Final Da Liga Mundial De Vôlei 2009 |
Final Da Liga Mundial De Vôlei 2009 |
Jul 26 2009, 09:01 AM
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![]() Final: Brasil X Sérvia (Beograd - Beogradska Arena) 26/07 - 15:00h X ![]() Decisão do terceiro lugar: Rússia X Cuba (Beograd - Beogradska Arena) 26/07 - 12:00h X ![]() ___________________________________________________________________________________________________ Este post foi editado por Oceanus: Jul 26 2009, 09:22 AM -------------------- |
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Jul 29 2009, 06:31 PM
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#16
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Bernardinho vê pressão maior sobre Bruno e critica planejamento de 2008
A forma como Bruninho herdou uma vaga na seleção brasileira masculina de vôlei o torna alvo de críticas. Após superar seu primeiro desafio como titular, o levantador extravasou e foi às lágrimas na conquista da Liga Mundial 2009 - competição em que o Brasil volta ao topo após o amargo quarto lugar obtido em 2008, primeira vez em que o país não subiu ao pódio desde 2001, ano em que o técnico Bernardinho assumiu a equipe. Na opinião do treinador, Bruninho sofre uma cobrança maior por ser o levantador da equipe e por ter entrado de última hora no elenco para os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro de 2007, quando Ricardinho acabou cortado. "Sobre ele recaiu um peso muito maior, pela função que ele exerce e por estas questões que o cercaram e não sei por quanto tempo vão continuar cercando. O que não pode agora é querer compará-lo. Ele jogou um excelente torneio, mas ele tem um longo caminho a percorrer para ser comparado ao Maurício ou ao Ricardo. Não tem termos de comparação", disse em entrevista exclusiva ao UOL Esporte. Com Bruninho, o Brasil ergueu o oitavo título da Liga Mundial, igualando o recorde da maior campeã Itália. Para alcançar o topo, a seleção venceu a Sérvia por 3 a 2, de virada, em partida histórica em que os brasileiros tiveram de superar o forte time adversário, a pressão da torcida local, que lotou o Beogradska Arena, e até a arbitragem, que cometeu erros claros em benefício dos donos da casa. Na entrevista a seguir, Bernardinho fala sobre o jogo que encerrou a Liga 2009, lembra a frustrante campanha do ano anterior, analisa a disputa por posições na nova seleção, comenta a prata olímpica conquistada nos Jogos de Pequim e constata: "Talvez em oito ou nove anos, tenha sido nosso pior momento. O planejamento foi mal executado". UOL Esporte- Você sempre fala em dar rodagem para esta nova equipe. Podia ter um jogo mais atípico para dar experiência aos novatos? Bernardinho - Não havia como. Não há nada que possa dar uma condição de amadurecimento e vivência como aquela ali. Um ambiente hostil, no sentido esportivo, difícil, contrário, com 22 mil pessoas entoando as canções deles. Uma arbitragem mais do que atrapalhada. Os bandeirinhas foram tendenciosos nas bolas duvidosas, a marcação era sempre para a Sérvia. Os árbitros foram muito omissos. Acabamos tendo que lidar com tudo isso. Partindo atrás no tie-break depois de um quarto set conturbado. Aquela mudança de marcação de bola... [no quarto set, após um bloqueio de Murilo, a bola resvalou claramente no sérvio Miljkovic. Iniciamente, o árbitro deu ponto a favor dos sérvios, mas após muita confusão, voltou atrás na marcação e anotou ponto para o Brasil]. Fiquei decepcionado com o Miljkovic. Além de não se acusar, depois de tudo o que aconteceu ele ir lá e reclamar o ponto, sabendo que a bola não triscou nele, bateu forte, foi vergonhoso. Não é atitude de campeão. Faltou fair play mesmo. E não sei até que ponto aquela mudança de decisão não decidiu aquele set. Eles incendiaram [o Brasil vencia o set, mas a Sérvia virou e levou o jogo para o tie-break]. UOL Esporte - Qual a importância de uma vitória como a de domingo neste início de novo ciclo? Bernardinho - A dúvida sobre em que nível nós estávamos não era apenas nossa, da comissão. Eles mesmos queriam saber onde eles se inseriam neste meio todo. Acho que a presença do Murilo e do Escadinha desde do início do trabalho foi muito importante, para que eles pudessem se integrar rapidamente e pensar 'Olha nós fazemos parte mesmo'. Porque antes só viam o cara na televisão. Depois, estavam treinando no dia a dia com o Escada e depois com Giba e Rodrigão. O Thiago Alves, por exemplo, vê o Giba como ídolo. E, de repente, ele está lá entrando no