Caminhos Solitários, Cyrenchronicles |
Caminhos Solitários, Cyrenchronicles |
Apr 4 2004, 12:07 AM
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#1
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:: fearing the pain :: Grupo: Members Posts: 616 Registrado: 8/06/2002 Membro N°: 555 |
Esse é um relato parcial sobre um lugar especial que visitei faz poucos minutos em minha imaginação. Um vislumbre que me foi permitido através de uma idéia incompleta sobre um lugar capaz de transformar o ser humano. Não é nada atemorizante e diferente de todos os outros lugares, esse não muda o ser por dor ou por nesceessidades do corpo, mas sim, o muda com uma reflexão sadia forçada por uma condição especial, onde não há nem dor nem louvor. Simplesmente, não há.
tal lugar eu chamei de Tila, mas há para ele outros nomes, tão numerosos quanto vocês são capazes de dar. Se quiserem nomeá-los, vocês o podem fazer. Sintam-se livres para chamar Tila do que quiser. Mas leiam com cuidado o texto antes de fazê-lo, porque senão sua idéia irá desaparecer no ar, como uma folha de outono que se perde carregada pelo vento. Bom, eis o relato: Tila era uma terra diferente em todos os aspectos que formam uma terra. Não havia nela grama ou qualque espécie de vegetal. Seu solo era formado não de barro ou terra roxa ou marrom, mas sim de uma areia fina e silenciosa que era varrida por um vento melancolico e tímido. Qualquer caminhante que passase por Tila deveria encontrar um caminho solitário. Não havia pessoas que morassem ou se fixassem em Tila, e poucos eram os que conseguiam encontrar os caminhos que levam à esta terra. Não havia nela também animais senão os pássaros que sobrevoavam bem lá no alto a terra, perto das nuvens, perto do sol pálido que alimentava aquela terra. Não havia nela também árvore ou casa, nem mesmos oceanos que a circundavam ou morros numerosos, nem mesmo muitas rochas. Havia em tila somente uma luz esquisita e tímida de tom claro azulado, que rebatia-se entre os cristais que colocados como um vidro fincado no solo, todos eles, de muitas cores, e bem transparentes, e de várias formas também. Podiam ser rosados e da forma de um leque, ou altos e azulados, ou ainda esverdeados e fincados perigosamente no chão como pontas de lanças. Não havia noite ou dia, fazendo tudo parecer pertencer à uma hora somente do ano, à uma única hora que fizesse o dia parecer especial e mesmo quando o sol descia no horizonte, não havia o véu da noite à obscurecer as planícies. Somente havia a solidão. Somente havia a solidão. Tila, ou Sonho, era um caminho de peregrinação. A solidão à princípio, assusta, enlouquece. Um visitante desprevinido deve estar preparado para enfrentar a fome. Não porque há fome em Tila, mas sim pelo hábito nescessário do alimentar-se. Poucos dias depois, um homem, ou mulher, deve saber que não mais sente fome. É um reconhecimento benéfico, uma vez que em Tila não há animais de caça, nem qualquer outro que senão um lobo solitário no alto de uma colina à uivar pelo seu esquecimento, ou uma coruja que observa espectralmente aqueles que por ela passam, sem notar sua presença. Num lugar como esse, uma pessoa encontra-se à si mesmo, enquanto busca outros. Sua memória é rapidamente alimentada quando o cansaço, a fome, o esgotamento do corpo cessa. Se há algo que pesa em Tila, é o estranhamento do espírito, e este tão leve fica com a solidão, que praticamente o viajante sente que poderia do corpo largar sob a sombra tímida de um cristal e caminhar somente pela sua vontade a sua sombra. Ali, sombra e corpo tem uma estranha relação. Muitos peregrinos podem no início olhar para trás e não perceber a própria sombra, e quando viram para a frente, pensam que ela zomba-se deles, como se deles fosse capaz de se esconder. Mas é quando um viajante para e se ajoelha para analisar a terra fria e sente a fria brisa balançar sua capa ou camisa, ou brincar com seu cabelo, é que sente o real conhecimento de que não está em lugar nenhum, e nem a areia fina que escorrega azulada por entre seus dedos é capaz de contar algo sobre aquele lugar, mas somente sobre ele mesmo. Não há corpos em Tila que senão dos viajantes que ali ficaram para nunca mais voltar, por que estes não aprenderam ou esqueceram pela loucura o caminho de saída do local. Quando, diante da solidão exterior conheceram a loucura interior, ensurdeceram-se com o silêncio, e caindo no desespero de sasciar suas paixões viciosas, destruíram o próprio corpo, e liberaram suas almas chorosas à vagar eternamente pelo local. O viajante que caminhar por Tila sabe que quando se sentir pesado, fadado á cometer os mesmos desatinos