Segundo o site do jornal inglês "The Independent" em sua ediçaõ de 17/12/10 http://www.independent.co.uk/news/uk/home-...ce-2162651.html , e outras fontes, a última peça do kit de alta tecnologia que deverá ser enviado para todas as forças britânicas que atuam na área de Helmand já ganhou apelidos. É conhecido pelas tropas que o testaram como "cueca blindada" ou "tapa-sexo de combate".

A nova tecnologia de defesa é baseada nas armaduras usadas pelos guerreiros mongóis de Genghis Khan no século 13 e vai ser usada para proteger os soldados britânicos contra bombas no Afeganistão.
O "protetor pélvico", que se tornou conhecido entre os soldados como o "tapa-sexo de combate", será um tipo de cueca anti-explosão para oferecer proteção contra dispositivos explosivos improvisados(Improvised Explosive Device - IEDs). O equipamento, que inclui também um suporte atlético para proteger as regiões inferiores do usuário, deverá ser usado apenas pelas tropas britânicas, mas pode ser copiado pelos EUA e outras forças da Otan.

Os mongóis, bem como as forças chinesas e japonesas, usaram proteções confeccionadas em seda como proteção contra flechas, quando o tecido se torcia ao redor das pontas das setas e neutralizavam o efeito de penetração nos corpos dos combatentes. A versão moderna também é confeccionada principalmente com seda e serve para desviar a estilhaços de bombas e granadas. A necessidade de introduzir a nova peça de vestuário protetiva e blindada, que vai custar cerca de £ 10 milhões (R$ 26,5 milhões), tornou-se urgente, devido a utilização crescente, pelos insurgentes de "placas de pressão" em dispositivos explosivos improvisados, que são acionados pelas vítimas quando pisam neles e são responsáveis por um número crescente de baixas entre as tropas aliadas na área.
O uso das cuecas blindadas será obrigatório para todos os membros das forças que saírem das bases militares para uma zona potencialmente perigosa.
Uma terceira camada de proteção, extendida de toda a região pélvica até os joelhos, será introduzida na 2º trimetre de 2011.
45 mil cuecas blindadas já foram enviadas e outras 15 mil estão prontas em uma fábrica na Irlanda do Norte.
A cueca blindada é confeccionada em cores de camuflagem e lembra uma fralda comum atada nas laterais e vestida sobre as calças. Ela pode ser enrolada e preso ao cinto na parte de trás das calças com duas tiras de velcro, e então quando necessário em patrulha, pode ser solta e presa na parte da frente para formar uma bolsa protectora.
O preenchimento na parte frontal e traseira oferece uma camada extra de proteção. Estes serão emitidos para as tropas no início da primavera, com o contrato de 25 mil conjuntos no valor de £ 4m. A pesquisa e desenvolvendo do equipamento enfrentou muitos desafios, não menos importantes que a criação de proteção, como não impedir a mobilidade dos soldados e outros profissionais na área combate.
Quando saem em patrulha ou fora das principais bases no Afeganistão, as forças britânicas e aliadas já usam armaduras que protegem as áreas chave do coração, pulmões, fígado e rins, bem como um capacete relativamente pesado para proteger a cabeça, e óculos a prova de explosões.
No entanto, o fluxo sanguíneo através das principais artérias da área da virilha, faz com que seja uma área propensa a transpiração, por isso tanto a cueca à prova de explosão tinha de ser feita com materiais que permitam a passagem de suor, e que não retenha o calor experimentado no verão afegão.
As cuecas são revestidos em um agente anti-microbiano que protege contra infecções, e elas são confeccionadas em diversos tamanhos, enquanto que a 2ª camada de proteção é unisex e em tamanho único.
Seda
Alan Hepper, engenheiro-chefe do Laboratório de Defesa, Ciência e Tecnologia, afirmou que muitos fatores tiveram que ser levados em conta ao criar os materiais. "A maneira com que a seda fortalece o tecido é muito grande, com uma alta eficiência balística. Pode soar como um material de caro e extravagante, mas em termos de protecção balística, foi o melhor que nós encontramos", disse ele, continuando: "A nova peça de vestuário foi testada através de extensos testes e os relatórios enviados pelas equipes médicas sobre tratamento de feridos sugere que isso faz uma diferença notável".
China e Japão utilizaram vestimentas a base de seda para blindar seus exércitos, pelo menos há 1.000 anos atrás, porém o material foi utilizado pela última vez no kit de proteção britânica pela Real Força Aérea durante a Segunda Guerra Mundial.
Os cientistas do Ministério da Defesa (MOD) e da indústria ainda estão trabalhando no sistema de nível 3, que deverá ser usado por aqueles que executam tarefas mais perigosas, tais como detecção e desativação de bombas, cobrindo mais as coxas e na região abdominal.