lugar do cara e decidindo uma partida. Então foi muito importante para que eles pudessem estar, aos poucos, neste processo de afirmação. Nós somos uma nova seleção, que está em formação. Pelo que eles nos demonstram, têm toda a capacidade de honrar todo um legado deixado. Todos tinham um receio muito grande em relação ao que foi feito no passado. Estamos à altura disso? É um peso grande sobre estes caras em função de um passado recente muito vitorioso. O jeito como se portaram e trabalharam durante todo este tempo foi dando a eles esse sentimento de merecimento, não da vitória, mas de uma boa campanha. Perdemos um jogo apenas. É bastante significativo. UOL Esporte - O Bruninho foi o que mais se emocionou no pódio. Você acha que para ele a vitória teve um significado ainda maior? Bernardinho - Não dá para fazer nenhum tipo de comparação. O Ricardo chegou a um nível depois de um início em que muitos perguntavam da capacidade dele em 2001. Me lembro de um jogo em Brasília, um amistoso contra Cuba. O Maurício era titular e eu coloquei o Ricardo para jogar. Cuba abriu 2 a 0 e a torcida começou a vaiar, querendo o Maurício, porque é natural. Quando eu jogava, queriam que o William jogasse. Se eu joguei três jogos na minha vida na seleção foi muito, porque é óbvio que ele era melhor e tinha que jogar. E eu entendia isso. Viramos o jogo e o Ricardo jogou muito bem, mas estava chateado com toda a situação. Eu disse: 'Isso vai acontecer muitas vezes, mas estou aqui para dar o suporte e vamos lá'. É claro que as circunstâncias são outras por causa da mudança que eu fiz em 2007 [corte repentino de Ricardinho], mas eu me questiono muito se é certo ou errado. Não tem um dia que eu não pense sobre as lições do passado. Muitos treinadores com quem eu conversei recentemente me colocaram a posição de que o Bruno é o cara a ser investido. Não é tanto a questão da opinião alheia, de falsos conhecedores de voleibol, mas é a situação que ele vive, porque certa maldade ou certo desconhecimento mexem com a opinião pública. O que ele mostrou neste processo todo foi força de caráter e personalidade em um ambiente como o de domingo. Mas sobre ele recaiu um peso muito maior, pela função que ele exerce e por estas questões que o cercaram e não sei por quanto tempo vão continuar cercando. O que não pode agora é querer comparar, até porque não cabe comparação. Ele jogou um excelente torneio, mas ele tem um longo caminho a percorrer para ser comparado ao Maurício ou ao Ricardo. UOL Esporte - Dante e André Nascimento já estão treinando em Saquarema. Com a volta dos veteranos e a boa apresentação dos novatos, em que posição a briga fica mais difícil na seleção? Bernardinho - Vamos analisar quem está bem para voltar. O fato de serem que são não os coloca na seleção. Estive como eles em Belo Horizonte. O Dante estava até em um nível razoável, mas o André está muito abaixo ainda. Estava dois meses parado e ele vem de uma final de Superliga não exaltante depois de uma cirurgia no joelho. Temos que avaliar a condição dele com calma, para ver se pode estar no grupo. É possível, mas não é certo ainda. Vamos aguardar o desenrolar do trabalho. São dez dias de treino antes da viagem [para o Sul-Americano]. Nas posições de oposto e ponteiro, têm muitas coisas acontecendo. Vejo não apenas o Dante, mas o Thiago se mostrou durante a Liga toda um ponteiro que pode estar brigando com os caras. É como no início do ciclo passado, quando tínhamos Nalbert, Giba, Giovane e Dante, que era o garoto da história. Agora o Thiago é o Dante daquela época. Você tem Giba, Murilo e Dante, que podem se revezar e segurar a bronca. Se tivermos essa competição sadia, intercalar as peças fica interessante. Mas outras seleções também têm capacidade de fazer isso, como a Rússia. UOL Esporte - A Rússia, aliás, era apontada por você como favorita. Ela decepcionou de alguma forma [terminou a Liga em terceiro lugar]? Bernardinho - Não decepcionou. A minha impressão é que a Rússia se preocupou muito com o desgaste dos jogadores. O técnico poupou titulares contra a Sérvia, mas contra Cuba mostrou a força que tem. Não podemos nunca menosprezar ou imaginar que a Rússia está fora desta briga, porque não está. Os EUA jogaram um sistema eficiente na primeira fase, mas aqui [em Belgrado] não conseguiram. Não encaixou, mas é um time que vai incomodar. Itália, Holanda, Polônia, com a volta de dois ou três jogadores que estavam fora, também. A Sérvia tem uma base de veteranos, mas falta só um ano para o