Mas, foi a equipe esmeraldina que saiu para o ataque e conseguiu um pênalti logo aos quatro minutos. Felipe foi para a cobrança, Vanderlei defendeu e o árbitro mandou voltar. Na segunda cobrança, bola no fundo das redes. Aos 12 minutos, boa jogada de Marcelinho, que levantou para Bruno Batata, que não alcançou.

O Coxa tentava se recuperar do gol, mas parava em uma defesa bem postada. Aos 14 minutos, Marcelinho Paraíba cobrou falta e Harlei fez a defesa sem dificuldade. Já aos 18 minutos, a cabeçada à queima-roupa de Pereira exigiu uma bela intervenção do goleiro goiano. A resposta veio aos 20 minutos, com Fábio Bahia abrindo espaço, mas isolando a bola. Aos 24 minutos, Iarley foi lançando, mas não alcançou a bola, perdendo uma grande chance.

O Goiás esperava o Coritiba em seu campo, com uma defesa fechada, apostando nos contra-ataques para tentar matar a partida. E a tática deu certo aos 30 minutos, com Iarley recebendo de Ramalho de frente para ao gol e disparando para o fundo das redes.

Em má situação,o técnico René Simões colocou Leandro Donizete, passando o time para o 4-4-2. Mas aos 38 minutos, Felipe cobrou falta na entrada da área e marcou o terceiro do Goiás.

No segundo tempo, tentando se recuperar, René colocou em campo o atacante Ariel Nahuelpan. E a reação começou aos cinco minutos, com Marcelinho Paraíba driblando a zaga esmeraldina e batendo sem chances para Harlei. O Goiás respondeu com Iarley, que aos oito minutos aproveitou mais um vacilo da zaga para dominar e bater para fora. Aos 11 minutos, Marcelinho cobrou falta e Harlei afastou o perigo.

A torcida coxa-branca apoiava o time sem parar e os jogadores respondiam em campo mostrando uma outra postura. Aos 16 minutos, Rafael Tolói mandou a bomba de fora da área e Vanderlei, em dois tempos, fez a defesa. O mesmo Tolói, aos 21 minutos, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. Na cobrança de falta, Marcelinho bateu forte e a bola subiu demais.

Com um jogador a mais, o Coritiba se animou ainda mais para tentar diminuir a diferença no placar, mas a marcação continuava dura. Aos 28 minutos, Renatinho tentou bater de primeira, mas acertou na defesa.

Aos 30 minutos, Renatinho abriu espaço e bateu na trave. Aos 37 minutos, Marcelinho cobrou falta, mas carimbou a barreira. Aos 40 minutos, Bruno Batata arriscou o chute, a bola desviou no caminho e saiu. A última tentativa foi de Leandro Donizete, aos 47 minutos, com um chute pela linha de fundo.

FICHA TÉCNICA
CORITIBA 1 X 3 GOIÁS

Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR)
Data: 30 de maio de 2009, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Pablo dos Santos Alves (RJ)
Auxiliares: Hilton Moutinho Rodrigues (Fifa-RJ) e Dibert Pedrosa Moisés (Fifa-RJ) Cartões amarelos: Carlinhos Paraíba, Márcio Gabriel, Ariel Nahuelpan, Leandro Donizete, Jaílton e Pereira (Coritiba); Amaral, Rafael Tolói, Felipe Menezes, Iarley, Fabio Bahia, Harlei e Ramalho (Goiás)
Cartão vermelho: Rafael Tolói (Goiás)

GOLS: CORITIBA: Marcelinho Paraíba, aos cinco minutos do segundo tempo
GOIÁS: Felipe, aos seis minutos e aos 38 minutos; Iarley, aos 30 minutos do primeiro tempo

CORITIBA: Vanderlei, Cleiton (Leandro Donizete), Felipe e Pereira; Márcio Gabriel, Jaílton, Pedro Ken (Ariel Nahuelpan), Carlinhos Paraíba e Vicente (Renatinho); Marcelinho e Bruno Batata
Técnico: René Simões

GOIÁS: Harlei; Ernando, Leandro Eusébio e Rafael Tolói; Fábio Bahia, Amaral (Everton), Ramalho, Felipe Menezes (João Paulo) e Júlio César; Felipe e Iarley (Zé Carlos)
Técnico: Hélio dos Anjos

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/30/581436.html
Oceanus
Com gol do Imperador, Flamengo passa pelo Atlético-PR

Na volta de Adriano, o Flamengo não decepcionou e bateu o Atlético-PR por 2 a 1, pelo Campeonato Brasileiro, no Maracanã. Com o resultado, o time da casa chega aos sete pontos ganhos e se aproxima da luta pelo G4. Na outra ponta da tabela, o Furacão permanece na zona de rebaixamento, na penúltima posição, com apenas um ponto ganho em quatro rodadas.

O Mengão abriu o placar depois de muita pressão. Aos 14 minutos, Juan cruzou, Antônio Carlos desviou contra o próprio gol e matou o goleiro Vinicius. Na segunda etapa, o Imperador precisou de um minuto para balançar as redes, de cabeça, fazendo a festa da torcida que compareceu em massa ao Maracanã. Aos 24 minutos, Rafael Moura, de pênalti, descontou.

Na próxima rodada, o Flamengo vai ao Recife, onde enfrenta o Sport, domingo, na Ilha do Retiro. Já o Atlético Paranaense recebe o xará Atlético Mineiro, no mesmo dia, na Arena da Baixada, em Curitiba.

O jogo

O time carioca não perdeu tempo e partiu para cima do Furacão. Logo no primeiro lance, Williams desceu em velocidade e cruzou, mas a bola saiu pela linha de fundo. Aos três minutos, na pressão, Léo Moura apareceu na área para cabecear e exigir grande defesa de Vinicius. O Imperador apareceu com destaque pela primeira vez aos seis minutos, com um desvio perigoso que passou raspando a trave.

O Flamengo era todo ataque e quase abriu o placar aos nove minutos, com uma cabeçada mortal de Adriano que Vinicius se esticou todo para salvar. Aos 13 minutos, Rafael Moura tentou responder, fez fila na zaga, mas finalizou muito mal, para fora. Porém, o jogo era flamenguista e, aos 14 minutos, Juan tentou o cruzamento, Antônio Carlos desviou contra o patrimônio e balançou as redes.

O Furacão encontrava muita dificuldade para sair jogando e não conseguia interceptar o toque de bola do Rubro-Negro carioca. Aos 21 minutos, Marcinho cobrou falta nas mãos de Bruno. Depois de um começo eletrizante, o ritmo da partida caiu. Aos 29 minutos, Toró aproveitou vacilo de Marcinho e tocou para defesa de Vinicius. Aos 37 minutos, Marcinho foi lançado, mas bateu pela linha de fundo.

Na segunda etapa, a torcida precisou de somente um minuto para fazer a festa com o Imperador. Léo Moura fez o cruzamento perfeito e Adriano tocou de cabeça para o fundo das redes. O Atlético tentou devolver na mesma moeda, com Rafael Moura, que desviou de cabeça para defesa tranqüila de Bruno. Aos nove minutos, Léo Moura arriscou o chute, mas sem direção.