que seus antepassados, este pode tocar um cristal, pedir à seu deus qualquer que seja, uma solução, e fazer uma prece para aqueles chorosos que caíram. Somente quando este compreender que não á si que deve implorar por ajuda, mas àqueles que o cercam, é que o viajante encontra o caminho para sair de Tila, uma vez que é pelo entendimento de si que se sái do local. Ali, sente-se forçado, qualquer um que seja, do pebleu ao rei, da meretriz ao santo, à entender o seu local no universo e sua relação com ele. Um lugar desse de reflexão não há som e a água que é tocada no lago não permite que produza ondas grandes. Um lago pode oferecer um espelho cristalino sob a água de tom escuro que jamais permitirá ver as profundezas de seu leito, mas sim o reflexo na face crua daqueles que dela usam para sasciar, uma vez que não há fome, a curiosidade vã. A face refletida revela mais que alguém pode esperar sobre si mesmo, e ao mesmo tempo, não revela nada, uma vez que só diz aquilo que o acaso permite. É engraçado como um viajante pecebe ali que o acaso é uam realidade, e tudo o que é imaginado, se transforma numa realidade. Mesmo com coisas reais, como animais, ele pode scutar seu som, jamais no mundo de fora, mas dentro de sua própria mente e saber que mesmo tal coisa não sendo real, ela existe, e dela não consegue se livrar, uma que não outra coisa para se pensar. Em Tila, há a disciplina da mente, do espírito e antes de tudo, da paciência. E a paciência sobrevive ao silencio absolutos dos dias de uma hora só. -------------------- - então é de vossa decisão entregar o cargo de Cyren à nossa antiquíssima tradição? Não desejas continuar com o trabalho? - vós não entendeis? Não é o cansaço que cega a vontade.Tu me enviaste vossos sonhos, mensageiros, deuses, protetores e quem mais. Lutei em vossas guerras silenciosas e sobrevivi ao asceticismo. Agora, sou um novo homem, ainda com feridas abertas, mas jamais morto, e sábio o suficiente para saber que elas fecharão. Julguei que vocês haviam me derrotado. Até perdi a fé mas recuperei a vontade e executei vosso ordenado até o fim. Agora se paro, é por eles. Eles são a luz do mundo, e a luz do mundo é serena e constante. Não entendeis? |
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Apr 4 2004, 12:10 AM
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#2
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:: fearing the pain :: Grupo: Members Posts: 616 Registrado: 8/06/2002 Membro N°: 555 |
Se o viajante ainda tiver sua mochila nas costas e seu cajado em uma das mãos, ele pode encontrar um monte bem alto e subir nele para avistar os muitos vales cinza-azulados e cinza-esverdeados que compõe a paisagem de Tila. Vales sem fim, e sem montanhas, estendendo-se além da linha do horizonte, este parecendo mais um devorador do local sem fim. Estende-se uma floresta de multi-facetados cristais pontiagudos e da altura de árvores centenárias, e pilares de pedras que parecem dançar e se enroscar sobre si próprias, como serpentes que se amam e ao mesmo tempo tentam atingir aos céus. Lagos e rios sozinhos descem do nada, do vazio, de algum lugar e formam uma rede de fragmentadas idéias que mais lembram veias num corpo morto, e todos eles, espelhando um mundo prateado, as águas lhe parecem prateadas, sempre. Não há montanhas, não há nuvens numerosas, o céu esverdeado, de um esverdado tão claro e suave que não há nenhuma cor que proporciona maior prazer e estranheza naquela terra. Mas alguns fatos marcam a geografia de Tila. Alguns viajantes relatam coisas pitorescas. Espadas enfiadas em pedras, tão numerosas quanto lápides num cemitério. Outros contam sobre exércitos inteiros, que afirmando conquistar Tila, hoje nada mais passam do que ossos e caveiras recobertos pelos seus mantos de xadrez de numerosas cores que refletem solitários suas cores hoje tristes mas que algum dia já foram vaidosas de seus donos e elmos, e escudos e lanças inúteis que não foram usados contra nenhuma fera ou soldados que não eles mesmos. Nenhuma cruz cristã ou cripta pagã fora feita para os mortos, mas estes não contariam jamais da lenda do unicórnio que outros afirmaram vagar sozinho por aquelas regiões, capaz de presentear com alguma felicidade ou esperança o coração das almas puras que ali se tornaram tal coisa, ou que já vieram puras de seus reinos de origem. Outros afirmam ter encontrados sombras de padres que construíram uma pequena capela e que rezam sem parar para seu Deus em busca de solução e cura para a solidão. Sombras que são somente sombras, espectros que desaparecem e aparecem, este raramente, no meio do ar, do vento frio e calmo.
