IPB

Bem-vindo, visitante ( Entrar | Registrar )

Grand Prix De Vôlei
Oceanus
post Aug 21 2009, 10:02 AM
Post #1





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299





Classificação:



Campeões:



Este post foi editado por Oceanus: Aug 21 2009, 10:48 AM


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
 
Start new topic
Respostas (1 - 14)
Oceanus
post Aug 21 2009, 10:07 AM
Post #2





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Brasil dá show, arrasa a Alemanha e segue rumo ao octa do Grand Prix

Seleção feminina continua invicta na competição, com 12 vitórias. O jogo contra a Holanda, na madrugada deste sábado, pode decidir o título

Desta vez foi fácil, muito fácil. Ao contrário do que aconteceu contra a Rússia, principalmente, e a China, a seleção brasileira não encontrou qualquer dificuldade para derrotar a Alemanha na madrugada desta sexta-feira (no horário de Brasilia), por 3 sets a 0 (25/15, 25/15 e 25/16), em Tóquio. Com uma bela atuação, o Brasil conquistou sua terceira vitória na fase final do Grand Prix (a 12ª em toda a competição) e parte firme para a conquista do seu oitavo título.

Neste sábado, às 3h30m, o jogo será contra a Holanda, pela penúltima rodada, e uma vitória pode deixar as campeãs olímpicas com mais uma taça. O último jogo será no domingo, às 07h30m, contra as japonesas. A Rede Globo e o SporTV transmitirão ao vivo os dois jogos.

Na preliminar, em jogo entre as duas equipes que foram derrotadas pela seleção brasileira nas duas primeiras rodadas da fase final, a Rússia derrotou a China, de virada, por três sets a um (27/29, 25/16, 25/19 e 25/23). O resultado deixou as chinesas praticamente sem chances de conquistar o título e manteve as russas com esperanças.

Antes do jogo, Mari chegou a ser dúvida por causa de uma enxaqueca, mas se recuperou e jogou normalmente até o fim. Com boa variação de jogadas de ataque e muita vibração de suas jogadoras, a seleção brasileira começou bem o jogo e abriu 5 a 2. As alemãs, porém, não estavam dispostas a deixar o Brasil deslanchar no placar e chegaram a ficar somente um ponto atrás. No entanto, as brasileiras foram para a primeira parada técnica com a vantagem de três pontos: 8 a 5.

Na volta à quadra, o time brasileiro continuou bem e abriu para 10 a 5. O técnico da equipe alemã, o italiano Giovanni Guidetti, pediu tempo, mas com um saque de Sheilla o Brasil fez o seu 11º ponto. Natália fazia novamente uma bela partida e, com uma fortíssima pancada de fundo da quadra, fez o Brasil chegar a 13 a 8.

A seleção alemã reagiu e se aproveitou de erros brasileiros para encostar no marcador: 14 a 13. As campeãs olímpicas se recuperaram e com uma bela largada de Sheilla foi para a segunda parada com 16 a 13. Na volta, agora com força, aproveitando-se de uma inversão sensacional de Dani Lins, Sheilla fez o 17º ponto brasileiro. Sheilla aproveitou o bom momento e fez mais dois pontos, um de bloqueio, do mesmo modo que Fabiana, que até então não havia conseguido pontuar. As brasileiras foram deslanchando e a vitória no primeiro set já era certa. No fim, terminou 25 a 15.

Início ruim e uma virada avassaladora no segundo set

O segundo set começou equilibrado, mas as alemãs conseguiram fazer 5 a 2 no placar, depois de dois erros seguidos de recepção do Brasil. Os erros mudaram de lado de quadra, o Brasil melhorou sua defesa, com destaque para a líbero Fabi, e conseguiu virar o marcador e abrir boa vantagem, indo a 8 a 5 na primeira parada do set.

As brasileiras mantiveram o ritmo e quando foi a 10 a 5 o treinador da Alemanha pediu tempo para tentar recolocar sua equipe nos eixos. Não deu certo, pois Fabiana fez dois ótimos bloqueios e marcou o 11º e o 12º pontos brasileiros. Aí a equipe do técnico José Roberto Guimarães já arrasava a adversária e foi para a segunda parada com 16 a 6.