A nova tecnologia de defesa é baseada nas armaduras usadas pelos guerreiros mongóis de Genghis Khan no século 13 e vai ser usada para proteger os soldados britânicos contra bombas no Afeganistão.
O "protetor pélvico", que se tornou conhecido entre os soldados como o "tapa-sexo de combate", será um tipo de cueca anti-explosão para oferecer proteção contra dispositivos explosivos improvisados(Improvised Explosive Device - IEDs). O equipamento, que inclui também um suporte atlético para proteger as regiões inferiores do usuário, deverá ser usado apenas pelas tropas britânicas, mas pode ser copiado pelos EUA e outras forças da Otan.

Os mongóis, bem como as forças chinesas e japonesas, usaram proteções confeccionadas em seda como proteção contra flechas, quando o tecido se torcia ao redor das pontas das setas e neutralizavam o efeito de penetração nos corpos dos combatentes. A versão moderna também é confeccionada principalmente com seda e serve para desviar a estilhaços de bombas e granadas. A necessidade de introduzir a nova peça de vestuário protetiva e blindada, que vai custar cerca de £ 10 milhões (R$ 26,5 milhões), tornou-se urgente, devido a utilização crescente, pelos insurgentes de "placas de pressão" em dispositivos explosivos improvisados, que são acionados pelas vítimas quando pisam neles e são responsáveis por um número crescente de baixas entre as tropas aliadas na área.
O uso das cuecas blindadas será obrigatório para todos os membros das forças que saírem das bases militares para uma zona potencialmente perigosa.
Uma terceira camada de proteção, extendida de toda a região pélvica até os joelhos, será introduzida na 2º trimetre de 2011.
45 mil cuecas blindadas já foram enviadas e outras 15 mil estão prontas em uma fábrica na Irlanda do Norte.
A cueca blindada é confeccionada em cores de camuflagem e lembra uma fralda comum atada nas laterais e vestida sobre as calças. Ela pode ser enrolada e preso ao cinto na parte de trás das calças com duas tiras de velcro, e então quando necessário em patrulha, pode ser solta e presa na parte da frente para formar uma bolsa protectora.
O preenchimento na parte frontal e traseira oferece uma camada extra de proteção. Estes serão emitidos para as tropas no início da primavera, com o contrato de 25 mil conjuntos no valor de £ 4m. A pesquisa e desenvolvendo do equipamento enfrentou muitos desafios, não menos importantes que a criação de proteção, como não impedir a mobilidade dos soldados e outros profissionais na área combate.
Quando saem em patrulha ou fora das principais bases no Afeganistão, as forças britânicas e aliadas já usam armaduras que protegem as áreas chave do coração, pulmões, fígado e rins, bem como um capacete relativamente pesado para proteger a cabeça, e óculos a prova de explosões.
No entanto, o fluxo sanguíneo através das principais artérias da área da virilha, faz com que seja uma área propensa a transpiração, por isso tanto a cueca à prova de explosão tinha de ser feita com materiais que permitam a passagem de suor, e que não retenha o calor experimentado no verão afegão.
As cuecas são revestidos em um agente anti-microbiano que protege contra infecções, e elas são confeccionadas em diversos tamanhos, enquanto que a 2ª camada de proteção é unisex e em tamanho único.
Seda
Alan Hepper, engenheiro-chefe do Laboratório de Defesa, Ciência e Tecnologia, afirmou que muitos fatores tiveram que ser levados em conta ao criar os materiais. "A maneira com que a seda fortalece o tecido é muito grande, com uma alta eficiência balística. Pode soar como um material de caro e extravagante, mas em termos de protecção balística, foi o melhor que nós encontramos", disse ele, continuando: "A nova peça de vestuário foi testada através de extensos testes e os relatórios enviados pelas equipes médicas sobre tratamento de feridos sugere que isso faz uma diferença notável".
China e Japão utilizaram vestimentas a base de seda para blindar seus exércitos, pelo menos há 1.000 anos atrás, porém o material foi utilizado pela última vez no kit de proteção britânica pela Real Força Aérea durante a Segunda Guerra Mundial.
Os cientistas do Ministério da Defesa (MOD) e da indústria ainda estão trabalhando no sistema de nível 3, que deverá ser usado por aqueles que executam tarefas mais perigosas, tais como detecção e desativação de bombas, cobrindo mais as coxas e na região abdominal.