Em meados dos anos 70 teve inicio uma guerra feminista ,que hoje se desola por não ter tido o resultado almejado. Já nesta época afirmavam que só as lésbicas seriam mulheres emancipadas porque as heterossexuais seriam oprimidas pelo desejo que sentem pelo macho. Neste desfecho cruel e sórdido onde a mulher se profissionalizou , ganhou dinheiro e deu um pé no mau marido o resultado não poderia ser outro. Quando sai de cena a militância a vida real vem a tona ,ai entra em cena a cama onde cresce a solidão das mulheres livres.

Não digo que as mulheres devem voltar para o tanque, mais que as feministas neandertais atrapalham quando levam a política para debaixo do lençol .

Querem sucesso profissional , dinheiro mais não sustentam um homem,querem homens sensíveis mais não viados e bananas.

A grande diferença é que homem não se importa com mulher pobre ,rica,sem sucesso ou com sucesso,não se importam em sustentar uma mulher.

A pergunta é…Quando os homens vão começar a dizer não as suas mulheres livres ?

O acúmulo das experiências múltiplas gera uma consciência afetiva cínica. Assola-me o sentimento profético de que quanto mais experimento, menos sou capaz de experimentar. Na juventude a solidão é opção, com o tempo não passa de falta de opção. Ao mesmo tempo em que as rugas nascem o corpo cansa e a alma desespera.

O feminismo neandertal que se propagou até os dias de hoje, transformaram as políticas do amor em um modo bárbaro de relacionamento humano.

Que as mulheres clamen pelo respeito que outrora o tinham dentro de seu lar sendo vistas com bom olhos pelos homens e pela sociedade.

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