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Versão Completa: Copa Do Mundo De Clubes Da Fifa 2010
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Oceanus


A Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2010 é a sétima edição do mundial de clubes da Federação Internacional de Futebol (FIFA), disputada de 8 a 18 de dezembro de 2010 nos Emirados Árabes Unidos. A competição ocorre em Abu Dhabi.

Equipes participantes

Seongnam Liga dos Campeões da AFC (campeão 2010)
Internazionale Liga dos Campeões da UEFA (campeão 2009-10)
Pachuca Liga dos Campeões da CONCACAF (campeão 2009-10)
TP Mazembe Liga dos Campeões da África (campeão 2010)
Internacional Copa Libertadores da América (campeão 2010)
Hekari United Liga dos Campeões da OFC (campeão 2009-10)
Al-Wahda UAE League (campeão nacional 2010)



Jogos



Estádios

Abu Dhabi será a única cidade-sede da Copa do Mundo de Clubes da FIFA 2010.[

Mohammed Bin Zayed Stadium
Capacidade: 40.000


Sheikh Zayed Stadium
Capacidade: 49.500
Oceanus
Com força e velocidade, Mazembe bate Pachuca e pega o Internacional

Time da República Democrática do Congo vence mexicanos por 1 a 0 e enfrenta o Colorado na próxima terça-feira, em Abu Dhabi, pela semifinal

O Mazembe será o adversário do Internacional na semifinal do Mundial de Clubes da Fifa, na próxima terça-feira, em Abu Dhabi. O time da República Democrática do Congo, mesmo com um jogador a menos desde os 34 minutos do segundo tempo, segurou a pressão do Pachuca, do México, no fim da partida e saiu com a vitória por 1 a 0, em jogo válido pelas quartas de final do torneio

A partida, que contou o público de 17.960 pessoas, foi acompanhada de perto pelos jogadores do Colorado, que assistiram no anel inferior do estádio Mohammed Bin Zayed.

Mazembe aplica velocidade e abre o placar na primeira etapa

Antes de a bola rolar, o Mazembe orou em campo e deu certo. O time africano começou o jogo em cima. Com velocidade e força, o Mazembe chegou na área do Pachuca por duas vezes, com cinco minutos de jogo. O primeiro lance aconteceu aos dois. Após cruzamento na área da equipe mexicana, Singuluma testou por cima do gol de Calero. Em seguida, Kasusula cobrou falta pela direita na área, mas o ataque não conseguiu alcançar a bola.



Tocando mais a bola, o Pachuca saiu mais para o jogo. O futebol do argentino Manso, ex-LDU, começou a aparecer. Na primeira tentativa, o camisa 21 tentou tabelar com Arizala, mas foi interceptado pela defesa do Mazembe. Logo depois aos 18 minutos, Manso recebeu livre no bico esquerdo da grande área e soltou a bomba de canhota. A bola explodiu no trave do goleiro Kidiaba

Quando o Pachuca começava a tomar conta do jogo, o Mazembe aproveitou a falha de marcação da defesa e abriu o placar aos 21. Kabangu descolou uma enfiada, de trivela, para Bedi, que invadiu a área e bateu forte na saída do goleiro Calero para estufar a rede.

Com 25 minutos de jogo, o Mazembe já tinha sete finalizações, contra duas do Pachuca.

O time mexicano jogava de forma lenta e errando passes, principalmente pelo meio. Apesar de ter sofrido o primeiro gol da partida, o Pachuca não reagia. A equipe tentava lançamentos longos, sem objetividade. A bola passava sempre nos pés de Manso, que bem marcado não conseguia levar perigo ao gol de Kidiaba. Aos 33, os comandados de Pablo Marini chegaram a balançar a rede, mas o árbitro marcou impedimento de Manso no momento do cruzamento.



O time africano, com uma forte marcação na intermediária, conseguia forçar os erros do adversário na primeira etapa. Aos 36, por pouco o Mazembe abriu o placar em um contra ataque. Singuluma recebeu em profundidade e bateu cruzado na saída do goleiro. A bola passou raspando o poste esquerdo de Calero.