O Flamengo continuava melhor na partida e estava mais próximo do terceiro gol do que os paranaenses do primeiro, apesar dos esforços de Rafael Moura, como aos 12 minutos, com um chute que contou com a zaga chegando a tempo pra salvar. Aos 16 minutos, novamente Adriano chegou na jogada aérea, mas Vinicius estava esperto. Aos 22 minutos, Márcio Azevedo arriscou um chute cruzado e Bruno fez a defesa.

Tentando reagir, o Furacão melhorou na partida e já arriscava alguns chutes a gol. Aos 24 minutos, Márcio Azevedo foi derrubado na área e o árbitro deu pênalti. Na cobrança, Rafael Moura balançou as redes. Aos 31 minutos, Patrick partiu em velocidade, mas a bola correu mais do que ele. Aos 38 minutos, Ibson abriu espaço e bateu, mas a bola subiu. Aos 42 minutos, Everton Silva fez o cruzamento e a zaga atleticana afastou o perigo.

FLAMENGO 2 X 1 ATLÉTICO/PR

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 31 de maio de 2009, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Paulo Ricardo Silva Conceição (RS)
Cartões amarelos: Léo Moura e Everton Silva (Flamengo); Rhodolfo, Chico, Márcio Azevedo (Atlético-PR)

Gols:FLAMENGO: Antônio Carlos (contra), aos 14 minutos do primeiro tempo e Adriano, a 1 minuto do segundo tempo
ATLÉTICO-PR: Rafael Moura, aos 24 minutos do segundo tempo

FLAMENGO: Bruno, Williams, Aírton e Ronaldo Angelim; Leonardo Moura (Everton Silva), Toró (Wellington), Kléberson, Ibson e Juan; Emerson (Everton) e Adriano
Técnico: Cuca

ATLÉTICO/PR: Vinícius; Rhodolfo, Antonio Carlos e Chico; Raul (Manuel), Rafael Miranda (Wesley), Valencia, Julio dos Santos e Márcio Azevedo; Marcinho (Patrick) e Rafael Moura.
Técnico: Geninho

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/31/581512.html
Oceanus
São Paulo faz a festa no Morumbi e vence Cruzeiro

A tarde deste domingo foi de festa no estádio do Morumbi. No dia em que a Fifa confirmou a capital paulista como sede da Copa do Mundo de 2014, o São Paulo voltou a apresentar um bom futebol e venceu o Cruzeiro por 3 a 0, pelo Campeonato Brasileiro.

A torcida do Tricolor, que vestiu camisa amarela para comemorar a escolha de seu estádio, teve motivos para ficar satisfeita com a equipe, que foi alterada por Muricy Ramalho para conquistar sua primeira vitória neste Nacional. Hernanes, Dagoberto e Jorge Wagner foram barrados. Assim, Marlos, Borges e Junior Cesar foram colocados em campo.

Sem sofrer ameaças, o Tricolor abriu vantagem com gols de Washington e Borges no primeiro tempo. Aliás, o camisa 17 mostrou novamente alegria, poucos dias depois de reclamar da reserva. Já na etapa complementar, Dagoberto completou o placar depois de substituir o Coração Valente.

As duas equipes voltam a se enfrentar no dia 17, mas pelas quartas de final da Copa Libertadores. Antes, ambos os clubes têm mais compromissos pelo Brasileirão.

O jogo:Com sua nova formação, o São Paulo iniciou a partida apostando na velocidade de Marlos. No entanto, o primeiro lance de perigo saiu para o Cruzeiro, dos pés de Fabrício, que chutou forte da intermediária, mas Denis segurou. Na resposta do Tricolor, o árbitro assinalou impedimento de Borges no lance em que o atacante passou para Zé Luis tocar para as redes.

Melhor na partida, o São Paulo abriu o placar aos 12 minutos. Depois de lançamento de Miranda de longe, Washington disputou pelo alto dentro da área com dois zagueiros cruzeirenses. Na falha dos dois defensores, o Coração Valente tocou para as redes de cabeça.

No lance seguinte, o Cruzeiro tentou mostrar que não sentiu o gol. Assim, o time visitante carimbou a trave de Denis, em conclusão de Gerson Magrão, depois de cruzamento da esquerda. Com o placar favorável, o São Paulo aguardou os avanços da Raposa para responder em contragolpes perigosos.

Em uma oportunidade dos visitantes, Fabrício cobrou falta da meia-lua e carimbou a barreira. O Tricolor, então, aproveitou a tarde inspirada do estreante Marlos para criar boas jogadas. Aos 26 minutos, o garoto carregou a bola pela direita, limpou a marcação e bateu com perigo, exigindo ótima defesa de Fábio.

Instantes depois, aos 31, o time de Muricy Ramalho ampliou a vantagem. Marlos fez jogada pela direita e passou para Zé Luis, que cruzou na pequena área para Borges completar para as redes. O atacante, que durante a semana reclamou por ter ficado no banco, correu para comemorar diante da torcida.

O time mineiro ainda teve boa chance para diminuir pouco depois. Kléber passou por André Dias na direita e cruzou, mas Ramires errou ao tentar de letra e desperdiçou boa condição de marcar.

No intervalo, Adilson Batista sacou Gerson Magrão para a entrada de Athirson. No entanto, a primeira jogada de perigo saiu com o São Paulo. Zé Luis recebeu passe com liberdade pela direita a cruzou rasteiro para Borges finalizar, mas Fábio fez boa defesa. No lance seguinte, Fabrício chutou mal e facilitou o trabalho de Denis.

O São Paulo continuou em situação confortável na partida, já que o Cruzeiro demonstrou dificuldade para esboçar perigo na frente. Assim, para mudar o panorama ofensivo, Adilson Batista sacou Wellington Paulista para a entrada de Zé Carlos. Já Muricy tirou Washington para colocar Dagoberto.

Pouco depois, o Cruzeiro passou por nova mudança. Athirson se machucou e foi substituído por Elicarlos. O São Paulo continuou mais perigoso na frente. Dagoberto fez jogada individual pela direita, passou por um marcador e chutou para fora, enquanto Borges esperava o passe na área. No lance seguinte, André Dias aproveitou bola espirrada pela zaga celeste e chutou por cima do travessão.