Mundial e eles estão muito bem. Se fossem meus jogadores, eu diria: 'Aproveitem ao máximo a oportunidade que vocês têm de jogar neste nível, de viver isso, porque depois que passar vão sentir falta'. Vejo isso nos meus que estão parando. Eles têm peças de reposição. Não têm a capacidade do Nikola [Grbic, levantador veterano], mas são jovens bons. UOL Esporte - No ano passado, no Rio, você se mostrou muito desgastado e chegou até a cogitar parar de dirigir clube e seleção ao mesmo tempo... Bernardinho - O ano de 2008, profissionalmente e pessoalmente, foi muito difícil. Foi tudo muito desgastante. E teve o ponto que pode ser o mais frustrante e triste da nossa trajetória, porque não chegar à final da Liga Mundial no Brasil para nós foi terrível. E um dia depois estávamos embarcando para Pequim. Ter revertido aquilo ali em 10 dias foi uma demonstração de muita força, porque o time estava realmente em um momento ruim. Talvez em oito ou nove anos, tenha sido nosso pior momento. O planejamento foi mal executado, forças da natureza conspiraram contra. O Giba se contundiu na véspera da estreia da Liga, ficou muito tempo fora, e a preparação ficou toda comprometida, porque foi uma contusão séria no tornozelo. As coisas não se encaixaram do jeito que deveriam. Não tínhamos lugar para treinar. A federação internacional não apoiou a questão de treinamento. Não se trata de colocar a culpa em A, B e C. Eu tinha que ter pensado em algo extra, mas imaginei que ia ser como sempre foi. Aquela era minha quarta olimpíada como treinador, então pensei: 'Não tem por que mudar'. Cheguei lá e não tinha onde treinar. Para nós foi ruim, porque somos uma equipe com a cultura de treinamento. Ficar 15 ou 20 dias com carga baixa de treinamento foi péssimo. Chegamos em uma final olímpica com a convicção de que nadamos um pouquinho abaixo do nosso tempo. Isso que é frustrante. Se você nada rápido, dentro da sua melhor marca, e o outro é mais competente, ok. Mas se você é mais competente e nada abaixo, isso é muito frustrante. UOL Esporte - E por que ficaram abaixo do esperado? Bernardinho - Por falta de planejamento, preparação deficiente, tempo... A gente tinha mudado a estrutura da equipe um ano antes, com duas competições antes da olimpíada: Pan-Americano e Copa do Mundo. Muito pouco para você consolidar uma nova estrutura de uma peça que é vital, que é o levantador. Mas o que mais doeu foi não chegar à final da Liga Mundial no Brasil. Na olimpíada doeu, incomodou muito. Muitos jogadores ficaram frustrados, como se nada do que tinham feito até ali fosse importante. Alguns até nutriram uma certa mágoa. Em qualquer país do mundo, alguns jogadores teriam até estátua. Os nossos ganharam o que ganharam e... Estátua seria um exagero, mas certamente um espaço bacana na história do esporte deveriam ter. UOL Esporte - Você optou por não chamar o Marcelinho desta vez. Ele está descartado ou ainda tem chances na seleção? Bernardinho - Todos têm chance. Mas é momento de testar alguns. Tenho uma carinho e admiração por todos esses caras mais veteranos. O Anderson, por exemplo, é uma figura adorável. Ele me ligou e disse: 'Maluco', ele me chama assim, 'estou aí'. Se eu não coloco os mais jovens, eles nunca vão ter este espaço e vai ser mais difícil uma pequena renovação. Vamos ver este ano agora. Vamos ter a oportunidade de seguir muito mais de perto estes jogadores. Vamos avaliar bem, controlar e aí fazer as escolhas corretas para o ano que vem, para o Mundial, que é o nosso objetivo mais importante neste biênio. Fonte: http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas/20...t4367u3333.jhtm -------------------- |
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Jul 29 2009, 07:55 PM
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Murilo e Sidão se apresentam ao Sesi de olho em duelo contra amigos da seleção