No fim da primeira etapa, o Pachuca perdeu uma boa chance de empatar. Depois da excelente jogada de Arizala pela direita, Martinez falhou na finalização.

Pachuca melhora, mas não marca. Mazembe leva perigo no contra-ataque

Na volta para etapa final, o Pachuca mudou a postura em campo. O técnico Pablo Marini aumentou a velocidade de sua equipe e aproximou mais o time, que no primeiro tempo atuou de forma mais isolada. Com quatro minutos, a equipe conseguiu duas chances de gol. Torres bateu de fora da área, porém a bola passou sem perigo pelo lado do gol. Na sequência, depois da boa jogada do Pachuca, Manso furou a finalização. Na sobra, Aguilar mandou para fora.

A pressão mexicana aumentava em campo. Martínez acertou um belo chute da intermediária, carimbando a trave do goleiro Kidiaba, que pulou no lance, mas não achou a bola.

O tempo passava. O Pachuca ficava mais nervoso e dava espaços em campo ao Mazembe, que por duas vezes quase ampliou o placar. Kasongo chutou de fora da área no canto esquerdo, Calero pulou e espalmou. Um minuto depois, Kimwaki, bateu de muito longe e quase surpreendeu o arqueiro mexicano. A bola passou tirando tinta do travessão.

Aos 35 minutos, Sunzu fez falta em Manso e levou o segundo amarelo e depois o vermelho, deixando o Mazembe com dez em campo. Com um a mais em campo, o Pachuca se lançou em campo na tentativa do empate no fim, para forçar a prorrogação, mas erro muito nas finalizações. Arizala perdeu um gol incrível ao 43 minutos, e Cvitanich aos 49, decretando o triunfo do time congolês.

http://globoesporte.globo.com/futebol/mund...-semifinal.html
Oceanus
Desinteresse, torcida encomendada, estádio vazio: Mundial não empolga

Em seu último ano nos Emirados Árabes, Mundial de Clubes não consegue cativar a população local

Um grupo de torcedores ruma para as arquibancadas do estádio Mohammad Bin Zayed e se mostra totalmente diferente dos sul-americanos, dos europeus, dos africanos e até dos asiáticos. E não é apenas por causa da roupa tipicamente árabe: eles não carregam bandeiras, não dão sinais de empolgação, não parecem envolvidos em um jogo que começará dentro de 30 minutos. Eles, na prática, pouco ligam para o que vai acontecer ali. E são um retrato fiel do envolvimento dos árabes com o Mundial, uma competição que não conseguiu cativar Abu Dhabi em sua segunda e última edição por ali.

A cidade segue seu ritmo normal, como se a competição não existisse. Não é sombra de como fica Porto Alegre em tempos de decisão, não chega aos pés da comoção dos sul-africanos com a última Copa do Mundo, não tem um pingo da loucura dos argentinos com o futebol. O comportamento mais reservado dos árabes não é a única explicação, embora seja real. A questão é que o Mundial foi parar ali por causa do interesse externo, não interno, na arte da bola.

Abu Dhabi vive momento de expansão turística. E tenta combater Dubai na atração oferecida aos estrangeiros. Por mais que a população local não se empolgue com o futebol, a ideia é chamar a atenção do resto do mundo para a cidade por meio do esporte. A mídia internacional, ao mostrar o Mundial para países enlouquecidos por futebol, casos de Brasil e Itália em 2010, automaticamente dá um panorama turístico do local. E aí Abu Dhabi tem muito a oferecer – bons hotéis, atrações naturais, segurança absoluta, uma cultura diferente da Ocidental, mas não radical a ela, e preços acessíveis em alimentação e deslocamento.