Sem dar chances aos visitantes, o Tricolor marcou o terceiro aos 27 minutos. Dagoberto recebeu lançamento na direita e chutou forte, rasteiro, para balançar as redes da meta defendida pelo goleiro Fábio. Depois do gol, o São Paulo só precisou administrar o resultado para manter a festa.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 3 X 0 CRUZEIRO

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 31 de maio de 2009, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Evandro Rogério Roman (Fifa-PR)
Assistentes: Márcia Bezerra Lopes Caetano (Fifa-RO) e Gilson Bento Coutinho (PR)
Cartões amarelos: Miranda (São Paulo). Wellington Paulista (Cruzeiro)
Público: 51.800
Renda: R$ 51.800,00
GOLS: Washington, aos 12, e Borges, aos 31 minutos do primeiro tempo. Dagoberto, aos 27 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Denis; Renato Silva, André Dias e Miranda; Zé Luis, Eduardo Costa, Jean, Marlos (Hernanes) e Junior Cesar; Borges e Washington (Dagoberto)
Técnico: Muricy Ramalho

CRUZEIRO: Fábio; Jonathan, Thiago Heleno, Léo Fortunato e Gerson Magrão (Athirson) (Elicarlos); Fabrício, Henrique, Marquinhos Paraná e Ramires; Kléber e Wellington Paulista (Zé Carlos)
Técnico: Adilson Batista

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/31/581514.html
Oceanus
No último lance, Vitória bate o Grêmio com golaço de Leandro Domingues

Leão derrota o Tricolor gaúcho por 1 a 0, aos 47 do segundo tempo, e entra no tão sonhado G-4

Um lance perfeito. Foi assim que o Vitória conseguiu derrotar o Grêmio, por 1 a 0, neste domingo, no Barradão. Depois de tentar, martelar e insistir por 90 minutos, o Rubro-Negro só conseguiu abrir o placar aos 47 do segundo tempo, num golaço de Leandro Domingues. O Leão termina a quarta rodada do Brasileirão com nove pontos, entra no G-4 e é vice-líder. O Tricolor gaúcho continua com quatro.

Na próxima rodada, o Grêmio recebe o Náutico, na quinta-feira, no Olímpico, às 21h. O Vitória joga no domingo, no Palestra Itália, contra o Palmeiras, às 16h.

A confirmação de Salvador como uma das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 foi em ritmo de axé. Os cantores Tatau e Ivete Sangalo comandaram a comemoração no estádio Barradão, após o anúncio do presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, em reunião do comitê da entidade em Nassau (capital das Bahamas). A musa, inclusive, deu o primeiro toque na bola antes do duelo pelo Nacional.

Vitória mais agudo

Muita correria e pressão dos baianos. Este foi o panorama do primeiro tempo da partida. Um duelo que começou com muito estudo por parte dos dois times. Só aos dez minutos surgiu a primeira chance de gol. Leandro Domingues cobrou falta para a área, o zagueiro Victor Ramos subiu sozinho entre os tricolores e cabeceou com muito perigo. O lance fez o técnico Paulo Autuori se levantar pela primeira vez do banco de reservas. O Grêmio entrou em campo com um time misto por conta do desgaste do jogo da última quarta-feira contra o Caracas, na Venezuela, pela Libertadores, quando empatou por 1 a 1.

Sem força ofensiva, o Tricolor gaúcho pouco ameaçava. O primeiro chute a gol foi de Souza, aos 12. Ele entrou na área do Leão, gingou na frente da marcação, mas bateu fraco pela linha de fundo. Cinco minutos mais tarde, o Vitória respondeu com um ótimo chute de Adriano. O atacante bateu rasteiro, da entrada da área, e acertou a trave.

O desenho do jogo estava claro. Vitória no ataque, e Grêmio no contra-ataque, mas sem velocidade. Numa das poucas investidas dos gremistas, o atacante Alex Mineiro pediu pênalti. Ele se enroscou com os defensores rubro-negros e caiu na área. Wagner Tardelli nada marcou.

Apesar de tentar envolver o Grêmio com toques rápidos e ultrapassagens pelas laterais, especialmente com Apodi, o Vitória passou a investir nos chutes de fora da área. Aos 32, Willian bateu de longe o obrigou Victor a fazer bela defesa. Quatro minutos depois, a bola aérea por pouco não deixou o Tricolor inaugurar o marcador. Souza cobrou escanteio, Réver cabeceou para o chão na primeira trave e quase conseguiu surpreender o goleiro Viafara.

O jogo ficou mais aberto. Aos 39, a melhor chance. Apodi foi lançado na direita, avançou com velocidade até entrar na área e bateu firme. Victor, goleiro da seleção brasileira, cresceu para cima do ala e impediu a abertura do placar. Fim de primeiro tempo: Vitória melhor, mas sem vantagem.

Leão tenta de todas as formas

Cruzamentos, chutes de fora da área e tabelas. O setor ofensivo do Vitória começou o primeiro tempo de forma persistente em busca do gol. O ala pela direita Apodi era o mais acionado do time baiano, mas não conseguia furar o bloqueio gremista. Paulo Autuori voltou para a etapa final com duas mudanças: Jonas no lugar de Alex Mineiro, e Jadílson no lugar de Adilson. Jonas ficaria pouco tempo em campo. Primeiro ele fez uma falta boba em Vanderson e recebeu o amarelo, aos sete. Aos 23, atingiu Apodi no meio-campo e foi para a rua.

Antes, porém, viu o zagueiro Anderson Martins quase marcar para o Vitória. Aos 20, o defensor fugiu das suas características, soltou uma bomba de muito longe, cheia de efeito, mas Victor estava atento para impedir o gol. Depois desse lance, a partida ficou concentrada no meio-campo e sem grandes jogadas de efeito. O meia Souza tentou dar fim ao clima de monotonia com um chute forte, aos 35. De longe, o camisa 8 obrigou Viafara a fazer uma defesa difícil.

No últimos dez minutos, quem ficou mais perto do gol foi o Grêmio. Aos 43, o argentino Maxi López quase conseguiu fazer valer a força do contra-ataque dos visitantes. Ele ganhou do marcador, bateu forte de pé esquerdo e Viafara salvou o Leão. Parecia que o jogo terminaria assim, sem gols. Só parecia. Aos 47, Leandro Domingues olhou para o gol, olhou novamente, e acertou um chute no ângulo do goleiro Victor. Essa não dava para defender. Último lance do jogo, e vitória do Rubro-Negro de Salvador.

Ficha técnica:

VITÓRIA 1 x 0 GRÊMIO

VITÓRIA

Viafara; Wallace, Victor Ramos, Anderson Martins (Ramon); Apodi, Vanderson, Leandro Domingues, Willian (Roger) e Uellinton; Adriano (Elkeson) e Neto Baiano.

Técnico: Paulo C. Carpegiani.

GRÊMIO

Victor; Léo, Rafael Marques e Réver; Ruy, Túlio, Adilson (Jadílson), Souza e Fábio Santos; Alex Mineiro (Jonas) e Maxi López (Douglas Costa).

Técnico: Paulo Autuori.

Gols: Leandro Domingues, aos 47 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Apodi (Vitória); Fábio Santos, Jonas, Léo, Jadílson, Souza (Grêmio). Cartão vermelho: Jonas (Grêmio).
Estádio: Barradão, Salvador. Data: 31/05/2009. Árbitro: Wagner Tardelli Azevedo. Auxiliares: Angelo Rudimar Bechi (SC) e Alcides Zawaski Pazetto (SC).

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...84-9827,00.html


Oceanus
Náutico empata no fim, e Fluminense fica sem a vitória que valeria um pouco de paz

Com defesas senscionais Berna, tricolores venciam até os 49 minutos do primeiro tempo, mas Maicon cometeu falta em Anderson Lessa na área

Gilmar acabou com a festa do Fluminense no Campeonato Brasileiro, que adminstrou a vitória nos Aflitos até os 49 minutos do segundo tempo. O jogador do Náutico, em cobrança de pênati, empatou a partida em 1 a 1. O goleiro Ricardo Berna, que vinha muito bem no jogo, não conseguiu defender a cobrança, que foi originada por Maicon em Anderson Lessa.

