Bom dia, caro Chico Barreira > http://fatosnovosnovasideias.wordpress.com/arteemanha/

Sobre as "novas estatais", assunto de seu mais recente artigo: PONTO para o novo governo. De fato são aspectos da nossa economia que veem sendo tratados em segundo plano, há muitos anos. A questão amazônica, principalmente, é um verdadeiro escândalo a céu aberto.

No entanto, aguardo movimento/intenção por parte do próximo governo, já que Lula e a própria Dilma foram bastante relapsos quanto ao assunto, na direção de acabar com a eterna roubalheira praticada por empresas(bancos) de cartões de crédito e as TELES, que exploram a telefonia, internet, etc... A economia de grande parte das famílias brasileiras, justo aquelas que gozam de crédito e algum prestígio escorre há décadas pelo ralo ganancioso e enfadonho de instituições que cobram o quanto e o que querem pelos serviços prestados a milhões de brasileiros. Tudo está estampado aos olhos de quem quiser ver, e não consegue mais enganar ninguém o discurso de que os juros são tais devido ao risco das operações de crédito no mercado brasileiro.

Quanto às TELES, já é de conhecimento público que os brasileiros pagam as mais altas tarifas telefônicas do mundo. Sendo um dos mercados que mais crescem nessa área de tecnologia, o Brasil parece destruir e desmoralizar leis básicas da "economia de mercado", como a de "oferta e procura", que, em qualquer economia minimamente decente - se possível existir - reduz e regula a prática de preços de bens e serviços.

Finalmente, e tomara que algo seja dito o quanto antes pelo futuro governo, a questão da EDUCAÇÃO. Já que você tão bem falou da virtude estratégica desse futuro governo, há de concordar tratar-se da revolução que ainda não foi feita nesse país. Chega de subterfúgios! Nunca estivemos em situação econômica tão favorável para por em prática, em caráter de urgência, um plano de recuperação da Educação Brasileira, antes que alguns garimpeiros se apoderem dos recursos e meios advindos do jorro de certas riquezas subterrâneas do Brasil.

Bons ventos! Que não sejam apenas para uns poucos...