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Pedras. Acho., tosqueira pedida por alguém.
Cyren Gil-Luin
post Feb 23 2003, 01:28 AM
Post #1


:: fearing the pain ::


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Pedras.

Quem não sabe o que é uma pedra.

Eu tive minha revelação ao chegar a uma pedra.
Mas não era uma pedra qualquer.
Era a pedra.

E de todas as pedras que já vi, essa mesmo em sonhos, eu vi, e a observei.
Eu contemplei a pedra.

Era uma floresta, de toda estranha.
Estava dormindo, sonhando, óbvio que estava.
Todo o sonho é estranho.

Mas este justo com uma pedra.
Que pedra maluca.

Eu estava em uma floresta. Uma floresta, dessas das lendas em que se contam para ti quando se é criança e se falam de sacis, unicórnios e qualquer coisa que é bonita, mas que não existe. E se existisse, provalvemente tu darias tanta paulada que aí sim, não existiria mais. É a triste realidade desse paradoxo. Mas que importa, estou falando de pedras!

Tinha um riacho. Todo sonho tem um maldito riacho, e para melhorar, de água limpinha e calma, e peixes se tem, todos pequininhos, bonitinhos, e inofensivos.

Eu só não contava em pisar num caramujo.
Fez “crok” é verdade.

Eu havia matado um caramujo.
Eu que nunca havia matado nem barata na vida, matei justo um caramujo por distração. Só em sonho mesmo.

Ah, sim, onde estava. A pedra. Inesquecível, a pedra.
Mas não vou falar disso.

Havia uma floresta, e já disse isso, não precisa me repetir. Não gosto disso. Cale-te e leia. Antes de tudo, um sábio é um bom leitor. (apesar de já Ter conhecido muitos sábios banguelas e cegos que nem sabiam ler, e muitos deles eram chineses e lutavam kung-fu.)

E o engraçado, é que na floresta, havia cristais.

Cristais entre as árvores.
Todos eles pontudos, azuis, bonitos até.
Tudo era azul na floresta por causa dos cristais.
Maldita luz ofuscante e cantante azul.
Sim, cantante. Os criatais cantavam.

Cantavam tanto que pareciam estourar meus ouvidos. E eram desafinados, todos eles. Piores que as lebres. Haviam muitas lebres, todas elas carregavam suas cenouras e algumas noz dos esquilos numa interessante guerra civil na floresta. Não me pergunte como eu sabia disso, eu sei. Sonho é sonho. Vai entender.

Sim, num outro momento eu me encontrei com a pedra.
Era uma pedra interessante. Interessante e comum, mas nem por isso menos bonita.
Talvez por isso eu tenho gostado da pedra.
E era muda. Se fosse um daqueles cristais, eu a arremessava vinte metros e ainda por cima dava fim na querela dos esquilos. Os esquilos sempre arranjam confusão. Se m dia, andar na rua, e se ver cercados por vinte esquilos. Dê a eles tudo que tens. Comida, roupa, dinheiro, relógio, clips, aquelas balinhas mentos, tudo. Claro, que se tiver acompanhado por um daqueles velhinhos chineses, sorria. O Kung-Fu resolve tudo. Um dia ainda aprendo ele. Mas primeiro tenho de acordar.

Eu havia sentado na pedra muda e tirei de dentro da minha bolsa um cachimbo. Eu tinha uma vontade danada de fumar mas nem nunca havia tocado num cigarro ou cachimbo. Mas a vontade era danada. Ainda mais num lugar azul. Malditos sonhos. Comecei a devagar.

Eu fechei os olhos, e quando os abri, estava vendo o que estava a frente.

Índios montados em cavalos azuis. Cavalos azuis, no meio do Deserto de Areia, o Saara. Mas eu não sabia que era o Saara e chamei só de Deserto de Areia mesmo. É até uma circunstância interessante, dada o fato de quarenta índios sioux e seus corcéis azúis da cor do céu perseguirem um som. Um som. Este passou pelo meu lado.

Zap!