O não Fluminense conseguiu na tarde deste domingo a primeira vitória fora de casa. O time passou por um sério problema na terça-feira passada e teve até jogador afastado do elenco.

O Náutico tentou várias vezes, mas o goleiro Ricardo Berna estava lá para defender várias tentativas dos pernambucanos. O camisa 1 foi um dosa grandes destaques do time tricolor. Agora resta saber se ele será mantido para enfrentar o Botafogo na próxima rodada da competição, domingo que vem.

O goleiro Ricardo Berna substituiu o titular Fernando Henrique, afastado do time por que um amigo seu sacou uma arma dentro do clube e efetuou disparos para o alto, na tentativa de pôr fim a uma invasão, na última terça-feira, de torcedores nas Laranjeiras.

O estreante Diogo, meia que atuou na lateral direita, lançou com perfeição na grande área para Fred, que chutou cruzado, aos nove minutos do primeiro tempo, sem chance de defesa para o goleiro Eduardo. O atacante acabou com um jejum de cinco partidas sem balançar a rede adversária.

O Náutico buscava o empate até que Marquinho fez falta desnecessária e Júnior Carioca num contra-ataque. O atacante Carlinhos Bala cobrou, mas Ricardo Berna estava lá para defender.

Em rápida jogada pela esquerda, Fred cruzou para o apoiador Marquinho tentar o segundo do Flu. O goleiro Eduardo conseguiu impedir o gol tricolor. Em vantagem no placar, os cariocas ficaram atrás, esperando para jogar em contra-ataques. Essa postura dificultou o Náutico, que não encontrava espaços.

Quase no fim da etapa inicial, os pernambucanos ainda tentaram alguma pressão sobre o Fluminense. Mas foi o Tricolor que emendou um contra-ataque: Thiago arrancou do seu campo de defesa, tocou para Conca, que devolveu para o camisa 10 entrar pela esquerda e mandar um balaço na trave direita de Eduardo.
Na entrada da área do Fluminense, Diogo fez falta em Anderson Santana. Carlinhos bala ajeitou a bola e bateu no ângulo direito do goleiro. Ricardo Berna foi lá em cima para defender e impedir o gol de empate do Náutico.

No intervalo do segundo tempo, o técnico Waldemar Lemos mexe no time e Náutico passa a atacar mais

O Náutico voltou a campo com muita vontade de empatar a partida. Em quatro minutos foram dois ataques perigosíssimos para os pernambucanos. No primeiro minuto de jogo, Asprilla cabeceou a bola no travessão do goleiro do Fluminense.

Numa saída errada de Diogo, o Náutico recuperou a bola dos tricolores e quase empatou. Carlinhos Bala mandou a bola no ângulo, e Ricardo Berna, mais uma vez, estava lá para fazer sensacional defesa. A torcida pernambucana se inflamou com as jogadas.

Wellington Monteiro subiu ao ataque e chutou com força. Eduardo, bem colocado, mandou a bola parea escanteio. Na cobrança, Fred aparece no lance e cabeceia para o chão. Eduardo, novante, salva o Náutico.

Aos 26 da etapa final, Anderson Santana cruzou na área do Fluminense e Gladstone cabeceou à queima-roupa. Ricardo Berna, de forma incrível, defendeu. Pressão total no Náutico, que não saia da área do Fluminense. Maicon salvou praticamente em cima da linha uma cabeçada perigosa de Carlinhos Bala.

Carlinhos Bala recebeu em condição legal dentro da área e perdeu excelente oportunidade. Ricardo Berna saiu no abafa e impediu a conclusão da jogada, que poderia ser o gol de empate.

Mas aos 49 do segundo tempo, Maicon tentou driblar Anderson Lessa na área e cometeu pênalti. Gilmar cobrou e empatou a partida em 1 a 1.

NÁUTICO 1 x 1 FLUMINENSE

NÁUTICO

Eduardo, Gladstone, Vágner Silva e Asprilla (Galliardo); Derley, Johnny, Júnior Carioca (Dinda), Carlinhos Bala e Anderson Santana; Kuki (Anderson Lessa) e Gilmar

Técnico: Waldemar Lemos

FLUMINENSE

Ricardo Berna, Diogo, Luiz Alberto, Edcarlos e João Paulo; Wellington Monteiro, Marquinho, Carlos Eduardo (Maicon) e Conca; Thiago Neves (Alan) e Fred

Técnico: Carlos Alberto Parreira

Gols: Fred, aos nove minutos do primeiro tempo; Gilmar, aos 49 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Asprilla, Dinda, Vágner Silva e Derley (Náutico); Carlos Eduardo e Thiago Neves (Fluminense). Cartões vermelhos: Derley (Náutico); Luiz Alberto (Fluminense)
Estádio: Aflitos Data: 31/05/2009 Renda: R$ 109.935 Público: 17.781 presentes. Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP) Auxiliares: Ednilson Corona (SP) e Emerson Augusto de Carvalho (SP)


Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...IDA+DO+FLU.html
Oceanus
Santos bate reservas do Corinthians e mantém embalo no Brasileirão

Aproveitando-se da boa fase e do fato de o Corinthians ter escalado os seus reservas, o Santos não tomou conhecimento do rival e conquistou mais uma vitória no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, com dois gols de Paulo Henrique 'Ganso' e um de Madson, o Peixe venceu o time do Parque São Jorge por 3 a 1 na Vila Belmiro. Renato descontou.

Invicto e com oito pontos conquistados, o Alvinegro praiano assume provisoriamente a terceira colocação do Brasileirão depois de ter a sua revanche da final do Campeonato Paulista. Agora, passa a se concentrar no seu próximo desafio, contra o Santo André, quinta-feira, fora de casa.

Já o Timão, 13° colocado com quatro pontos, decidirá uma vaga na final da Copa do Brasil na quarta-feira, diante do Vasco. Depois, enfrentará o Coritiba no sábado, no Pacaembu.

O jogo - O clássico começou com as estratégias das duas equipes bem definidas: o Santos atacava bastante, enquanto o Corinthians se preocupava em se defender, saindo rapidamente nos contra-golpes. A primeira chance de gol aconteceu aos 10 minutos, dos santistas, quando Madson desceu em velocidade pelo lado esquerdo e cruzou. Kléber Pereira acompanhou a jogada, porém não conseguiu completar para o gol, 'furando' a cabeçada.

O Timão não demorou para responder. Poderia até ter aberto o marcador aos 13 minutos. O meia Lulinha começou a jogada, o centroavante Souza lançou Morais, que pegou de primeira na bola e exigiu uma grande defesa de Fábio Costa.

A partir daí, 'só' o Peixe jogou no primeiro tempo. A superioridade começou a ficar mais clara quando, aos 17, o ala Luizinho tabelou com Rodrigo Souto antes de tocar para Paulo Henrique Lima. O meia acompanhou o lance e teve apenas o trabalho de completar para o gol. O goleiro Júlio César ainda tentou evitar, com uma defesa em dois tempos, mas a bola já havia ultrapassado a linha em sua totalidade.