Há algumas cavernas subterrâneas, que existem sob o lago grande que existe no centro de Tila. É uma lenda, um mito, mas este mito conta, que aquele que conseguir enxergar além do que seus olhos ver e ir além do que seu pensamento percebe ou busca, abandonando qualquer sombra de orgulho ou vaidade nas idéias sistemáticas que lhe povoam as crenças poderá descer por uma escada sem fim de mármore frio e liso, polido em sua cor de sol de manhã e descer calmamente até chegar à uma gruta, por onde são as paredes cercadas de várias estalagmites esprialadas de granito, que descem do topo da mais alta cobertura, onde morcegos, todos eles de vidros transparente voam sem incomodar aquele que lá embaixo caminha, sem eles mesmos serem incomodados. Assim, o viajante quando os olha percebe além deles uma fina cutícula que separa as águas densas do lago denso e profundo. O lago, tão profundo que sua água, que é água de fato, parece ser mercúrio, mas este é incapaz de contar a beleza do cristal que separa sua essência do espaço prenchido de ar que existe ali embaixo dele. Assim, a cutícula feita de um cristal fino e eterno, é na verdade, multi-facetado de tantas cores quanto pode conceber uma imaginação fértil, cores todas elas, que nada dizem senão aquilo que deseja ver o viajante, posicionadas de maneira harmoniosa, o vitral funciona como um grande espelho refletindo os sonhos que um homem pode ter, de uma beleza tão forte que sua simples visão é capaz, ou parece ter a força de arrancar, e projetar, a alma do peregrino para fora do seu corpo com a força de uma correnteza e deixar ali somente um ser maravilhado perdidos em lágrimas da divina presença provada por ela só, sem ela mesmo ser Deus, ou o seu deus. Mas a gruta, esta sim, parece não ter fim, e pode-se encontrar ali a água calmamente descer pelas paredes e as gotas ao cair oferecer uma melodia única jamais escutada em toda a vida ou Tila. Uma melodia das coisas simples, das coisas cotidianas, das coisas belas assim como são: a água caindo, o vento farfalhando as folahs das árvores, o simples expirar e inspirar o ar que o cerca, o sorriso da pessoa amada, o simples existir. Todas essas pequenas coisas, nada se mostram senão um tudo diante de coisas que viciam e que intoxicam os pensamentos, os desejos e os sonhos do ser humano médio. A cobiça, a raiva, o ódio, a avareza, o egoísmo e mesmo a luxúria ali não encontram forças, não encontram sentido de existir. Tudo que é pequeno e cotidiano ali se torna único e belo, e especial no que pode ser, no seu existir, sem deixar de ser fugral ou desinteressante ou abandonável. Na verdade, essas pequenas coisas fazem parte do ser que passa por Tila, como deveriam ser quando este caminha entre os seus, em sua própria terra. Não há mapa que leva à Tila, ou caminho conhecido. Sabe-se que para chegar lá, uma pessoa deve passar por muitos reinos, até chegar à um caminho de rochas cinzentas entre montanhas nã muito altas, até que finalmente encontra uma pequena caverna, e passando por ela, sinta um ar frio inundar sua alma de sono, e dela adormecendo, acorda imediatamente, confuso e sendo guiado por uma força estranha, encontra a saída de tal caverna e encontra uma estrada fina de areia azul envolta por cristais, cristais, e mais cristais. Mas são só cristais, e muitos afirmam que há outros caminhos à se chegar à Tila, tantos quanto nenhum outro homem conheceu, ou jamais conhecerá, e que nela tudo pode se encontrar, até mesmo uma grande redoma de vidro polido onde mantras são entoados por anjos que nunca e nem jamais serão vistos, mas suas vozes ali estarão. Se tila é uma terra de Delírio, ninguém saberá, mas