O Brasil dava um baile na Alemanha e caminhava com tranquilidade para fechar o segundo set. O jogo estava tão tranquilo, que Zé Roberto aproveitou para deixar Adenízia e Ana Tiemi em quadra nos últimos pontos do set. E a levantadora reserva fez o 23º ponto em uma bola de segunda que enganou a defesa alemã. Com o mesmo placar do primeiro set a seleção brasileira venceu o segundo, após uma bola colocada por Natália no fundo da quadra adversária.

Poucos erros no terceiro set e vitória fácil confirmada

Com poucos erros, o Brasil começou o terceiro set com vontade de acabar logo com o jogo. Com 4 a 1 para as adversárias, o técnico Guidetti pediu tempo. As alemãs voltaram para a quadra melhores e fizeram dois pontos seguidos reequilibrando o jogo. Mas isso durou pouco, as brasileiras voltaram a dominar a quadra e em dois bloqueios seguidos de Thaisa foi para a primeira parada com 8 a 3.

O Brasil continuava mandando na partida e sem perder a concentração foi ampliando o marcador. Para a segunda parada o time brasileiro foi com uma larga vantagem de 16 a 7 no placar. Com segurança e ótimas jogadas, as brasileiras foram construindo sua fácil vitória. No fim, um erro alemão fez o set terminar 25 a 16.

Times:
BRASIL - Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Regiane, Adenízia, Ana Tiemi, Sassá, Carol Gattaz
ALEMANHA - Christiane Fürst, Kathleen Weiss, Heike Beier, Maren Brinker, Margareta Kozuch e Corina Ssuschke. Líbero: Kerstin Tzscherlich. Entraram: Denise Hanke, Sarah Petrausch, Sabrina Ross, Anne Mathes

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...GRAND+PRIX.html


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 21 2009, 10:41 AM
Post #3





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Japão vence a Holanda e ajuda o Brasil a se aproximar do octa do Grand Prix

Seleção brasileira, que enfrenta a Holanda, é a única invicta na fase final

Além de competência, sorte. Depois de vencer sua terceira partida na fase final do Grand Prix, contra a Alemanha, a seleção brasileira feminina de vôlei recebeu uma grande ajuda no caminho para a conquista do oitavo título da competição, em Tóquio. No terceiro jogo do dia, o Japão, que havia perdido as duas primeiras partidas - para Alemanha e Rússia - derrotou a até então invicta Holanda por três sets a zero (25/22, 25/18 e 25/22), levando sua torcida ao delírio.

Agora o Brasil lidera a fase final de forma isolada com três vitórias. Holanda e Rússia vem logo a seguir, com duas vitórias e uma derrota, e depois Alemanha e Japão, com uma vitória e duas derrotas. Em último, com três derrotas, está a China.

Neste sábado, a seleção de José Roberto Guimarães enfrentará a Holanda, a partir das 03h30m (de Brasília), com transmissão ao vivo da Rede Globo e do SporTV, e uma vitória deixará as campeãs olímpicas praticamente com o título nas mãos. As japonesas são as últimas adversárias das brasileiras, domingo, às 07h30m (de Brasília).

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...GRAND+PRIX.html


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 21 2009, 11:30 AM
Post #4





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Zé Roberto credita vitória sobre a Alemanha ao saque brasileiro

Tal como na vitória de quinta-feira por 3 sets a 0 sobre a China, o técnico José Roberto Guimarães voltou a ficar satisfeito com o desempenho da seleção brasileira, que nesta sexta atropelou a Alemanha novamente em sets diretos. Após o confronto, o treinador elogiou o Brasil em todos os fundamentos, mas explicou que o saque foi primordial para o êxito verde-amarelo.


"Nós jogamos muito bem. Nós sacamos forte e criamos muitos, muitos problemas para a recepção alemã", destacou Zé Roberto. "Nós fizemos 15 pontos de bloqueio [14, segundo as estatísticas oficiais da Federação Internacional] e defendemos muito bem, e nosso contra-ataque também foi bom".

O técnico afirmou ainda que a vitória rápida sobre as alemãs poderá ajudar o Brasil no confronto da madrugada de sábado, às 3h30 (horário de BRasília). "Foi importante hoje porque nós teremos um jogo duro contra a Holanda amanhã", explicou.