Empolgado pela abertura do placar e com os corintianos perdidos em campo, o Alvinegro praiano continuou atacando, em busca de aumentar a sua vantagem antes do intervalo. E conseguiu. Aos 30 minutos, o Santos se aproveitou de um erro dos rivais Lulinha e Renato para marcar o seu segundo tento na partida. Paulo Henrique Lima tocou para Kléber Pereira, que chutou forte, para defesa de Júlio César. No rebote, 'Ganso' fez o seu segundo gol no jogo.

Em tarde inspirada, com toques refinados, Paulo Henrique Lima quase fez mais um, ao exigir boa defesa do arqueiro corintiano em um arremate colocado, de fora da área.

Na volta para a etapa complementar, o Peixe quase fez o terceiro. Léo realizou uma grande jogada individual pelo lado esquerdo, driblando dois adversários antes de cruzar para a área. Lulinha afastou mal, e Kléber Pereira, de voleio, quase deixou a sua marca.

Recuperado do susto, o Corinthians descontou a vantagem santista. Marcinho, que havia entrado no lugar do meio-campista Jucilei no intervalo, inverteu a bola para Lulinha. O atacante bateu forte, Fábio Costa não segurou e o zagueiro Renato completou para o fundo das redes.

Depois do gol, o time do Parque São Jorge passou a se animar com a possibilidade de chegar ao empate. Ainda assim, o Alvinegro praiano não ampliou por pouco. Molina cobrou um escanteio bem fechado na primeira trave, enganando o goleiro Júlio César, que ainda teve tempo para espalmar a bola e afastar o perigo de sua área.

Dois minutos depois, veio a resposta do Corinthians. Marcinho tentou surpreender Fábio Costa com um chute de fora da área. A bola passou com perigo, à esquerda da meta defendida pelo goleiro do Santos.

Aos 18, novamente o Timão esteve perto de chegar à igualdade no placar. Morais fez uma grande jogada, arrancando em velocidade e passando por seus marcadores antes de finalizar com força. Atento, Fábio Costa espalmou.

No momento em que os corintianos cresciam na partida - tanto que o técnico Vágner Mancini já havia sinalizado com as entradas de Pará e Neymar nos lugares de Luizinho e Molina - Lulinha foi expulso por cometer falta em Léo aos 20 minutos. Os corintianos protestaram bastante contra o árbitro Leandro Pedro Vuaden.

Com mais espaço em campo, os santistas partiram em busca do gol que definiria a vitória. Aos 26, Paulo Henrique Lima obrigou boa defesa de Júlio César, em um chute de fora da área. Logo em seguida, 'Ganso' encontrou Kléber Pereira livre de marcação. O atacante conseguiu dominar a bola, mas Júlio César fez mais uma boa intervenção.

Aos 33, o Alvinegro praiano esteve mais uma vez próximo do seu terceiro gol. Madson se desvencilhou da marcação e cruzou para a pequena área. Júlio César desviou a bola, que foi parar na cabeça de Neymar. O jovem atacante venceu os zagueiros corintianos que estavam debaixo do gol, mas a bola passou rente à trave.

De tanto insistir, Madson foi premiado no final do clássico. O meia começou a jogada pelo lado direito, tocando para o meio da área. Kléber Pereira ajeitou para Germano, que havia acabado de entrar na vaga de Léo, bater cruzado. Atento, o 'Baixinho' completou com tranquilidade para o fundo das redes, selando o triunfo santista.

FICHA TÉCNICA
SANTOS 3 X 1 CORINTHIANS

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 31 de maio de 2009, domingo
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Nilson de Souza Monção e Carlos Augusto Nogueira Júnior (ambos de SP)
Renda: R$ 245.040, 00
Público: 10.666 pagantes
Cartões amarelos: Fabiano Eller (Santos); Souza, Jean, Boquita e Renato (Corinthians)
Cartão vermelho: Lulinha (Corinthians)
GOLS: SANTOS: Paulo Henrique Lima, aos 17 e aos 30 minutos do primeiro tempo; Madson, aos 44 minutos do segundo tempo
CORINTHIANS: Renato, aos cinco minutos do segundo tempo

SANTOS: Fábio Costa; Luizinho (Pará), Fabão, Fabiano Eller e Léo (Germano); Roberto Brum, Rodrigo Souto, Paulo Henrique Lima, Madson e Molina (Neymar); Kléber Pereira
Técnico: Vágner Mancini

CORINTHIANS: Júlio César; Diogo, Jean, Renato e Wellington Saci (Bruno Bertucci); Jucilei (Marcinho), Moradei (Jadson), Boquita e Morais; Lulinha e Souza
Técnico: Mano Menezes

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/31/581517.html
Oceanus
Obina e Keirrison desencantam, mas Verdão empata com Barueri

Obina e Keirrison balançaram a rede neste domingo e quebraram um longo jejum sem marcar. Apesar disso, o Palmeiras não venceu. Mesmo com dois gols de vantagem sobre o Barueri no segundo tempo, a equipe sofreu o empate, por 2 a 2, e deixou escapar o triunfo na Arena Barueri.

Com o empate, o time de Wanderley Luxemburgo soma agora cinco pontos em quatro rodadas e é o 11º colocado. Já o Barueri chega a três pontos, em 16º. Daqui a sete dias, o Palmeiras receberá o Vitória, no Estádio Palestra Itália. Também no domingo, o Barueri visita o Goiás, no Serra Dourada.

Em seu segundo jogo com a camisa do Palmeiras, Obina anotou seu primeiro tento na temporada. O atacante não balançava a rede desde 30 de novembro do ano passado. Keirrison, por sua vez, quebrou um jejum de não marcar desde o dia 9 de maio.

O jogo - O primeiro tempo foi bastante truncado, especialmente depois que começou a chover em Barueri. As duas equipes tiveram dificuldade na criação, e alguns atletas chegaram a escorregar no campo molhado Com isso, os dois goleiros pouco fizeram até o final do primeiro tempo. Mas, na volta do intervalo, o jogo ficou bem mais movimentado.

Aos 11 minutos da segunda etapa, Obina recebeu na entrada da área, dominou com o pé direito e chutou no canto esquerdo do goleiro Renê, para marcar seu primeiro gol com a camisa do Palmeiras e também o primeiro na temporada.

O gol empolgou a equipe alviverde. Outro atacante que estava em jejum, Keirrison ampliou a vantagem a favor do Palmeiras quatro minutos depois. Cleiton Xavier encontrou o jogador bem colocado na área, e o matador não perdoou: chutou de primeira e marcou o segundo.

Diante do resultado adverso, o Barueri foi para o ataque. Dois minutos depois de Keirrison balançar a rede, Pedrão diminuiu para os donos da casa. Em disputa com o zagueiro Marcão, o atacante se desequilibrou e caiu no gramado. Mesmo no chão, ele chutou e acertou o ângulo esquerdo de Marcos.