Meu cachimbo se foi. Maldito cachimbo. Nunca devia Ter confiado neles. Ele fugiu com razão. Índios vinham na minha direção. Claro que perseguiam o tal ‘zap’. Eu me virei para ver. Claro que correndo. Eu e a pedra, que era muda, mas deu de começar a correr. Vai entender as pedras. Nunca dizem nada, mas na hora do pega-pra-capá, são assim. Malandras. Quem ía querer ser atropelada por um bando de pele-vermelhas enfurecidos. E com arcos e flechas. Estava em Hollywood, mas o meu cigarro com certeza era mais que um hollywood.

Um canguru pilotava um corcel ao som de “Born to be Wild”.
Esse era o zap.
Eu já tinha visto coisas mais originais.

Eu e a pedra danamo de correr. Subimos uma duna, eu correndo, pisando na areia fofa, e caímos por detrás. Quando dei por mim, estava em um lugar estranho.

Primeiro que não havia céu. Era o espaço. Segundo que não havia acordado. Sonho maluco, mas continuava. Pelo menos não virei comida de índio. Talvez se fosse de índia, com umas cebolinhas. Mas a pedra estava comigo, e passou o braço (não me pergunte como, ela tinha um braço) pela testa. Pedra estranha, mas como não tinha boca, não dizia nada. Nem olhos. Eu hein. Ah, sim, o chão era um vermelho infinito, lustrado feito uma bolhinha-de-gude com riscos brancos e profundos por tada ela. Brilhava a danada. E de longe podia ver o planeta Terra, que não era Azul, era verde. E claro com uma cor estranha em alguns lugares. Talvez fossem os esquilos que tinham dominado o mundo em certos lugares. Eu sempre duvidei desses esquilos. E pensar que tudo começou por uma nós.

Nunca.. duvide.. de um.. esquilo.

É um erro.

Um erro maior ainda ficar andando com uma pedra que nem sabe falar num planeta de acrílico onde nem um homenzinho de cor verde vinha nos oferecer um suco. Ora era um sonho, isso poderia acontecer. E estava com sede. Queria beber. A pedra, nem falava. Nada. Pelo menos não é chata, e dada a situação, isso é uma grande coisa. Eu acabei lhe falando tudo. Dos carros, das mulheres, das farras e das ressacas (as de vinho foram as piores), de tudo. E claro, falei das pedras.

Ora, eu falei de pedras para uma pedra. Por quanta horas eu lhe expliquei desde o magma até o a fusão quântica dos átomos dentro de um sistema caótico e imprevisivelmente inconstante dentro da estrutura molecular diatônica das pedras (sim, em sonho, se pode tudo). Acho que se a pedra falasse, ela me daria um esporro. Mas como não falou, me deu um soco.

Pedras não tem humor.
Mas eu ganhei um olho roxo.
Ficou roxo, depois ficou rosa, e por fim um vermelho claro até sair totalmente. Até que chegou por fim a um monolito.

Ora, um monolito, um pouco sinuoso, até qe bonitinho para um monolito. Tinha umas inscrições. Pedras são assim, estranhas. A pedra pulou e quicou até chegar em frente ao monilito.

As pedras ficaram assim.
Uma de frente para a outra.
Eu fiquei olhando.
Joguei paciência comigo mesmo, e depois joguei xadrez até conseguir empatar tamanha a espera pelas pedras. Malditas pedras e maldita torre. Se eu a tivesse comido, mas não. Empatei meu jogo! E de que são feitas as torres, de tijolos e pedras! E o meu ainda era de pedra sabão. De minas. Onda havia saci.

Foi só pensar em saci que me ocorreu o estranho. Eu acordei.
Logo agora. Fiquei curioso quanto à pedra. Então, chovia lá fora, e relâmpagos trovejantes. Relâmpagos. Odeio relâmpagos. A campainha tocou. Provavelmente minha esposa/namorada/amante/noiva/cozinheira e removedora das murrinhas entre os dedos dos pés. Que ela iria estar fazendo aquela hora ali. Uma ruiva, fantástica, escultural, bela e firmes coxas, um sorriso colgate, um olhar meio que de ninfomaníaca loira-lolita e um pouco burrinha. Tinha mania de usar um chicote para “disciplinar”.