Para o técnico da Alemanha, Giovanni Guidetti, sua equipe voltou a sentir o peso de enfrentar as campeãs olímpicas. "Eu tenho a impressão de que sempre antes de um jogo contra o Brasil, o meu time tem medo, e eu começo a entender que, por causa disso, o Brasil nos atropela, porque eles jogam um voleibol de alto nível", avaliou o treinador italiano, que é amigo pessoal de Zé Roberto. "Nós aprendemos muito com o Brasil, pela rapidez do jogo delas. É único no mundo, é rápido, é forte, é alto. É o único time no mundo que joga assim".

A vitória brasileira, combinada à derrota da Holanda para o Japão, alçou as campeãs olímpicas à liderança da fase final do GP com seis pontos, seguidas pela Rússia e pela Holanda, ambas com cinco. A Alemanha, em quarto lugar com quatro pontos, não tem mais chances de brigar pelo título.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas/20...t4367u3478.jhtm


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 22 2009, 08:36 AM
Post #5





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Brasil passa pela Holanda e está a uma vitória do octa do Grand Prix

Se as russas derrotarem as holandesas neste domingo, as brasileiras entrarão em quadra para enfrentarem as japonesas já com o título garantido

A seleção brasileira feminina de vôlei nem precisou jogar tão bem como nas três primeiras partidas da fase final do Grand Prix para derrotar a holandesa, por três sets a um, na madrugada deste sábado (no horário de Brasília), e ficar a uma vitória do seu oitavo título na competição. Com parciais de 25/22, 18/25, 25/20 e 25/16, as campeãs olímpicas se mantiveram invictas (13 jogos no total no Grand Prix) e se derrotarem as japonesas neste domingo festejarão mais um título.


Seleção brasileira comemora ponto num dia em que não teve atuação muito boa

A partida contra o Japão será a última da quinta e última rodada da fase final, que está sendo disputada em Tóquio, às 7h30m de Brasília, com transmissão ao vivo da Rede Globo e do SporTV. E as brasileiras poderão entrar em quadra já com a taça na mão, caso as russas percam para as holandesas, que não têm mais chances de conquista.

A Rússia precisa vencer bem para depois torcer contra o Brasil para tentar o título nos critérios de desempate. Antes, no primeiro jogo da rodada, Alemanha e China, que não têm mais chances, se enfrentam. Neste sábado, ainda jogam China e Japão, que com a vitória brasileira ficou sem chances.

Seleção brasileira tem atuação irregular

O Brasil começou bem, mas o jogo era equilibrado e depois de dois erros seguidos, de Fabi e Natália, a Holanda virou para 4 a 3. As brasileiras se desconcentraram e deixaram as adversárias abrirem três pontos de vantagem (7 a 4). Para a primeira parada técnica, as holandesas foram à frente no marcador: 8 a 6.

O time brasileiro não repetia as boas atuações anteriores e as holandesas se aproveitaram para voltar a ter três pontos de diferença no placar: 10 a 7. Quando a Holanda fez 12 a 8, o técnico José Roberto Guimarães pôs Sassá no lugar de Natália, que errava passes e não era tão eficiente no ataque como vinha acontecendo.

A modificação melhorou o time, que encostou em 12 a 13. Mas os erros se sucediam e após uma recepção completamente equivocada de Mari, as holandesas fizeram 15 a 12. O Brasil voltou ao jogo após a segunda parada técnica e conseguiu virar para 18 a 17 e abrir para 19 a 17 após erro de ataque holandês. O suficiente para o técnico Avital Selinger pedir tempo.

A Holanda manteve o equilíbrio do jogo, sem deixar que o Brasil escapasse no marcador. O bloqueio brasileiro funcionava bem e mantinha o time na frente, mas uma cortada de Mari que significaria o 24º ponto brasileiro foi dado como bola fora pelo árbitro, sob protestos das jogadoras e de Zé Roberto. Assim, o placar ficou em 23 a 22 para as brasileiras. O time do Brasil manteve a calma e conseguiu fechar em 25 a 22 após um belo bloqueio no meio da rede.

Um péssimo segundo set para o Brasil

A Holanda voltou bem melhor no segundo set, e o Brasil, irreconhecível. Resultado: 5 a 0 para as holandesas. Mari fez dois pontos seguidos e diminuiu a vantagem adversária. Mas o time holandês estava melhor e foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 4 a seu favor.