E os comandados de Estevam Soares não se contentaram. Aos 28 minutos, Marcos saiu jogando mal e entregou para Thiago Humberto, que tocou para Pedrão balançar a rede pela segunda vez nesta noite. Os dois times continuaram dispostos a vencer, mas não sobrou tempo para alterar o marcador.

FICHA TÉCNICA
BARUERI 2 X 2 PALMEIRAS

Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
Data: 31/05/2009 (domingo)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Márcio Luiz Augusto e Vicente Romano Neto (ambos de SP)
Cartões amarelos: Márcio Careca (Barueri); Wendel (Palmeiras)
Cartão vermelho: Wendel (Palmeiras)
Gols:
BARUERI: Pedrão, aos 17 e aos 28 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Obina, aos 11 minutos do segundo tempo, e Keirrison, aos 15 minutos do segundo tempo

BARUERI: Renê; Daniel Marques (Xandão), Leandro Castán e André Luiz; Éder, Everton, Ralf (João Vítor), Thiago Humberto e Márcio Careca; Fernandinho (Camilo) e Pedrão
Técnico: Estevam Soares

PALMEIRAS: Marcos; Wendel, Danilo, Marcão e Armero (Jefferson); Pierre, Mozart (Marquinhos), Cleiton Xavier e Diego Souza; Obina (Ortigoza) e Keirrison
Técnico: Wanderley Luxemburgo

Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/nota/2009/05/31/581545.html
Oceanus
Noite gelada, fase quente: Inter 100% faz 2 a 1 no Avaí

Com apenas dois titulares, Colorado confirma ótimo momento e mantém a ponta no Brasileirão. Talles Cunha e Alecsandro marcam, e Lima desconta

A fase iluminada do Inter não faz distinções: é vitória com time titular, misto ou reserva, dentro ou fora de casa, com calor de torrar ou frio de congelar. A vítima deste domingo foi o Avaí. Com apenas dois titulares no time que começou a partida, o Colorado fez 2 a 1 em um Beira-Rio que mais parecia um iceberg e manteve 100% de aproveitamento no Campeonato Brasileiro. São quatro vitórias em quatro jogos, que rendem a liderança isolada da competição ao time gaúcho.

Os gols colorados foram marcados por Talles Cunha e Alecsandro. Lima, de pênalti, descontou no fim. Com 12 pontos, o Inter já abre três de vantagem para o vice-líder, o Vitória. São 24 jogos de invencibilidade na temporada. O Avaí, em contrapartida, conviveu com algo pior do que os cerca de 10ºC em Porto Alegre: o incômodo de manter o jejum no retorno à Séria A. Após três empates, perdeu a primeira. A equipe de Silas é a 16ª colocada.

A próxima missão vermelha é a batalha contra o Coritiba na quarta-feira, valendo vaga na final da Copa do Brasil. O Inter pode até perder por um gol no Couto Pereira. Pelo Brasileirão, o time gaúcho volta a jogar no domingo, em Belo Horizonte, contra o Cruzeiro. Já o Avaí recebe o São Paulo no mesmo dia.

O Inter não cansa de revelar atacantes rápidos e habilidosos. O próximo da linhagem de Nilmar, Rafael Sobis, Alexandre Pato e Taison pode ser Talles Cunha, que treina com os profissionais desde o ano passado, mas vem recebendo poucas chances como titular. Neste domingo, foi ele que colocou o time colorado na frente do Avaí.

O gol saiu aos 15 minutos do primeiro tempo, um pouco por mérito do Inter, um pouco por bobeada do time de Floripa. Andrezinho bateu falta na direção da área, Danny desviou de cabeça, Bruno errou em bola (incrível: levou um chapéu do gramado) e Talles, pela direita, mandou uma bomba cruzada. Se não tivesse uma rede atrás do goleiro Eduardo Martini, sabe-se lá onde e quando a bola pararia. Belo gol vermelho.

Os reservas do Inter não tiveram a mesma mecânica de jogo dos titulares, mas também souberam criar jogadas vistosas. Em uma delas, quase saiu mais um gol para os gaúchos. Glaydson puxou contra-ataque e rolou para Alecsandro na direita. O centroavante mandou no pé de Talles Cunha, que desta vez errou feio. Perdeu gol imperdível.

O Avaí também deu suas escapulidas ao ataque, mas nada capaz de empolgar os torcedores catarinenses que quase formaram um bloco uniforme de gelo atrás de um dos gols do Beira-Rio. Eles não esperavam tanto frio. O jeito foi pular com chances pouco efetivas mesmo. Caio e Muriqui ficaram perto do gol de Lauro aos 20 e 21 minutos, mas os chutes foram para fora. Muriqui teve repeteco aos 35. O chute foi bom, mas bom também é o goleiro do Inter, que conseguiu segurar sem maiores dificuldades.

O segundo tempo começou sem sal, com as duas equipes reduzindo o jogo ao espaço entre as intermediárias. O jogo voltou a esquentar com as expulsões de Maycon, do Inter, e Emerson, do Avaí, ambas um tanto exageradas. Os visitantes teriam empatado se André Turatto, dentro da pequena área, não tivesse cabeceado por cima do gol de Lauro. Mas ele não fez, e aí Alecsandro deu o golpe de misericórdia.

A jogada saiu aos 14 minutos. Começou com Giuliano, que teve raciocínio rápido para acionar Kleber na esquerda. O lateral-esquerdo, em seu último jogo antes de se apresentar à seleção brasileira, mandou cruzamento preciso para Alecsandro escorar a bola na direção da rede catarinense: 2 a 0.

O Avaí tentou reagir, criou chances, perdeu gols e insistiu até chegar lá com gol de pênalti. Lima caiu na entrada da área, em lance duvidoso que a arbitragem viu como infração. O próprio Lima bateu para descontar.

Ficha técnica:

INTERNACIONAL 2 x 1 AVAÍ

INTERNACIONAL

Lauro, Danilo Silva, Danny Morais, Sorondo e Kleber; Maycon, Glaydson, Andrezinho (Marcelo Cordeiro) e Giuliano; Talles Cunha (Sandro) e Alecsandro (Leandrão).

Técnico: Tite.

AVAÍ

Eduardo Martini, Ferdinando, Emerson, André Turatto e Uendel; Marcus Vinícius, Bruno (Bruno), Muriqui e Marquinhos; Caio (Luís Ricardo) e Evando (Lima).

Técnico: Silas.

Gols: Talles Cunha, aos 15 minutos do primeiro tempo; Alecsandro, aos 14, e Lima, aos 42 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Danilo Silva, Kleber, Maycon, Sandro (Inter); Bruno, Emerson (Avaí). Cartão vermelho: Maycon (Internacional); Emerson (Avaí).
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS). Data: 31/05/2009. Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE). Auxiliares: Jossemar José Diniz Moutinho (PE) Ubirajara Ferraz Jota (PE).