Ai, o chicote. Ai, o chicote!

Mas não era ela. Era um cesto. Um maldito cesto de palha com algo dentro. O que era?
Ora me agachei. Trouxe para dentro o cesto com coisas dentro.

Pedras. Outras pedras. Ora mas essas esram pequeninhas.
Eram guti-guti, com um lacinho em cima. Eram pequenas pedras bebês.
Dentro um bilhete:
“Para curar a ressaca de Marte, da Pedra e do Monolito, nossos guri. Mantenha-os longe dos gnomos”.

Gnomos! Odiava gnomos. Sim, estava acordado, mas queria estar dormindo. De preferência com a ruiva.

Ai o chicote, ai o chicote.

Abri a porta, oras. Queria ver o mensageiro. Não havia mais ninguém. Só um clarão no campo aberto que cerca minha casa. Várias formas das sombras pareceram aparecer. Todas redondas e estáticas.
Então, outro dois relâmpagos e um trovão.

Aquilo, era uma sequências de pedras! Todas elas! Uma reunião, um exército.



ARMADIIIIIILHA!!!

Gritei.
Ora, sabe como é, tinha que gritar. Dá mais ação. Parecia até mesmo forte apache. Sabe, o dos índios e caubóis.. isso mesmo. Só que era com pedras.

Amarrei na testa uma fita vermelha. Eu era Stallone Cobra em Rambo. (não, são dois filmes diferentes, eu sei). Eu saquei minhas.. como se chama, ora, vocês sabem, aqueles rifles/metralhadoras. Nossa, nunca havia ficado tão forte. Todos os meus músculos se enrijeceram até mesmo o da boca, que ficara torta, até. Igual ao do cara do filme.

As pedras sorriram. Todas elas. Elas tinham dentes. Dentes cruéis. Dentes sorridentes. Dentes de vilão americano de filmes série b. Dentes, dentes que diziam mais que seus sorrisos macabros. Dentes. Nossa que dentes. Uma legião de dentes. Todos os 44 dentes. Sim 44 dentes. Sabe como são pedras. Exageradas. Sorriso cruél. Eu sorri, e falei.

Se quiserem me pegar, que venham!

Um clichê horroroso. Mas sabe como é. Nunca se pode confiar em uma pedra. Ainda mais se estão macumunhadas com os esquilos.

E eu que sempre duvidei dos gnomos...




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- então é de vossa decisão entregar o cargo de Cyren à nossa antiquíssima tradição? Não desejas continuar com o trabalho?

- vós não entendeis? Não é o cansaço que cega a vontade.Tu me enviaste vossos sonhos, mensageiros, deuses, protetores e quem mais. Lutei em vossas guerras silenciosas e sobrevivi ao asceticismo. Agora, sou um novo homem, ainda com feridas abertas, mas jamais morto, e sábio o suficiente para saber que elas fecharão. Julguei que vocês haviam me derrotado. Até perdi a fé mas recuperei a vontade e executei vosso ordenado até o fim. Agora se paro, é por eles. Eles são a luz do mundo, e a luz do mundo é serena e constante. Não entendeis?

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Respostas (1 - 11)
Tyamat
post Feb 23 2003, 01:45 AM
Post #2


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heuaheuhauehauhea
cyren escreveu esse sob a influencia de Nyx!!!
ficou engraçado, ficou com um ar infantil!
achei legal!


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Whatever
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Connor
post Feb 23 2003, 01:48 AM
Post #3


*Ronronando*


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Fico legal...
falto o pudim biggrin.gif


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CONNOR
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Façam parte do melhor e-group já feito: mandem um email para MyT-subscribe@yahoogroups.com
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Aurin Raumorë
post Feb 23 2003, 01:49 AM
Post #4


Beware of the storm!


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HAHahahahhahahahahahah mto bom! Brilhante.... la'nce um livro de crônicas ehhehehe
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vask
post Feb 23 2003, 02:27 AM
Post #5





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demaaais icon5.gif

fiquei imaginando isso sendo adaptado pro cinema (video)... user posted image
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:zan:
post Feb 23 2003, 03:37 AM
Post #6


Strawberry!!!


