De acordo com notícia publicada no site do jornal "Las Vegas Sun", em sua edição de 20/1/11 http://www.lasvegassun.com/news/2011/jan/2...-tragic-sex-ac/ , um turista afirmou que ficou traumatizado após a polícia de Las Vegas ter ameaçado prendê-lo depois dele ter reclamado dos serviços de uma prostituta em seu quarto de hotel.
Hubert Blackman (crédito da foto: "The Smoking Gun"):

Hubert Blackman, 22 a, morador de Nova York, entrou com uma ação judicial no início desse mês contra a agência de acompanhantes (leia-se garotas de programa) "Las Vegas Exclusive Personals" com sede na cidade de Las Vegas, Nevada.
Blackman, um estudante universitário, disse em uma entrevista na quinta-feira que ele estava de férias e hospedado no hotel do cassino "Stratosphere Tower", em 17 de dezembro, quando ele telefonou para a agencia "Las Vegas Exclusive Personals" e solicitou que enviassem uma garota para dançar para ele em seu quarto.
Blackman disse que a mulher, que parecia ter seus 20 anos, cobrou US$ 155 por uma dança erótica, e outros US$ 120 por uma relação sexual. Ele afirmou que na manhã seguinte, ele ligou para a agência exigindo seu dinheiro de volta, dizendo que ele estava insatisfeito porque a garota não ficou o tempo prometido de uma hora, retirando-se após 30 minutos. Blackman disse ainda que a agência além de ter se negado a devolver a quantia, acusou-o de estar bêbado na ocasião, portanto incapaz de fazer qualquer tipo de acordo com a garota.
Insatisfeito com a não devolução do dinheiro, Blackman chamou a Polícia Metropolitana e afirmou também que os policiais o teriam ameaçado de prisão por sua conduta imprópria e ilegal, e que teriam lhe aconselhado a apresentar queixa junto ao "Better Business Bureau" (uma espécie de Procon americano).
Em vez disso, depois de voltar para casa, ele entrou com uma ação judicial na corte federal de Nova York, na qual alega que "Uma dançarina o teria obrigado a manter uma relação sexual ilegal, durante o serviço contratado junto a agência'', e que " Eu quase fui preso quando reclamei". Blackman afirmou que agora necessita de tratamento médico para curar o trauma mental relacionado com o incidente. Na ação, que ele apresentou sem a presença de um advogado, Blackman disse: "Eu gostaria que o tribunal fechasse a agência, a obrigasse a devolução dos US$ 275, além de uma indenização por danos morais no valor de US$ 1,8 milhões, pelos trágicos eventos que aconteceram comigo."
Em entrevista concedida na quinta-feira, Blackman disse que foi a dançarina quem sugeriu o ato sexual, embora ele reconheça que tinha conhecimento na ocasião, de que a prostituição é ilegal em Las Vegas. O número do telefone indicado na ação judicial aberta por Blackman é usado pela Hillsboro Enterprises, uma empresa licenciada há 17 anos e que fornece acompanhantes e dançarinas maiores de idade, para clientes que telefonam para a agência. Funcionários da Hillsboro, afirmaram na quinta-feira não ter conhecimento da ação judicial ou de qualquer reclamação de Blackman, além de negar que a empresa esteja envolvida com prostituição. Eles disseram ainda que se alguém os procura para contratar uma dançarina, mas dão a entender que estão é a procura de sexo, eles informam que a prostituição é ilegal em Las Vegas e em todo o Condado de Clark.
Hubert Blackman (crédito da foto: "The Smoking Gun"):

Hubert Blackman, 22 a, morador de Nova York, entrou com uma ação judicial no início desse mês contra a agência de acompanhantes (leia-se garotas de programa) "Las Vegas Exclusive Personals" com sede na cidade de Las Vegas, Nevada.
Blackman, um estudante universitário, disse em uma entrevista na quinta-feira que ele estava de férias e hospedado no hotel do cassino "Stratosphere Tower", em 17 de dezembro, quando ele telefonou para a agencia "Las Vegas Exclusive Personals" e solicitou que enviassem uma garota para dançar para ele em seu quarto.
Blackman disse que a mulher, que parecia ter seus 20 anos, cobrou US$ 155 por uma dança erótica, e outros US$ 120 por uma relação sexual. Ele afirmou que na manhã seguinte, ele ligou para a agência exigindo seu dinheiro de volta, dizendo que ele estava insatisfeito porque a garota não ficou o tempo prometido de uma hora, retirando-se após 30 minutos. Blackman disse ainda que a agência além de ter se negado a devolver a quantia, acusou-o de estar bêbado na ocasião, portanto incapaz de fazer qualquer tipo de acordo com a garota.
Insatisfeito com a não devolução do dinheiro, Blackman chamou a Polícia Metropolitana e afirmou também que os policiais o teriam ameaçado de prisão por sua conduta imprópria e ilegal, e que teriam lhe aconselhado a apresentar queixa junto ao "Better Business Bureau" (uma espécie de Procon americano).
Em vez disso, depois de voltar para casa, ele entrou com uma ação judicial na corte federal de Nova York, na qual alega que "Uma dançarina o teria obrigado a manter uma relação sexual ilegal, durante o serviço contratado junto a agência'', e que " Eu quase fui preso quando reclamei". Blackman afirmou que agora necessita de tratamento médico para curar o trauma mental relacionado com o incidente. Na ação, que ele apresentou sem a presença de um advogado, Blackman disse: "Eu gostaria que o tribunal fechasse a agência, a obrigasse a devolução dos US$ 275, além de uma indenização por danos morais no valor de US$ 1,8 milhões, pelos trágicos eventos que aconteceram comigo."
Em entrevista concedida na quinta-feira, Blackman disse que foi a dançarina quem sugeriu o ato sexual, embora ele reconheça que tinha conhecimento na ocasião, de que a prostituição é ilegal em Las Vegas. O número do telefone indicado na ação judicial aberta por Blackman é usado pela Hillsboro Enterprises, uma empresa licenciada há 17 anos e que fornece acompanhantes e dançarinas maiores de idade, para clientes que telefonam para a agência. Funcionários da Hillsboro, afirmaram na quinta-feira não ter conhecimento da ação judicial ou de qualquer reclamação de Blackman, além de negar que a empresa esteja envolvida com prostituição. Eles disseram ainda que se alguém os procura para contratar uma dançarina, mas dão a entender que estão é a procura de sexo, eles informam que a prostituição é ilegal em Las Vegas e em todo o Condado de Clark.