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...+A+NO+AVAI.html


Oceanus
4ª Rodada

30/5 18h30 (Engenhão) Botafogo 2 x 2 Sport
30/5 18h30 (Couto Pereira) Coritiba 1 x 3 Goiás
30/5 18h30 (Mineirão) Atlético-MG 0 x 0 Santo André
31/5 16h (Morumbi) São Paulo 3 x 0 Cruzeiro
31/5 16h (Vila Belmiro) Santos 3 x 1 Corinthians
31/5 16h (Aflitos) Náutico 1 x 1 Fluminense
31/5 16h (Maracanã) Flamengo 2 x 1 Atlético-PR
31/5 16h (Barradão) Vitória 1 x 0 Grêmio
31/5 18h30 (Arena Barueri) Barueri 2 x 2 Palmeiras
31/5 18h30 (Beira Rio) Internacional 2 x 1 Avaí

Classificação:

Oceanus
Athirson ficará em tratamento por 30 dias (Cruzeiro)

A torção no joelho esquerdo, sofrida da partida de domingo contra o São Paulo, deixará o lateral-esquerdo Athirson fora de combate por um mês. O jogador foi reavaliado nesta segunda-feira e passou por exame de ressonância magnética que confirmou a suspeita inicial de lesão no ligamento colateral medial, que não demanda cirurgia.

"O Athirson foi avaliado hoje (segunda-feira) pela manhã, esteve em tratamento no CARE e fez uma ressonância magnética no começo da tarde, que mostrou uma lesão no ligamento colateral medial do joelho esquerdo. Não há indicação cirúrgica e é uma lesão isolada, sem outra estrutura afetada. Passa para tratamento medicamentoso, fisioterápico, com tempo previsto de retorno às atividades em torno de 30 dias", disse o médico Sérgio Freire Júnior.

Athirson entrou no lugar de Gerson Magrão no início do segundo tempo da partida no Morumbi e se machucou em disputa de bola com o volante Eduardo Costa. Com 20 minutos em campo, o lateral-esquerdo acabou substituído pelo volante Elicarlos.

Fonte: http://www.cruzeiro.com.br/?section=noticias&idn=5175

Oceanus
Fred liberado para Brasileiro

Atacante tricolor consegue nova absolvição no STJD e está à disposição de Parreira

Depois de ser absolvido em sua primeira passagem pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Fred teve a mesma sorte nesta segunda-feira, dia 1º de junho. O atacante do Fluminense foi denunciado pela Procuradoria por um carrinho em William, do Corinthians, e absolvido por maioria de votos. Com essa decisão, o jogador poderá jogar normalmente no Campeonato Brasileiro. O julgamento foi transmitido em tempo real pelo site Justicadesportiva.com.br

Durante o julgamento, a defesa do Fluminense, feita pelo advogado Mário Bittencourt, alegou que, de acordo com o código da Fifa, a decisão do árbitro em campo não deve ser modificada. Ele citou que Fred foi punido com o cartão amarelo, ou seja, o árbitro já teve o seu entendimento do lance e isso não podia ser modificado. Dessa forma, pediu a absolvição do jogador.

Ao sair do STJD, o jogador demonstrou muito alívio. "Graças a Deus mais uma vez a justiça foi feita. Fico contente por poder continuar trabalhando normalmente e o brilhantismo do advogado do Fluminense foi fundamental para a decisão do julgamento", disse Fred.

O lance que complicou Fred aconteceu na partida entre Fluminense e Corinthians, pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, quando o árbitro Carlos Eugênio Simon advertiu o jogador com cartão amarelo por um carrinho no zagueiro William. No entanto, a Procuradoria do STJD entendeu que Fred extrapolou na força e o denunciou no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê suspensão de duas a seis partidas. A denúncia foi formulada através da prova de vídeo.

Na primeira vez em que foi julgado, Fred era acusado de dar um tapa no rosto do jogador Gomes, do Goiás. A denúncia também foi feita através de vídeo. Apesar da absolvição, o jogador terá de voltar ao STJD por conta desse julgamento, pois a Procuradoria recorreu, mas a segunda instância ainda não teve data marcada.

Fonte: http://justicadesportiva.uol.com.br/noticia.asp?id=10286
Oceanus
Léo Gago e Medina são liberados pelo departamento médico do Avaí

Jogadores serão avaliados durante a semana e podem ser relacionados para enfrenta o São Paulo

O volante Léo Gago e o lateral Medina saíram do departamento médico do Avaí e começaram o trabalho de recuperação da parte física. Os dois jogadores tiveram a mesma lesão e, segundo o médico do clube Rodrigo Bolassel, têm chances de fazer parte do grupo que enfrenta o São Paulo, no domingo, às 16h, no estádio da Ressacada.

- O Léo Gago e o Medina estão numa situação muito semelhante, inclusive a lesão deles foi muito parecida. Eles estão numa fase de transição do departamento médico para o departamento de recuperação da parte física Vão fazer um trabalho de cinco a seis dias e a partir daí vamos iniciar os testes com bola. Então eles têm uma chance de se integrarem ao grupo contra o São Paulo. Na quarta devemos ter um parecer mais definitivo - explicou Bolassel.

Para a partida contra o São Paulo, o técnico Silas terá apenas uma baixa. O zagueiro Émerson levou cartão vermelho e está fora da partida de domingo.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...5-16711,00.html
Oceanus
Santo André contrata volante Basílio

Jogador não vinha sendo aproveitado pelo Criciúma na Série C do Brasileiro e fica no Ramalhão até março de 2010

O Santo André tem mais um reforço para a disputa do Campeonato Brasileiro. O volante Basílio, que estava no Criciúma, assinou até março de 2010 e já é a nona contratação da equipe do ABC para a competição.

- Dá sempre uma grande motivação chegar a uma nova equipe. O Santo André tem um grande projeto e conta com jogadores experientes que ajudarão muito o clube a desempenhar um bom papel no Brasileirão - disse Basílio, por meio de sua assessoria de imprensa.

O volante não vinha sendo aproveitado nos jogos do Criciúma na Série C, mas não acha que terá problemas em ficar à disposição do técnico Sérgio Guedes.

- Fiquei pouco tempo parado e creio que em algumas semanas já estarei à disposição.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...4-17003,00.html
Oceanus
Neto Baiano fora por oito rodadas

Artilheiro do Vitória pega gancho pesado no STJD por conta de cusparada

Segundo colocado no Campeonato Brasileiro, com nove pontos, o Vitória quer provar que não é um “cavalo paraguaio” e se manter nas primeiras posições da tabela. Porém, para isso, não poderá contar com seu artilheiro nas próximas oito rodadas. Devido a uma cusparada em Ramon, do Vasco, Neto Baiano foi julgado nesta terça-feira, dia 2 de junho, no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), e acabou suspenso por oito partidas, por maioria de votos. Com isso, ele já não atua no jogo do próximo domingo, dia 7, contra o Palmeiras, no Palestra Itália, e só retorna no confronto com o Corinthians, marcado para o dia 23 de julho. A sessão da Segunda Comissão Disciplinar teve início às 18h e foi transmitida em tempo real pelo Justicadesportiva.com.br.