Pouco antes do duelo entre Mazembe e Pachuca, estádio em Abu Dhabi tinha público muito pequeno
(Foto: Alexandre Alliatti / Globoesporte.com)

Não é incomum encontrar taxistas que não sabem onde ficam os estádios do Mundial e pessoas que não imaginam que ali existe uma competição desse porte. A cidade apresenta raros indícios de que é sede do torneio mais importante de clubes: poucos painéis publicitários, cobertura discreta nos jornais, assédio nulo de torcedores locais. Os treinos do Inter em Abu Dhabi têm sido mais tranquilos do que em manhãs chuvosas de inverno no Beira-Rio.

Os jogos apresentam estádios com pouco público. Nem a partida do time da casa, o Al-Wahda, causou mobilização: menos de 24 mil pessoas foram ver a vitória de 3 a 0 sobre o Hekari United, de Papua Nova Guiné. No duelo entre Mazembe e Pachuca, nesta sexta-feira, nem metade do estádio foi ocupada. E parte dos torcedores estava ali claramente sob encomenda. Enquanto todos os demais árabes do estádio ficavam quietos, dois grupos batiam palmas ao mesmo tempo, coreografados, simulando uma empolgação que não tinham, forçando uma alegria para estrangeiro ver.

No ano que vem, o Mundial volta para o Japão, onde o Inter foi campeão em 2006. Não chega a ser um epicentro da emoção futebolística, mas é um local que vive mais o futebol do que os Emirados Árabes. De certa forma, Abu Dhabi se despede da competição com o alvo atingido. Só de colorados, são esperadas mais de 5 mil pessoas para os jogos do Mundial. Cada uma delas, ao voltar para o Brasil, falará sobre a cidade, que espera ver um efeito dominó no processo de atração de estrangeiros – gostem eles de futebol ou não

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/time...ao-empolga.html
Oceanus
Ex-santista é decisivo, Seongnam bate o Al Wadha e enfrenta o Inter de Milão

Colombiano Molina marca uma vez e dá duas assistências na vitória dos coreanos sobre os rivais. Jogo contra os italianos será na próxima quarta

Com uma atuação destacada do colombiano Molina, ex-Santos, o Seongnam Ilhwa, da Coreia do Sul, venceu o Al Wadha por 4 a 1, no Zayed Sports City, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, pelas quartas de final do Mundial de Clubes. Além de assinalar um dos gols do triunfo de sua equipe, o jogador ainda deu duas assistências para os tentos marcados pelo australiano Ognenovski, capitão dos coreanos no torneio, e Choi Sung-Kuk. Cho Dong-Geon ainda fez mais um.

Nas semifinais do Mundial de Clubes, o Seongnam Ilhwa vai enfrentar o Inter de Milão na próxima quarta-feira, também no Zayed Sports City. Esse será o primeiro jogo do time italiano na competição. A equipe do goleiro Julio César, do zagueiro Lúcio, do lateral-direito Maicon e do volante Thiago Motta desembarcou em Abu Dhabi na última sexta-feira. Philippe Coutinho, machucado, ficou fora do torneio.

Mesmo jogando em casa, Al Wadha não segura melhor desempenho dos rivais

O Seongnam Ilhwa abriu o marcador logo aos quatro minutos da etapa inicial. Após lançamento do campo de defesa, Al Kamali cortou errado e a bola sobrou para o apoiador Molina. De primeira, o colombiano aproveitou a o posicionamento errado do goleiro Adel Al-Hosani para abrir o marcador para o time sul-coreano.

E foi em um lance esporádico da equipe árabe que saiu o empate. Aos 22, Ahmed cruzou da direita na cabeça de Fernando Baiano. O brasileiro se antecipou aos marcadores e tocou na bola para igualar o marcador. Tudo igual no Zayed Sports City. No embalo do brasileiros, o Al Wadha quase virou. Quatro minutos depois, Hugo cobrou escanteio e quase marcou olímpico.

Aos 30, o Seongnam Ilhwa voltou a ficar em vantagem. Molina cobrou escanteio da esquerda na cabeça do zagueiro Ognenovski. O australiano subiu mais do que os marcadores e colocou os sul-coreanos em vantagem.