A equipe brasileira não fazia uma boa apresentação e deixou a rival abrir novamente cinco pontos de vantagem: 10 a 5. O time de Zé Roberto demorou um pouco a entrar no jogo e o treinador deu um berro para ver se acordava as jogadoras em quadra. Com isso, a diferença holandesa diminuiu para dois pontos: 13 a 11. As brasileiras passaram a vibrar mais, mas a Holanda foi para a segunda parada com 16 a 13.

Na volta a seleção brasileira melhorou e encostou no placar em 18 a 17. Depois de um erro de Mari na recepção, houve um princípio de discussão que Zé Roberto no tempo que já pedira procurou debelar. Disse ele que não adiantava ficar discutindo quando o grande problema havia sido no início do set e o time precisava se recuperar. Mas não houve jeito, o Brasil errava muito, a Holanda se aproveitou para deslanchar e vencer o set por 25 a 18.

Um esboço do show da véspera no terceiro set

O terceiro set começou como terminara o segundo, com dois erros seguidos da recepção brasileira. Em duas jogadas de Fabiana, a segunda num bloqueio, pôs tudo igual no marcador: 2 a 2. O Brasil entrou na partida e virou para 4 a 3. O saque e o bloqueio brasileiro melhoraram muito e a equipe foi para a primeira parada técnica do set com 8 a 5. Na volta Thaisa bloqueou duas vezes seguidas, e a seleção brasileira foi a 10 a 5. Finalmente as brasileiras passaram a dar o show que haviam apresentado na véspera, contra a Alemanha, e abriram oito pontos de vantagem (13 a 5), quando o técnico holandês pediu tempo.

A Holanda voltou melhor e o Brasil se mostrou novamente apático. Assim, as holandesas fizeram quatro pontos seguidos, o que fez Zé Roberto pedir tempo. Na volta Sheilla errou um ataque de fundo de quadra e a Holanda fez mais um, logo depois outro ponto, e o jogo, que estava fácil, ficou complicado: 13 a 11. Mas aí apareceu Thaisa com dois pontos seguidos para o Brasil. Logo depois, em um bom bloqueio, as brasileiras foram para a segunda parada com 16 a 11.

A seleção continuou bem e abriu para 18 a 12. Sassá, que entrara no lugar de Natália no primeiro set, atuava bem, e dos seus saques o Brasil chegou a 22 a 14. Fabi errou duas recepções, a segunda após uma reclamação de Mari contra a arbitragem que deu fora um ataque seu, e Zé Roberto pediu tempo para acalmar seu time. Deu certo e o Brasil fechou em 25 a 20, após uma cortada de Mari em diagonal da entrada de rede.

Quarto set: depois de um início complicado, Brasil sobra em quadra

A seleção brasileira iniciou bem o quarto set, mas logo a recepção começou a falhar e a Holanda virou para 4 a 2. Apesar de errar muito, o Brasil voltou ao jogo, e com um belo saque de Fabiana, o jogo ficou empatado em 7 a 7. Logo depois, as holandesas erraram e o Brasil foi para a primeira parada técnica com vantagem: 8 a 7.

Na volta, com destaque para Fabiana e Thaisa, a vantagem brasileira foi aumentando e chegou a 11 a 7. O jogo passou a ficar mais tranquilo e o Brasil foi para a segunda parada com 16 a 9. Na volta o ritmo foi mantido e a seleção brasileira caminhou tranquilamente para a vitória depois de uma atuação irregular, mas superior à da adversária. E curiosamente o último ponto veio com Natália, que desta vez não atuou bem, e ficou a maior parte do jogo no banco: 25 a 16.

Times:
BRASIL - Dani Lins, Fabiana, Thaisa, Mari, Natália e Sheilla. Líbero: Fabi. Entraram: Sassá, Ana Tiemi, Joyce e Regiane.
HOLANDA - Kim Staelens, Manon Flier, Francien Huurman, Chaïne Staelens, Ingrid Visser e Debby Stam. Líbero: Janneke van Tienen. Entraram: Maret Grothues e Caroline Wensink.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...GRAND+PRIX.html


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 22 2009, 09:28 AM
Post #6





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Rússia derrota a Alemanha de virada e mantém chances de título no Grand Prix

Com uma derrota na fase final, russas precisam torcer contra o Brasil

A Alemanha chegou a dar um susto, mas a seleção feminina da Rússia conseguiu virar o jogo e vencer por 3 sets a 1 (16/25, 25/21, 25/23 e 25/20), na madrugada deste sábado (no horário de Brasília), pela quarta rodada da fase final do Grand Prix, em Tóquio. A vitória manteve as chances das russas de serem campeãs e evitou que as brasileiras conquistassem, com uma rodada de antecipação, o octacampeonato.

