Meu nome é Karl Sagan. Tinha 20 anos quando encontrei um elfo desfalecendo na floresta, eu e mais 2 amigos, contrariando os conselhos dos anciões tinhamos decidido ir pra floresta só por travessura, 3 jovens inconsequêntes. Anoiteceu, e nos perdemos, depois de andarmos umas 2 horas na direção errada o encontramos, tinha sangue escorrendo pela boca e sua perna esquerda parecia estar esmagada, escostado debaixo de uma grande arvoré e gemendo de dor, ouviu a gente se aproximando, levantou o rosto e vimos que estava deformado e com as roupas totalmente rasgadas e grudadas no corpo. Asim que nos viu balançou a cabeça num gesto que parecia dizer: esses garotos estão condenados. Os elfos, como seres especiais que são, especialmente esse, pareceu sentir nossa bondade e ingênuidade e fez um gesto para que nos aproximássemos, pois já não conseguia falar direito, e sussurando nos disse corram o mais que puderem E olhou nos meus olhos e me passou um livro, ele o protegerá, não serve mais de nada pra mim. Nesse exato momento ouvimos estrondos terríveis e a arvoré que estava atrás dele foi arrancada como se fosse grama que uma criança arranca e brinca. Numa estupidez infantil exitamos, queríamos proteger o elfo. Ele jogou sua mochila pro meu amigo e rastejando foi na direção do terrivel monstro. Fomos ajuda-lo mais nesse momento o monstro abriu sua enorme boca e quando estava prestes a engoli-lo ele leu um pergaminho e se explodiu, fomos arremessados pra longe, muito longe. Começamos a correr, o que nós, 3 jovens poderíamos fazer contra ele. Corri como nunca havia corrido em meio a fumaça da explosão e seus destroços, dou uma olhada pra trás e vejo-o se aproximando, mais a frente olho novamente apavorado e ele já está mais perto e o pior um amigo meu havia ficado um pouco pra trás, exausto e vendo que não tinha escapatória me arremessou a mochila e fez uma curva forçada, o monstro foi atrás dele e deu a nós um pouco mais de tempo. Foram os dois atos mais corajosos que já vi até hoje, o dele e do elfo. Chorando, desejando perder mais ninguém olho novamente pra trás e vejo os restos de meu amigo entre os dentes da criatura. Encontramos logo a frente uma caverna, mais que depressa entramos, a criatura era grande demais pra passar, por um momento penssamos que haviámos conseguido, mas não, a criatura do lado de fora começou a destruir a caverna, a loucura da corrida novamente começou. Achamos dois caminhos, meu amigo disse vamos nos separar precisamos avisar a cidade e salvá-los, não devemos nos importar um com o outro agora, uma lágrima escorreu do rosto de ambos, eu queria lhe passar um dos itens que o elfo nos deu, a mochila ou o livro, mas ele não aceitou e deu a desculpa que levaria mais peso, que era pra ajudá-lo carregando os itens, meu amigo havia mentido pra mim, para me proteger. Até hoje me arrependo de não ter dado os itens pra ele. Eu precisava chegar em casa e avisar a todos, minha mãe estava grávida, não podia deixar que nada de mal lhe acontecesse, mas se meu amigo chegasse, certamente ele preveniria o pessoal da cidade, nunca torci tanto pra estar errado, para que o caminho que havia escolhido não tivesse saída, e sim o do meu amigo, mas nesse momento vejo a saída ao mesmo tempo que ouço um grito, eu reconheci a voz, era ele. Não podia deixar que a vida de meus amigos tivessem sido dadas em vão. mais do que nunca precisaria chegar a cidade. Avistei-a de longe, corri, felicidade se misturava a tristeza me tomando por um sentimento que jamais havia sentido. Cheguei na cidade, todos se refugiaram no templo, eles disseram: como a criatura é maligna não conseguirá entrar aqui, estavam errados. A criatura chegou arrancando o teto do templo, os guerreiros e magos começaram a lutar, abracei minha mãe e tentei protegê-la da baforada gelada desse monstro. pensei que ia morrer, um frio tão intenso que meu corpo todo estava paralizado, havia me atingido e a minha mãe de raspão. Conseguindo me mexer um pouco, abri a mochila e lá havia uns itens estranhos e uma caixinha, e nela havia uma inscrição: Somente abri-la em solo sagrado. Abri, um enorme vácuo se abriu sobre ele e foi sugado. Até hoje ninguém mais o viu. Isso me atormenta até hoje. Destruirei todos os dragões, prometo pela vida dos meus amigos.
Essa é minha primeira história, sejam leves nas críticas! Espero críticas e sugestões.
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