Jogadores sul-coreanos completam a goleada do Seongnam Ilhwa

Molina seguiu comandando as ações do Seongnam Ilhwa no confronto diante dos árabes. Porém, antes dos sul-coreanos matarem o jogo, o Al Wadha quase empatou o jogo com Fernando Baiano. O brasileiro cobrou falta da entrada da área e a bola passou rente à trave.

Aos 27 da etapa final, o Seongnam Ilhwa matou o jogo. Cho lançou para Choi Sung-Kuk que chutou forte para marcar o terceiro gol dos sul-coreanos.

No fim, Molina entrou mais uma vez em ação. O colombiano cobrou falta da direita na cabeça de Cho. O jogador se antecipou aos zagueiros e selou a classificação do Seongnam. O colombiano foi substituído aos 39 minutos do segundo tempo e saiu aplaudido de campo.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/mund...r-de-milao.html
Minori
Mazembe!!!! rolleyes.gif
Oceanus
QUOTE(Minori @ Dec 14 2010, 10:52 PM) *
Mazembe!!!! rolleyes.gif


Eles jogaram muito bem e mereceram a vitória

Estão fazendo um ótimo mundial e se forem campeões será muito justo

Ja o Inter não fez por onde e ja estava no campeonato brasileiro poupando os jogadores de forma errada e o time perdeu bastante ritmo de jogo por conta disso
Oceanus
Inter de Milão vai à final e bota coreanos no caminho colorado

Time italiano faz 3 a 0 no Seongnam Ilhwa e faz final contra o Mazembe,
no sábado. Asiáticos disputam terceiro lugar com os brasileiros

Inter, Mundial de Clubes, final: três palavras que, combinadas, fariam qualquer colorado feliz. Mas o Inter da decisão é o italiano. A equipe de Milão fez 3 a 0 no Seongnam Ilhwa, da Coreia do Sul, e garantiu presença no jogo que decidirá quem manda no planeta. O adversário dos europeus é o Mazembe, algoz dos brasileiros. Ao Inter gaúcho, resta duelar com os asiáticos pelo terceiro lugar.

Stankovic, Zanetti e Diego Milito fizeram os gols da vitória do Internazionale na noite desta quarta-feira em Abu Dhabi, no Zayed Sport City, longe de receber a multidão com uma mesma cor de camisa que invadiu a cidade um dia antes – mas com o maior público do Mundial. A equipe italiana teve em campo os brasileiros Julio Cesar e Lúcio desde o início. Thiago Motta, com um minuto, entrou no lugar de Sneijder, lesionado.

A decisão do Mundial será no sábado, às 15h (de Brasília), no mesmo estádio da semifinal desta quarta. Antes, às 12h, no mesmo local, o Inter duela com o Seongnam pelo terceiro lugar.

Nem foi preciso ter Sneijder

Wesley Sneijder, holandês, figura das mais geniais na última Copa do Mundo, ficou em campo por apenas um minuto, derrubado por lesão muscular. Não fez falta. O Inter de Milão teve força de sobra para enterrar seu desfalque e passar por cima dos coreanos no primeiro tempo. Não foi genial, mas teve competência. Mais do que dar passes, teve profundidade; mais do que girar, se aproximou do gol; mais do que colecionar chances de gol, as converteu. Algum Inter teria que fazer isso no Mundial. Foi o italiano.



O Seongnam, é bem verdade, incomodou. Mas os italianos tiveram a vantagem de fazer 1 a 0 muito cedo. Eram dois minutos de jogo quando Stankovic, o sérvio bom de bola do Inter, invadiu a área e desviou do goleiro Sung Ryong Jung. Estava aberto o caminho milanês para a vitória.

O jogo se arrastou por meia-hora entre o primeiro e o segundo gol dos italianos. Os europeus tiveram o controle da bola, mas ameaçaram pouco. Os coreanos não conseguiram reagir. Quando a torcida começava a ficar entediada, um raio de talento iluminou o gramado. E talento argentino. Zanetti acionou Milito, Milito tocou de calcanhar, Zanetti marcou. Golaço.