De volta ao vôlei brasileiro, ponteiro está ansioso para enfrentar o irmão Gustavo e oficializar a união de dez anos com a atacante Jaqueline Foram anos de sacrifícios e saudades da família. Nesta quarta-feira, finalmente os atacantes Murilo e Sidão puderam selar oficialmente a volta ao vôlei brasileiro. Os jogadores, que atuavam na Itália, se apresentaram ao Sesi, equipe paulista comandada pelo técnico Giovane Gávio. ![]() Sidão (segundo da esquerda para a direita) e Murilo (quarto) são só sorrisos na apresentação ao Sesi Morar perto da família, no entanto, não foi a única motivação para trazer as estrelas ao país. Além de sentir o carinho de entes queridos e dos fãs, os jogadores estão empolgados com a ideia de enfrentar os companheiros de seleção. Um dos duelos mais aguardados será contra o Pinheiros, que repatriou Giba, Rodrigão e Gustavo. - O vôlei tem tudo para dar um salto de qualidade como nunca foi feito no Brasil. Na seleção a gente já faz previsões. Em um mês, deixaremos de ser companheiros para virar adversários. Vai ser um grande espetáculo, e todos vão ganhar muito com isso - contou Murilo. O jogador, aliás, tem motivos a mais para festejar o acerto com o Sesi. Murilo confessa que está ansioso para enfrentar o irmão Gustavo no Brasil. Na Itália, eles se acostumaram a ficar cara a cara nos jogos entre o Marerata (do ponteiro) e o Treviso (do meio-de-rede). - Não vamos dar moleza. Na Itália, ele sempre tentava me bloquear, e eu sempre fazia algo para furar o bloqueio dele. A gente lutou muito um contra o outro, quem perdia pagava o jantar. Lá, estava 9 a 1 para ele, mas aqui a gente vai começar do zero - brincou Murilo. Além disso, o atacante, um dos líderes da nova geração verde e amarela, vive a expectativa de finalmente oficializar a união de dez anos com Jaqueline. A atleta, que deixou o vôlei italiano para jogar no Osasco, morará com ele na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo. - O lado pessoal pesou bastante. Depois de dez anos, vamos nos casar e ajeitar nossa vida, ter nosso apartamento. A gente tem conversado sobre essa coisa de morar juntos. Será que vamos brigar muito? (risos). Passamos muito tempo priorizando o lado profissional, não estávamos mais aguentando. Agora, vamos no cartório ver como é o processo para casar no civil. Casaremos já, mas não vamos fazer festa - revelou. Já o paulistano Sidão não vê a hora de ficar perto dos pais, que moram em Taubaté. - Desde que eu fui para a Itália, tivemos pouco contato. Era uma semana de folga e logo depois a seleção. Fiquei quase dez meses sem ver minha família. Agora, estão com um sorriso de orelha a orelha. A alegria também deu o tom das palavras de Giovane Gávio. Após passar por momentos de apreensão com o fim do Joinville, o técnico disse que o Sesi já planeja um trabalho de longo prazo e sonha com o título da próxima Superliga. - Treino todo dia para ganhar. Lógico que temos o pé no chão, mas o time é competitivo e tem condições de vencer - garantiu. Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...4-15080,00.html -------------------- |
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Aug 22 2009, 08:33 AM
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Brasil leva susto, mas vence Argentina de virada e é campeão do Sul-Americano
Comandados de Bernardinho conquistam taça após vitória por 3 sets a 1 O Brasil tomou um susto, mas na base do talento e da garra, virou sobre a Argentina e conquistou o Campeonato Sul-Americano de vôlei. A equipe de Bernardinho perdeu o primeiro set para os hermanos, mas fez 3 sets a 1, parciais de 28-30, 25-17, 25-19 e 25-15, e volta de Bogotá com o título da competição, o seu 27º. ![]() Brasileiros comemoram ponto na vitória de virada sobre a Argentina: título em Bogotá Com o título, a seleção brasileira ainda garantiu vaga para disputar a Copa dos Campeões, em novembro, no Japão. O torneio reúne os melhores de cada continente e que já conquistou duas vezes, em 1997 e 2005. Bernardinho comemorou o poder de superação do grupo. - Tínhamos a responsabilidade de manter a hegemonia no Sul-Americano e essa pressão de ter que ganhar é complicada. Além disso, tivemos o problema da altitude. Por exemplo, no jogo de hoje alguns jogadores sentiram falta de ar. Sem dúvida, na dificuldade o grupo se une ainda mais. Provamos isso na final contra os argentinos. É uma coisa que, sem dúvida, levaremos conosco - disse o treinador. A seleção brasileira chegou à decisão como franca favorita. Em seis jogos, venceu todos e havia perdido apenas um set, para a Venezuela. Perdeu o segundo nesta sexta, mas conseguiu a virada para levar o título. Os argentinos tinham a mesma campanha do Brasil e eram os únicos que poderiam tirar o título dos comandados de Bernardinho. Após um começo irregular, a seleção brasileira voltou mais atenta para o segundo set e construiu a vitória. Com a derrota, a Argentina terminam na segunda colocação do Sul-Americano. Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...LAMERICANO.html -------------------- |
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| Versão Simples | Horário: 24th May 2013 - 10:28 PM |