O lance aconteceu na partida válida pelas quartas-de-final da Copa do Brasil, quando o Rubro-negro baiano foi eliminado pelo Gigante da Colina. Conforme relatou o árbitro, Neto Baiano teria cuspido em Ramon, lateral-esquerdo cruzmaltino, aos 40 minutos da primeira etapa, fora da disputa de bola. Para complicar ainda mais sua situação, o jogador, depois de ser advertido com cartão vermelho, saiu de campo reclamando com o juiz e colocando em dúvida a arbitragem da partida.

Por conta das duas infrações, o camisa 9 do time baiano foi denunciado pela Procuradoria do STJD nos artigos 253 (Praticar agressão física contra o árbitro ou seus auxiliares, ou contra qualquer outro participante do evento desportivo) e 251 (Reclamar, por gestos ou palavras, contra as decisões da arbitragem ou desrespeitar o árbitro e seus auxiliares) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). O primeiro tem pena mínima de 120 dias e máxima de 540, enquanto que o segundo pode provocar afastamento por até quatro partidas.

O jogador acabou tendo a primeira infração desclassificada para o artigo 258 (Assumir atitude contrária à moral e à disciplina desportiva), pegando os oito jogos, enquanto que no segundo artigo foi absolvido de forma unânime. Em seu depoimento, Neto Baiano ainda afirma que, após dar um carrinho no jogador Ramon, do Vasco, o adversário lhe disse palavras ofensivas. Nesse momento, afirmou que o assistente levantou a bandeira e afirmou que ele teria cuspido no atleta vascaíno. "Isso não aconteceu, não cuspi em ninguém", relatou o atacante do Vitória.

Para provar que não houve cusparada, a advogada do clube, Patrícia Saleão, afirmou que isso ficou claro a partir do momento em que não houve nenhuma reação de qualquer jogador do Vasco quanto a essa suposta atitude. "Muitos homens dizem que é melhor levar um soco do que uma cusparada. Se isso tivesse acontecido, nenhum adversário ficaria inerte", defendeu.

A defensora encerrou sua fundamentação voltando a afirmar que não houve a cusparada, e que a indignação do atleta com a arbitragem se deu justamente por conta da expulsão injusta naquele momento do jogo. Assim, pediu primeiramente a absolvição, ou, no pior dos cenários, a desclassificação para o artigo 258 do CBJD. Apesar de ter conseguido desclassificar a infração, a advogada achou pesada a pena e vai recorrer. Pelo motivo oposto, a Procuradoria também informou que irá recorrer da decisão, pois não se conformou com a mudança da punição de dias para jogos.

Fonte: http://justicadesportiva.uol.com.br/noticia.asp?id=10321
Oceanus
Fabinho diz que Cruzeiro é como clube europeu



O volante Fabinho concedeu na tarde desta terça-feira a primeira entrevista coletiva como jogador do Cruzeiro. O atleta vestiu a camisa celeste e contou ter abdicado de voltar ao futebol europeu após ser procurado pela diretoria celeste e projetou um período de conquistas para os dois anos de contrato, com opção de mais um, que terá pela frente.

Fabinho passou os últimos 12 meses emprestado ao Corinthians pelo Toulouse, da França, que detinha seus direitos federativos até o último domingo. Livre para negociar, pensou em retornar ao Velho Continente, mas acabou desistindo.

"Antes de surgir o interesse do Cruzeiro, o pensamento era de voltar para a Europa, até porque a gente tinha algumas coisas bem encaminhadas. Mas, quando você tem família, deve pensar em algumas coisas e o Clube me oferece tudo o que a Europa pode me dar em termos de estrutura e outras coisas também", comentou.

Além do Cruzeiro, Fabinho foi procurado por outros clubes brasileiros, até mesmo depois de ser anunciado como o mais novo contratado do Clube, na noite de sábado. Nada foi capaz de abalar a convicção de quem queria vir à Toca da Raposa.

"Tive muitas sondagens de outros clubes. Até ontem (segunda-feira) na hora do almoço tinha gente me procurando, por tudo o que conquistei e o respeito profissional que obtive dentro de campo. Fico feliz por chegar a esse patamar de escolher onde quero trabalhar e com as pessoas que quero. Estou contente com a escolha que fiz", relatou.

Fabinho quis vestir azul muito em função do antigo interesse do Clube em contratá-lo, que começou em 2003 e teve três investidas frustradas nos últimos seis anos. As referências que recebeu de amigos que passaram pela Toca da Raposa também foram as melhores.

"Eu tinha um sonho de jogar no Cruzeiro, até pelo interesse e tudo o que os companheiros de futebol falam da estrutura do Clube. Estou muito feliz e com grandes objetivos", disse.

No atual elenco, são três os antigos colegas de Fabinho. O zagueiro Anderson e o volante Fabrício foram companheiros dele no Corinthians, de 2001 a 2004, e o atacante Wellington Paulista foi contemporâneo do volante no Santos, em 2006.

"Tem o Fabrício, o Anderson e o Wellington, no Santos. É sempre fácil trabalhar com jogadores com quem você já conquistou alguma coisa e conhece bem. Joguei com o Fabrício muito tempo, praticamente cinco anos. É um jogador que facilita muito o trabalho dentro de campo. Não vamos ter problema para trabalhar de novo", observou.

Na segunda passagem pelo Coritnhians, Fabinho crê que concluiu as metas de conquistar a Série B do Campeonato Brasileiro 2008 e o Campeonato Paulista 2009. Já com o novo desafio em mente, ele treinou em separado por um período e por isso avalia que não terá condição de defender o time celeste contra o Internacional, domingo, no Mineirão.

"A vontade é grande, mas tem algumas coisas que atrapalham. Fiquei três semanas e meia parado, treinando praticamente sozinho, então perdi um pouco de ritmo. Mas em pouco tempo devo estar à disposição do treinador", ponderou.

Por fim, Fabinho respondeu à inevitável pergunta sobre a transferência de Ramires para o Benfica, de Portugal. O atleta está com a Seleção Brasileira e participará do restante da campanha na Copa Santander Libertadores caso o time se classifique para a semifinal.

"Tem que ser dito que é difícil você segurar um jogador como o Ramires no futebol brasileiro. Ele cumpriu seu papel e hoje está alçando vôos internacionais. Mas são características diferentes, chego para compor o elenco, brigar por uma vaga de titular e ajudar o Cruzeiro a vencer. Aos poucos os torcedores vão entender que são funções diferentes", comentou.

Fonte: http://www.cruzeiro.com.br/?section=noticias&idn=5182


Oceanus
Mithyuê volta a treinar no Olímpico

Após passar por cirurgia no joelho esquerdo, meia-atacante treina no campo pela primeira vez


Os torcedores do Grêmio tiveram uma boa notícia no treino da tarde desta quarta-feira, no Olímpico, em Porto Alegre (RS). O meia-atacante Mithyuê voltou a fazer trabalho no campo, pela primeira vez, depois de passar por uma cirurgia no joelho esquerdo.

Mithyuê se machucou em janeiro durante um treino do Tricolor. A previsão inivial do departamento médico do clube gaúcho era de que o jogador ficasse seis meses em recuperação.

Oriundo do futsal, Mithyuê foi um dos destaques na conquista do Campeonato Brasileiro Sub-20 de 2008.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...02-9868,00.html
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