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Cyren = My Hero!*__*
Quando eu crescer quero ser que nem você! *___*


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"Bla! Bla! Bla! É tudo o que eu ouço..."


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The Kind Lars
post Feb 23 2003, 07:03 AM
Post #7


Sonny Chiba - The StreetFighter


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Registrado: 14/04/2002
De: La na roça virando a esquerda
Membro N°: 421



ficou um tanto dren.gif (o que acredito deve ter sido a intencao) mas nao deixa de ser boa como as outras, jah tah na hora de receber um trofeu joinha.

ps: malditos esquilos! mad.gif


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For those regarded as warriors, when engaged in combat the vanquishing of thine enemy can be the warrior's only concern. Suppress all human emotion and compassion. Kill whoever stands in thy way, even if that be Lord God, or Buddha himself. This truth lies at the heart of the art of combat. - Hattori Hanzo
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SoulEvil
post Mar 13 2003, 01:25 PM
Post #8


First Orc of Shard


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Registrado: 26/01/2003
De: Brasilia - DF
Membro N°: 1411



Como Sempre r00x.

No more...

Faz Um Livro isso sim.

No more...


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GHURRAR DARKBLOOD

MATAR - PILHAR - DESTRUIR

In The Name Of God Impure
Souls Of The Living Dead
Shall Be Banished In
To Eternal Damnation

.AMEN.
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.:Sir LageD:.
post Apr 26 2003, 04:55 AM
Post #9


Buddy Christ


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De: Itapetininga
Membro N°: 411



putz, vo da um pequeno-mini an corp aqui...
Incrivel...essa eh a primeira vez que entro nessa parte do fódum(sim, sempre tive medo dessa parte)
e soh agora vi esse post...e fikei emocionado hein2k2.gif pois fui eu lembrei que um dia no mirc vc me pergunto sobre oque escrever e eu disse pedras hein2k0.gif hein2k0.gif mas nunca pensei que vc ia escrever....e fico MUITO ANIMAL hein2k0.gif tb quero ser que nem vc ;__;


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-Joinha pra você!-

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Esse post foi 100% checado por freiras e está livre de palavras/imagens pecaminosas.
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Cyren Gil-Luin
post Apr 27 2003, 02:19 PM
Post #10


:: fearing the pain ::


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eek.gif

Só dá Necromante aqui.. ressucitando as coisas velhas, hein Sir Knight Laged? hein2k0.gif

Mas rs, obrigado pelo elogio.
mas eu me lembro sim, do episódio das pedras, tava sem assunto, disse "me dá um tema qualquer", algo assim, aí você disse "pedras". Acho que foi isso, se não me engano.

Deveras. cool.gif


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- então é de vossa decisão entregar o cargo de Cyren à nossa antiquíssima tradição? Não desejas continuar com o trabalho?

- vós não entendeis? Não é o cansaço que cega a vontade.Tu me enviaste vossos sonhos, mensageiros, deuses, protetores e quem mais. Lutei em vossas guerras silenciosas e sobrevivi ao asceticismo. Agora, sou um novo homem, ainda com feridas abertas, mas jamais morto, e sábio o suficiente para saber que elas fecharão. Julguei que vocês haviam me derrotado. Até perdi a fé mas recuperei a vontade e executei vosso ordenado até o fim. Agora se paro, é por eles. Eles são a luz do mundo, e a luz do mundo é serena e constante. Não entendeis?

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Adamo
post Apr 29 2003, 10:19 PM
Post #11


Arquitetura.


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Registrado: 16/04/2002
Membro N°: 458



Cara, eu também nunca tive coragem de entrar aqui.. não sei porque.. entrei agora aqui sem querer...


Cyren, cara..

feliz, muito feliz rapaz.. hein2k3.gif

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Dragazul
post May 1 2003, 02:28 PM
Post #12


r o o t s


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Registrado: 14/04/2002
De: .
Membro N°: 442



fiquem longe daqui, é off-limits...
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