Matematicamente, Brasil e Rússia são as únicas equipes com chances de conquista. A seleção brasileira, porém, tem a vantagem de 32 pontos sobre as russas, vice-líderes na classificação geral. Para a Rússia, será preciso vencer a Holanda por uma grande margem de pontos e depois torcer para que o Brasil perca por muita diferença para o Japão. Só assim, poderá tentar o título nos critérios de desempate. Os jogos decisivos acontecem neste domingo, a partir das 1h30m (de Brasília), com transmissão do SporTV.


Tatiana Kosheleva, da seleção russa, ataca para cima do bloqueio da Alemanha

Fonte: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Not...6-15080,00.html


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 22 2009, 06:27 PM
Post #7





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Sofrimento vai durar até o último segundo, diz Zé Roberto

Nem mesmo a vantagem de um set e nove pontos sobre a Rússia, única adversária direta do Brasil na luta pelo título do Grand Prix feminino de vôlei, deixa o técnico José Roberto Guimarães mais tranqüilo. “Matematicamente tudo pode acontecer. Nada é fácil para nós. O sofrimento vai até o último segundo”, ressalta o treinador bicampeão olímpico. A seleção brasileira, única invicta na competição, enfrentará o Japão na última rodada, neste DOMINGO (23.08), a partir das 7h07 (horário de Brasília). Às 3h37, a Rússia jogará contra a Holanda, e dependendo deste resultado, o Brasil poderá entrar em quadra com o título assegurado.

Apesar da vitória sobre a Holanda, Zé Roberto não gostou da atuação da equipe brasileira. “Foi um jogo muito complicado. O time não entrou com a mesma concentração da partida contra a Alemanha. E sempre que entrarmos assim, vai acontecer o que aconteceu. Não merecíamos ter vencido o primeiro set. Ganhamos em cima dos erros da Holanda. Nosso bloqueio foi que fez a diferença. Podíamos ter perdido o jogo, e aí a situação ficaria complicada”, afirmou Zé Roberto.

O técnico brasileiro destacou o desempenho de Sassá, que entrou durante o jogo no lugar de Natália. “A Sassá foi fundamental. Ela conseguiu estabilizar mais o time”.

Fonte: http://www.cbv.com.br/cbv2008/noticias.asp?IdNot=12032


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 22 2009, 06:44 PM
Post #8





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



China conquista primeira vitória na fase final

A seleção chinesa de vôlei finalmente conseguiu seu primeiro triunfo na fase final do Grand Prix. Na manhã deste sábado, o time campeão olímpico em Atenas bateu o Japão por 3 sets a 0, com parciais de 25/20, 25/23 e 25/17.

Com má campanha na disputa em Tóquio, as duas equipes entraram em quadra sem chances de título, ocupando as duas últimas posições da tabela. O jogo, entretanto, foi bastante movimentado devido à rivalidade entre os dois países.

Renovada, a China teve em Juan Li a maior pontuadora da partida, com 14 acertos. Neste domingo, às 7h07 (horário de Brasília), o Japão encara o Brasil - uma vitória dá à seleção verde-amarelo o oitavo título no torneio.

Fonte: http://esportes.terra.com.br/interna/0,,OI...fase+final.html


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 22 2009, 08:03 PM
Post #9





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Classificação:



--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 23 2009, 07:14 AM
Post #10





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Rússia vence Holanda e obriga Brasil a vencer para levar Grand Prix

A seleção russa feminina de vôlei venceu a da Holanda por 3 sets a 0, parciais de 25-20, 25-23 e 25-21, no penúltimo confronto do Grand Prix, que tem sua fase final este ano disputada no Ginásio Metropolitano de Tóquio.

A vitória obriga agora a seleção brasileira a vencer seu último jogo na competição para ficar com o título.

O Brasil entra em quadra às 7h07 de Brasília este domingo para enfrentar o Japão.

Esta pode ser a oitava conquista de nossa seleção no Grand Prix, título que já obteve em 1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006 e 2008, ampliando assim o domínio como maior vencedora do torneio.

