IPB

Bem-vindo, visitante ( Entrar | Registrar )

Apple Censura Fotos De Mulheres Nuas, No Iphone E Ipad
Pinatubo
post Dec 13 2010, 02:48 PM
Post #1


Gott nytt år !!!


Grupo: god
Posts: 5108
Registrado: 8/09/2004
De: Rio de Janeiro - RJ
Membro N°: 5510



Segundo o site do jornal "New Zealand Herald" http://www.nzherald.co.nz/business/news/ar...jectid=10665786 , a Apple e a Playboy parecem manter uma amizade no mínimo estranha. Hugh Hefner, dono de uma das editoras de revistas mais irreverentes e ousadas dos Estados Unidos, fez bilhões vendendo matérias impressas de cunho sexual e ao que parece continua a desfrutar da companhia de três jovens amantes cuja soma das idades ainda estão duas décadas abaixo de seus 84 anos.

Por outro lado, além de ser extremamente rico, o fundador da Apple, Steve Jobs não poderia ser mais diferente. Com seus 55 anos de idade raramente veste algo mais escandaloso do que uma camisa polo preta e com gola, e está casado com sua esposa Laurene desde 1991. Ele é veementemente contra a pornografia e insiste em seu iPhone e iPad permaneçam livres de todas as aplicações que poderiam ser considerados remotamente amorais.

Ainda que a Playboy esteja lançando uma edição de alta definição de sua revista para o iPad onde os leitores poderão folhear as páginas da última edição com toques de seus dedos, eles não devem esperar encontrar nenhum ensaio de nudez feminina, que sempre foi o forte da revista.

Logotipo da edição da revista Playboy para o iPad:


A Playboy fez uma autocensura para o lançamento de seu aplicativo para o iPad, e prometeu encobrir suas meninas de modo a se adequar a política "sem nudez" da Apple. A decisão gerou ma série de protestos em fóruns da web e renovou o debate sobre quanto controle editorial a Apple exerce através da sua App Store.

A revisão do novo aplicativo ficou a cargo da empresa MinOnline que acredita que a App Store vai cobrar o mesmo preço de capa da Playboy, US$ 4.99, para uma versão que não contém nenhuma nudez, o que faz Playboy tão popular.

"Para ter certeza, a Playboy vai colocar quase todo o conteúdo escrito, mas deixará de fora a maioria das fotos, ilustrações e caricaturas, bem como não mostrará nada mais do que fotos de rostos atraentes de suas Playmate do Mês", informou um editor da revista.

Considerando toda a abrangência de pornografia na internet - estima-se que 12% de todas as páginas da web são pornográficas - a Apple é uma zona predominantemente livre de pornografia. Só os aplicativos que tenham sido aprovados pela Apple podem ser vendidos na App Store da empresa, que mantém uma política de recusa de tudo o que é "obsceno, pornográfico ou difamatório".

Há, é claro, muito pouco que a Apple possa fazer para impedir que as pessoas usem os navegadores de internet de seus iPhones e iPads para acessar pornografia. Ninguém ainda publicou nenhuma avaliação a respeiro de quanto tempo os usuários da Apple gastam acessando pornografia, mas a grande proliferação de sites pornográficos que são desenvolvidos especificamente para os iPhones, sugerem que a demanda existe.

Em contraste, o Google Android, principal concorrente da Apple no mercado de celulares inteligentes, faz pouca objeção à pornografia. Ao contrário da Apple, o Google permite aos desenvolvedores de software criar o que eles gostem e não moderada a sua produção. A loja virtual de aplicativos oficiais Android, o Android Market, continua a ser uma zona livre de pornografia, mas uma série de outros sites surgiram oferecendo aplicativos dedicados ao sexo.

O puritanismo da Apple não faz qualquer sentido para os negócios, mas Jobs não parece se importar. "Nós acreditamos que temos a responsabilidade moral de manter a pornografia fora do iPhone", escreveu Jobs a um cliente. "Os caras que querem pornografia podem comprar um telefone Android."

Mas com a Apple se autoproclamando como a potencial salvadora de revistas e jornais, a sua cruzada moral está levantando algumas sobrancelhas dentro da indústria de entretenimento impressa, que tende a ver qualquer forma de censura, com horror.

No início deste ano, a Apple realizou um expurgo moral em sua App Store, banindo até mesmo conteúdos que mostravam mulheres de biquíni e lingerie. Entre as vítimas estava um jogo chamado SlideHer, que desafiava os usuários a montar uma foto de uma atriz seminua. Outro, conhecido por Sexy Scratch Off, por mostrar uma mulher cujo vestido podia ser levantado com o toque de um dedo, revelando a calcinha dela.

Mas sua censura também acabou sendo alvo de editoras bem conhecidas, tais como dos jornais alemães Bild e Stern, que publicaram manchetes furiosas chamando Apple de "polícia da moralidade".

Funcionários da revista de moda super chique "Dazed and Confused", teriam apelidado sua versão para o iPad como "Irã Edition" por causa da quantidade de matérias que tinham que abster-se, enquanto a Apple ganhava novamente as manchetes quando proibiu um aplicativo de leitura de e-book que permitia aos usuários do iPhone, baixar e ler uma versão do Kama Sutra.

Em abril, a empresa teve de executar uma embaraçosa modificação em suas decisões, quando seus censores se recusaram a aprovar um aplicativo que foi desenvolvido por Mark Fiore, um cartunista vencedor do Prêmio Pulitzer. Fiore apresenta seus desenhos normais para a versão online do jornal "San Francisco Chronicle", mas a Apple decidiu que ele violava as regras da App Store porque satirizava pessoas. A decisão foi anulada depois de muitos protestos na mídia dos EUA.


--------------------
Argghhh...Eca...
pinatubo@buziaczek.pl


Blog - O Pina opina
Go to the top of the page
 
+Quote Post

Posts neste tópico


Reply to this topicStart new topic
1 usuário(s) está(ão) lendo este tópico (1 visitantes e 0 usuários anônimos)
0 membros:

 

Modos de Exibição: Mudar para: Padrão · Mudar para: Linear+ · Outline


Versão Simples Horário: 18th June 2013 - 03:56 AM