sabe-se que Tila é uma Terra de silêncio e solidão, e um caminho onde o viajante somente encontrará à si próprio, e ninguém mais. Mas para se sair de Tila, é preciso fazer alguma coisa grande por si próprio, abdicar verdadeiramente de algum bem seu, de seu espírito, de sua verdade mais íntima, e então encontrará o caminho de luz e de pedras por onde pisará sob um rio calmo, quase um riacho, e irá com seu barco pequeno de vidro e cristal permitido desaguar numa cachoeira de águas sem fim, aonde, finalmente após tantas eras sem horas, despertam os puros de espírito à uma nova vida da qual não irão se recusar. Jamais. Daniel Mafra, Cyrenchronicles -------------------- - então é de vossa decisão entregar o cargo de Cyren à nossa antiquíssima tradição? Não desejas continuar com o trabalho? - vós não entendeis? Não é o cansaço que cega a vontade.Tu me enviaste vossos sonhos, mensageiros, deuses, protetores e quem mais. Lutei em vossas guerras silenciosas e sobrevivi ao asceticismo. Agora, sou um novo homem, ainda com feridas abertas, mas jamais morto, e sábio o suficiente para saber que elas fecharão. Julguei que vocês haviam me derrotado. Até perdi a fé mas recuperei a vontade e executei vosso ordenado até o fim. Agora se paro, é por eles. Eles são a luz do mundo, e a luz do mundo é serena e constante. Não entendeis? |
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Apr 5 2004, 12:37 PM
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#3
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![]() Saint Seiya Grupo: Members Posts: 1279 Registrado: 12/01/2003 Membro N°: 1319 |
muito bom
-------------------- I really hate to trip but I gotta loc
As they croak, I see myself in the pistol smoke Fool, I'm the kinda g that little homie's wanna be like On my knees in the night Saying prayers in the street light é nois mané |
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Apr 6 2004, 02:43 PM
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#4
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![]() Beware of the storm! Grupo: Members Posts: 932 Registrado: 14/04/2002 De: BH Membro N°: 402 |
Cyren is da mân!
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Apr 8 2004, 12:04 AM
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#5
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Grupo: Members Posts: 228 Registrado: 19/02/2004 Membro N°: 3487 |
Ja pensou em escrever um livro?
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Apr 8 2004, 12:20 AM
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#6
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![]() Claudinho e Buchecha Grupo: Members Posts: 1599 Registrado: 28/07/2003 De: BH Membro N°: 2368 |
todo mundo jah falou isso pra ele...
-------------------- Sabe tchurururu estou louco pra te veeeeeeeeeeer,
oh yes cabe tchurururu entre nós dois um querer Sabe tchurururu estou louco pra te ver, oh yes cabe tchurururu entre nós dois um querer |
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Apr 9 2004, 12:14 AM
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#7
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Return to Beginning Grupo: Members Posts: 1887 Registrado: 14/04/2002 De: Belo Horizonte - Minas Gerais Membro N°: 413 |
he rox...
e sim, ele ja pensou -------------------- Whatever
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Apr 10 2004, 06:16 PM
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#8
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:: fearing the pain :: Grupo: Members Posts: 616 Registrado: 8/06/2002 Membro N°: 555 |
O livro é o instrumento sagrado das idéias.