Caso confirmado, o Grand Prix será a segunda conquista do vôlei brasileiro nos últimos dias. Na sexta-feira, a seleção masculina venceu a Argentina e se sagrou campeã do Campeonato Sul-Americano, disputado na Colômbia.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/ultimas/efe/2009...777u111277.jhtm


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 23 2009, 10:20 AM
Post #11





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Um ano após o ouro olímpico, Brasil bate Japão e fatura seu 8º Grand Prix

Em apenas um mês, dois octacampeonatos, provando a hegemonia do Brasil no vôlei mundial. Se no fim de julho a seleção masculina ficou com seu oitavo título da Liga Mundial, as garotas "responderam" à altura. Neste domingo, no último dia da fase final do Grand Prix, o time comandado por José Roberto Guimarães teve dificuldades, mas fez seu dever de casa. Precisando apenas vencer o Japão, equipe da casa, em Tóquio, as brasileiras cederam um set, mas faturaram o octacampeonato da competição por 3 sets a 1, justamente um ano após o ouro olímpico.

Com parciais de 25-21, 25-27, 25-19 e 25-19, as brasileiras aumentaram ainda mais o seu domínio no feminino, levantando a taça pela segunda vez seguida - além deste ano, o Brasil venceu em 1994, 1996, 1998, de 2004 a 2006 e em 2008. Entre os homens, na Liga, Brasil e Itália têm oito títulos. No feminino, a seleção verde-amarela ampliou a vantagem para a Rússia, que venceu apenas três vezes o Grand Prix.

Mas a conquista veio sob bastante pressão, apesar da vantagem na tabela. O Brasil só perderia o título em caso de derrota por larga margem e com uma vitória da Rússia na partida anterior. As russas fizeram o seu papel, batendo a Holanda por 3 sets a 0. Ainda assim, apenas com um atropelo por parte das japonesas o título iria para as mãos das europeias, pela vantagem brasileira no ponto average, primeiro critério de desvantagem.

Apesar da dificuldade, tudo se encaminhou bem para o Brasil. A conquista veio exatamente um ano depois do título olímpico, em Pequim. Sem jogadoras como Paula Pequeno e a levantadora Fofão, a seleção coroou um ano de glória. Além do ouro, as brasileiras levantaram taças como a da Copa Pan-Americana, do Montreux Volley Masters e do torneio classificatório para o Mundial de 2010.

O jogo
O Japão, tentando a sua segunda vitória na fase final, usou a torcida e a velocidade para pressionar nos primeiros pontos, com bons saques. A princípio deu certo e as donas da casa abriram 8-5, deixando a responsabilidade na mão das então heptacampeãs após a primeira parada técnica. O Brasil seguiu sem conseguir ditar ritmo e o Japão abriu ainda mais.

Sem a recepção funcionar, Mari e Sheilla passaram a compensar no bloqueio, mas também não conseguiram tirar a distância de quatro pontos que as japonesas abriram à frente. Com Sassá em quadra, alteração que funcionou no dia anterior, contra a Holanda, a qualidade no saque brasileiro aumentou. Mari foi responsável pelo empate, em seu terceiro ponto de bloqueio, com 19-19.

Daí em diante, a superioridade brasileira voltou a aparecer. Mostrando mais garra, a defesa teve eficiência, assim como a recepção, e o Brasil pôde fechar com 25-21. O destaque foi a atuação de Mari, que chamou a responsabilidade para marcar a virada verde-amarela. Além disso, Sheilla fez seis pontos, sendo cinco no ataque.

A segunda parcial em Tóquio mais uma vez manteve o equilíbrio, com as japonesas superando as atuações das partidas anteriores, nas quais tinham perdido todos os quatro jogos. O time da casa saiu na frente e chegou a ter três pontos à frente no marcador. Após o primeiro tempo técnico, o Brasil conseguiu mostrar maior ofensividade para virar e abrir 10-8, contando também com os bloqueios de Fabiana.

O momento de facilidade durou pouco, porque as japonesas reagiram e viraram em 16-15, em mais um momento em que o Brasil perdeu a concentração. Após a bronca de Zé Roberto em pedido de tempo, a seleção empatou mais uma vez. Desta vez, a experiência brasileira não surtiu efeito. Zé Roberto tentou mexer no time, que fez 24-24, mas o Japão empatou a partida em 1 set a 1. Uma recepção muito ruim do time brasileiro definiu o placar.