Os coreanos tiveram que abrir bem os olhos, sob pena de serem goleados já no primeiro tempo. A reação deles foi atacar para não serem atacados. Foram quatro boas chances de gol. Molina ameaçou em duas cobranças de falta, Radoncic forçou Julio Cesar a fazer difícil defesa e Kuk Sung Choi quase marcou de cabeça. Mas a bola não entrou. E o Internazionale foi para o vestiário com a vaga quase garantida.

Milito fecha a conta: 3 a 0

Se os argentinos do Inter brasileiro pouco fizeram, os compatriotas deles no xará italiano foram decisivos. O gol de Zanetti ganhou a companhia de mais uma bola na rede com o talento dos hermanos, desta vez com Diego Milito. Foi aos 27 minutos. Eto’o bateu forte, o goleiro espalmou e o atacante argentino completou.

O gol representou o enterro definitivo das esperanças coreanas. O curioso é o que o Seongnam, a exemplo do primeiro tempo, teve chances de gol. Em uma delas, o camisa 30, Cheol Jae Jo, mandou com perigo, por cima. Em outra, Byung Kuk Cho mandou pancada de falta, Julio Cesar espalmou e Radoncic, no rebote, completou para fora.

Quase 40 mil pessoas viram os italianos controlarem o jogo, deixarem o tempo passar, dominarem os ponteiros do relógio sem grande esforço. A vaga estava garantida. Tem Inter na final do Mundial. Mas um só, e é o italiano.



http://globoesporte.globo.com/futebol/mund...o-colorado.html
Oceanus
Pachuca bate Al Wahda nos pênaltis e fica com o quinto lugar no Mundial

Time mexicano vence por 4 a 2 nas penalidades, depois de um empate no tempo normal em 2 a 2

O Pachuca, do México, lutou muito para ficar em quinto lugar no Mundial de Clubes. Após o empate no tempo normal por 2 a 2 com o Al Wahda, nesta quarta-feira, o time mexicano bateu o adversário na disputa de pênalti por 4 a 2, em jogo realizado em Abu Dhabi, no estádio Zayed Sports.

Com um jogador a menos na etapa final, o Al Whada, que não contou com Fernando Baiano e Magrão, que ficaram no banco, vencia o jogo até aos 37 minutos do segundo tempo por 2 a 0, mas permitiu o empate no último minuto. De brasileiro, apenas o meia Hugo atuou.



Jogo equilibrado em Abu Dhabi

Jogando no contra-ataque, o Al Wahda surpreendeu o time mexicano na primeira etapa. O camisa 10 da equipe, Ismaeil Matar, abriu o placar aos 44 minutos.

No segundo tempo, o Pachuca se lançou ao ataque, mas desperdiçou a chance do empate em uma cobrança de pênalti. Hamdam derrubou Arizala na área e acabou sendo expulso. Benítez bateu a penalidade com força e jogou a bola sobre o gol de Adel, aos 27 minutos.



Aos 30, Mahmoud aumentou para o Al Wahda. O camisa 26 recebeu na área e bateu na saída do goleiro. Depois do segundo gol, o time da casa cansou e recuou muito, dando espaços ao adversário.

Então, o Pachuca voltou a atacar e conseguiu o empate nos minutos finais. O argentino Dario Cvitanich marcou duas vezes e decretou o placar em 2 a 2 no tempo regulamentar: o primeiro aos 37, e o segundo aos 44 minutos, desviando de letra para o fundo da rede.

Pachuca vence na disputa de pênalti

Na disputa de pênalti, o Pachuca venceu por 4 a 2. Cvtanich, Lopez, Mustafá e Luna marcaram para a equipe do México. Hugo e Basheer converteram para o Al Whada. Abdulraheem e Diarra desperdiçaram as penalidades.

http://globoesporte.globo.com/futebol/mund...no-mundial.html
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