Aí galera, o momento é de tristeza para grande parte da humanidade, pois parece que já é quase certo que a vida do Papa está no fim. O texto abaixo foi copiado do site da Globo, em 02/04/05, (http://oglobo.globo.com/online/plantao/167481557.asp) e relata os "Procedimentos do Vaticano para comprovar a morte de um Papa". Ao postar esse tópico, não foi minha intenção, em momento algum, fazer graça com a morte dele, nem ridicularizar a religião católica, pela qual tenho o maior respeito, assim como tenho em relação a todas as demais, mas apenas mostrar como alguns rituais da igreja católica estão ultrapassados e podem até mesmo ser classificados como medievais. Partes do texto foram sublinhados por mim.
Reuters
CIDADE DO VATICANO - A Santa Sé tem um procedimento claramente estabelecido para verificar a morte de um papa. A seguir está o que foi especificado pela lei do Vaticano, segundo o reverendo Thomas Reese, editor-chefe de "America", uma revista semanal católica, e autor de "Inside the Vatican: The Politics and Organisation of the Catholic Church" - Dentro do Vaticano: A política e organização da Igreja Católica.
Quando um papa morre, o chefe do departamento da unidade papal, atualmente o bispo James Harvey, informa o camerlengo (cardeal que governa interinamente a Igreja entre a morte de um papa e a nomeação do seguinte), que atualmente é o cardeal Eduardo Martinez Somalo, que deve verificar a morte do pontífice.
Ele deve fazer isso na presença do mestre de cerimônias papal, o arcebispo Piero Marini, do prelado e do secretário da Câmara Apostólica. O secretário da Câmara Apostólica redige então uma certidão de óbito.
O camerlengo depois anuncia a morte do papa ao Vigário de Roma, o cardeal Camillo Ruini, que informa o povo romano sobre o ocorrido.
Até 1903, ano da morte do Papa Leão XIII, a morte do governante da Igreja era verificada batendo-se com um martelo de prata na fronte do pontífice. Esse procedimento também pode ter sido usado quando João XXIII morreu em 1963, segundo o site da America.
Uma vez constatada oficialmente a morte do pontífice pelo religioso que exerce a função de camerlengo e anunciada a notícia ao povo romano pelo vigário de Roma, os cardeais devem fixar a data, horário e as modalidades do transporte do corpo do papa até à basílica do Vaticano, onde é exposto para que os fiéis prestem a última homenagem.
Reuters
CIDADE DO VATICANO - A Santa Sé tem um procedimento claramente estabelecido para verificar a morte de um papa. A seguir está o que foi especificado pela lei do Vaticano, segundo o reverendo Thomas Reese, editor-chefe de "America", uma revista semanal católica, e autor de "Inside the Vatican: The Politics and Organisation of the Catholic Church" - Dentro do Vaticano: A política e organização da Igreja Católica.
Quando um papa morre, o chefe do departamento da unidade papal, atualmente o bispo James Harvey, informa o camerlengo (cardeal que governa interinamente a Igreja entre a morte de um papa e a nomeação do seguinte), que atualmente é o cardeal Eduardo Martinez Somalo, que deve verificar a morte do pontífice.
Ele deve fazer isso na presença do mestre de cerimônias papal, o arcebispo Piero Marini, do prelado e do secretário da Câmara Apostólica. O secretário da Câmara Apostólica redige então uma certidão de óbito.
O camerlengo depois anuncia a morte do papa ao Vigário de Roma, o cardeal Camillo Ruini, que informa o povo romano sobre o ocorrido.
Até 1903, ano da morte do Papa Leão XIII, a morte do governante da Igreja era verificada batendo-se com um martelo de prata na fronte do pontífice. Esse procedimento também pode ter sido usado quando João XXIII morreu em 1963, segundo o site da America.
Uma vez constatada oficialmente a morte do pontífice pelo religioso que exerce a função de camerlengo e anunciada a notícia ao povo romano pelo vigário de Roma, os cardeais devem fixar a data, horário e as modalidades do transporte do corpo do papa até à basílica do Vaticano, onde é exposto para que os fiéis prestem a última homenagem.