Quando possuir uma idéia que seja santa o suficiente para ajudar à todos sem corromper ninguém com idéias perdidas, erradas ou mesmo preconceituosas, ou que levem á reflexão errada, então haverá o livro. Mas isso pode ser em breve. Pq vcs não sugerem uma idéia? seria bom. -------------------- - então é de vossa decisão entregar o cargo de Cyren à nossa antiquíssima tradição? Não desejas continuar com o trabalho? - vós não entendeis? Não é o cansaço que cega a vontade.Tu me enviaste vossos sonhos, mensageiros, deuses, protetores e quem mais. Lutei em vossas guerras silenciosas e sobrevivi ao asceticismo. Agora, sou um novo homem, ainda com feridas abertas, mas jamais morto, e sábio o suficiente para saber que elas fecharão. Julguei que vocês haviam me derrotado. Até perdi a fé mas recuperei a vontade e executei vosso ordenado até o fim. Agora se paro, é por eles. Eles são a luz do mundo, e a luz do mundo é serena e constante. Não entendeis? |
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Apr 10 2004, 06:57 PM
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#9
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Return to Beginning Grupo: Members Posts: 1887 Registrado: 14/04/2002 De: Belo Horizonte - Minas Gerais Membro N°: 413 |
o que aconteceu com aquele que voce tava fazendo, que eu inclusive ja li varios trechos?
-------------------- Whatever
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Apr 10 2004, 11:37 PM
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#10
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:: fearing the pain :: Grupo: Members Posts: 616 Registrado: 8/06/2002 Membro N°: 555 |
Era muito longo, e eu resolvi mudar várias coisas nele, e bom, preciso de algo diferente. Vou viver quarenta anos ainda, um dia eu o escrevo ainda.
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Apr 12 2004, 12:57 AM
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#11
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![]() Xmas is coming! Grupo: god Posts: 5494 Registrado: 14/04/2002 De: Plano Terreno Membro N°: 405 |
Contos Inacabados de Cyren...
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Apr 13 2004, 05:51 PM
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#12
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r o o t s Grupo: Members Posts: 1397 Registrado: 14/04/2002 De: . Membro N°: 442 |
um livro deveria ser longo, não ?
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Apr 15 2004, 11:00 PM
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#13
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:: fearing the pain :: Grupo: Members Posts: 616 Registrado: 8/06/2002 Membro N°: 555 |
há livros curtos.
ensaios, teses, romances curtos, livros de bolso, etc. -------------------- - então é de vossa decisão entregar o cargo de Cyren à nossa antiquíssima tradição? Não desejas continuar com o trabalho? - vós não entendeis? Não é o cansaço que cega a vontade.Tu me enviaste vossos sonhos, mensageiros, deuses, protetores e quem mais. Lutei em vossas guerras silenciosas e sobrevivi ao asceticismo. Agora, sou um novo homem, ainda com feridas abertas, mas jamais morto, e sábio o suficiente para saber que elas fecharão. Julguei que vocês haviam me derrotado. Até perdi a fé mas recuperei a vontade e executei vosso ordenado até o fim. Agora se paro, é por eles. Eles são a luz do mundo, e a luz do mundo é serena e constante. Não entendeis? |
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Apr 16 2004, 09:42 AM
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#14
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...One Shot One Kill... Grupo: Members Posts: 259 Registrado: 14/04/2002 De: Brasilia - DF Membro N°: 403 |
Tipo, não sei se isso ajuda... mais Ja li: Medieval "tem de quilo alguns bons outros não" -- Eu gosto de ler. CyberPunk "estilo StarWar" -- Legalzin... e acho que tem pouco. Num sei de nenhum mas. Opa... Lembrei ( du meu RPG ) Se lembrar de algo a mais eu falo. -------------------------------------------------------------------------------------------- Sobre a Historia ( Precisa ler para ver se ta boaa ) Pelo que li tah r00x... []'s Do -------------------- ---# The Green One #---
MATAR - PILHAR - DESTRUIR In The Name Of God Impure Souls Of The Living Dead Shall Be Banished In To Eternal Damnation .AMEN. |
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Apr 16 2004, 01:56 PM
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#15
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r o o t s Grupo: Members Posts: 1397 Registrado: 14/04/2002 De: . Membro N°: 442 |
Justamente. não tem problema um livro ser longo.
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| Versão Simples | Horário: 25th May 2013 - 07:49 PM |