Na mitologia grega, Prometeu rouba o fogo dos deuses e o entrega aos homens, dando vida a forma de barro, criada por seu irmão Epimeteu. O fogo que era privilégio da natureza divina, passou também a ser privilégio da natureza humana.
O resultado do processo de evolução da forma terrena foi, assim, coroado com a chispa divina e criadora da inteligência, e o homem passou a ser diferente de todas as outras formas criadas por Epimeteu.
O fogo trazido por Prometeu representa a capacidade criadora humana. Criar é dar uma nova perspectiva, inovar e fazer o mundo se mover. O mundo é, realmente, movido pela idéias e sem elas o que ocorre é a paralisação da vida, da oxigenação, do fluxo.
No mito, Prometeu é acorrentado no Monte Cáucaso, e uma ave lhe devora o figado diariamente (o figado se regenerava também diariamente). Assim, como no mito de Eros e Psiqué, lembrado por nós aqui no blog através do post O trabalho de Psiqué, Prometeu também tem uma busca, ou seja, sua libertação.
A inteligência foi acorrentada naquele ser de barro, o 'pequeno caucaso', que passou desde então a chamar-se homem, que somente será libertado das pesadas correntes quando fizer jus aquele precioso tesouro 'roubado' dos deuses!
Sim, somente o uso da inteligência libertará o homem do quaternário terreno, onde imperam as 'hepáticas tendências', herança de um passado longínquo, que o arrasta àquele 'Reino sensual de Venusberg', tão bem retratado pelo grande compositor Wagner em sua Ópera Tanhauser.
A busca pela satisfação pessoal está relacionada ao instinto de preservação do eu, e ele foi a matéria prima do barro usado por Epimeteu para formar o ser pré-humano, ainda sem a chispa divina. O egoísmo levado às últimas consequências acorrenta ainda mais o homem ao seu caucaso pessoal, lugar onde a razão e o discernimento têm pouca ou nenhuma voz...
Enquanto a liberdade não chega, os 'pequenos Prometeus' seguem a vislumbrar, ao longe, a figura da ave que segue inevitavelmente em sua direção, com seu costumeiro ar ameaçador, pronta a devorar mais uma vez uma parte de seu ser... e nesta hora fatídica e perturbadora, são levados sempre a perguntar: 'o que fazemos com o tesouro que foi, um dia, roubado dos deuses?'.
O resultado do processo de evolução da forma terrena foi, assim, coroado com a chispa divina e criadora da inteligência, e o homem passou a ser diferente de todas as outras formas criadas por Epimeteu.
O fogo trazido por Prometeu representa a capacidade criadora humana. Criar é dar uma nova perspectiva, inovar e fazer o mundo se mover. O mundo é, realmente, movido pela idéias e sem elas o que ocorre é a paralisação da vida, da oxigenação, do fluxo.
No mito, Prometeu é acorrentado no Monte Cáucaso, e uma ave lhe devora o figado diariamente (o figado se regenerava também diariamente). Assim, como no mito de Eros e Psiqué, lembrado por nós aqui no blog através do post O trabalho de Psiqué, Prometeu também tem uma busca, ou seja, sua libertação.
A inteligência foi acorrentada naquele ser de barro, o 'pequeno caucaso', que passou desde então a chamar-se homem, que somente será libertado das pesadas correntes quando fizer jus aquele precioso tesouro 'roubado' dos deuses!
Sim, somente o uso da inteligência libertará o homem do quaternário terreno, onde imperam as 'hepáticas tendências', herança de um passado longínquo, que o arrasta àquele 'Reino sensual de Venusberg', tão bem retratado pelo grande compositor Wagner em sua Ópera Tanhauser.
A busca pela satisfação pessoal está relacionada ao instinto de preservação do eu, e ele foi a matéria prima do barro usado por Epimeteu para formar o ser pré-humano, ainda sem a chispa divina. O egoísmo levado às últimas consequências acorrenta ainda mais o homem ao seu caucaso pessoal, lugar onde a razão e o discernimento têm pouca ou nenhuma voz...
Enquanto a liberdade não chega, os 'pequenos Prometeus' seguem a vislumbrar, ao longe, a figura da ave que segue inevitavelmente em sua direção, com seu costumeiro ar ameaçador, pronta a devorar mais uma vez uma parte de seu ser... e nesta hora fatídica e perturbadora, são levados sempre a perguntar: 'o que fazemos com o tesouro que foi, um dia, roubado dos deuses?'.