Logo após ter sido divulgada na noite do dia 31/12/10, durante as festividades do Réveillon na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, a logomarca dos Jogos Olímpicos do Rio 2016, criada pela agência de publicidade Tátil http://www.tatil.com.br/ , tornou-se alvo de polêmica na internet, sobre um possível plágio.



Vários comentários postados em redes sociais, sugerem que a logomarca possui muitas características e semelhanças com a logomarca da Fundação Telluride http://www.telluridefoundation.org/ , organização filantópica dedicada a fornercer subsídios e serviços para as comunidades carentes em prol das artes, educação, esportes e ações de caridade.
Outras postagens chamam a atenção para as similaridades com o quadro "A Dança" (La Danse) de 1909, do pintor francês Henri Matisse (1869-1954).
Até o momento, nem a agência Tátil nem o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, se pronunciaram sobre as semelhanças com os trabalhos anteriores.
Independentemente das futuras e inevitáveis explicações por parte dos criadores do símbolo que irá representar o evento esportivo, negando qualquer tipo de plágio e afirmando sua originalidade, parece que mais uma vez vemos um exemplo aplicado ao marketing, do antigo Princípio da Conservação da Matéria, enunciado pelo químico francês Antoine Lavoisier (1743-1794), e mais tarde imortalizado em sua forma popular de: "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".



Vários comentários postados em redes sociais, sugerem que a logomarca possui muitas características e semelhanças com a logomarca da Fundação Telluride http://www.telluridefoundation.org/ , organização filantópica dedicada a fornercer subsídios e serviços para as comunidades carentes em prol das artes, educação, esportes e ações de caridade.
Outras postagens chamam a atenção para as similaridades com o quadro "A Dança" (La Danse) de 1909, do pintor francês Henri Matisse (1869-1954).
Até o momento, nem a agência Tátil nem o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016, se pronunciaram sobre as semelhanças com os trabalhos anteriores.
Independentemente das futuras e inevitáveis explicações por parte dos criadores do símbolo que irá representar o evento esportivo, negando qualquer tipo de plágio e afirmando sua originalidade, parece que mais uma vez vemos um exemplo aplicado ao marketing, do antigo Princípio da Conservação da Matéria, enunciado pelo químico francês Antoine Lavoisier (1743-1794), e mais tarde imortalizado em sua forma popular de: "Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".