O mesmo filme dos dois primeiros sets se repetiu no terceiro, com o Japão passando à frente e chegando ao primeiro tempo técnico na dianteira, com 8-5. Novamente, a virada veio no meio do set, com o Brasil passando à frente em 13-12, com o bloqueio funcionando. Bastou administrar a vantagem para, num saque para fora de Kano, a seleção passar mais uma vez à frente, em 2 a 1.

Para o quarto set, Mari foi para o banco de reservas e Zé Roberto iniciou com Natália em quadra. A troca deu certo e, pela primeira vez na partida, o Brasil começou um set com folga no placar, chegando a abrir 9-3. A partir daí, era questão de tempo para o octacampeonato e para a festa. A seleção se manteve à frente e fechou a vitória com Sassá.

A campanha

A seleção brasileira teve uma campanha perfeita no Grand Prix. Apesar de dificuldades em algumas das partidas, o time de José Roberto Guimarães encerrou sua participação de forma invicta, com cinco vitórias na fase final, além dos nove triunfos na fase de classificação.

No primeiro momento, o Brasil estreou em casa, jogando no Rio, e venceu Porto Rico, Alemanha e Estados Unidos sem ceder sets. Em seguida, em Macau, bateu Tailândia, Polônia e a China - esta por 3 a 2. A terceira semana da primeira fase viu o Brasil triunfar contra Japão (vitória também de 3 a 1), Alemanha e Coreia do Sul.

Nas finais, disputadas em Tóquio, capital japonesa, as brasileiras tiveram seu momento fundamental na estreia, ao vencer a Rússia por 3 a 2, salvando inclusive dois match-points. Depois, o caminho foi mais simples, com triunfos por 3 a 0 contra China e Alemanha. Apesar da partida irregular contra a Holanda, vencida por 3 a 1, o time chegou ao jogo contra o Japão precisando apenas vencer para conquistar o Grand Prix.

Além do feminino, o Brasil comemorou um título entre os homens nos últimos dias. Na noite de sexta-feira, a equipe comandada por Bernardinho virou partida contra a Argentina e levantou a taça do Sul-Americano.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas/20...t4367u3491.jhtm


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 23 2009, 11:15 AM
Post #12





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299






































--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 23 2009, 11:25 AM
Post #13





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Sheilla é eleita a melhor jogadora do GP; Fabiana também fatura prêmio



Como era esperado, a oposta brasileira Sheilla foi eleita a melhor jogadora do Grand Prix 2009, ficando como a MVP da competição. Neste domingo, em Tóquio (JAP), o Brasil fechou sua participação com vitória sobre as donas da casa e faturou o octacampeonato do torneio, no qual é o maior vencedor.

Sheilla teve uma participação fundamental para o Brasil durante a competição e liderou o ataque brasileiro na maior parte das partidas. Apesar de não acabar como a maior pontuadora da competição, teve o trabalho reconhecido após 14 vitórias brasileiras - a seleção fechou a competição de forma invicta tanto na fase preliminar quanto nas finais do Japão.

"O Japão era o time da casa e estava com toda a sua torcida. Tivemos momentos muito duros nos dois primeiros sets, nos sentimos cansadas", afirmou ela, após maratona de jogos em Tóquio, pela fase final. "No entanto, a Sassá nos deu apoio e todas merecem esta medalha de ouro."

Além dela, o outro prêmio que terminou nas mãos das brasileiras foi o de melhor bloqueadora. A honra foi da meio-de-rede Fabiana, que fechou a rede brasileira e teve trabalho muito importante no triunfo por 3 a 1 contra o Japão neste domingo.

Fabiana foi responsável por cinco pontos de bloqueio contra as japonesas. Foi com este fundamento que o Brasil conseguiu viradas importantes no primeiro e no terceiro sets, após começar perdendo. Mari também teve participação destacada com três pontos - todos nos primeiro set -, assim como Thaísa, com quatro.

Dani Lins também comentou a partida e destacou a força das japonesas, que só haviam vencido um jogo na fase decisiva. "Saberíamos que seria uma partida complicada, porque o Japão é um time diferente dos outros, principalmente no saque e no bloqueio", disse a levantadora. "Estou realmente feliz com esta medalha de ouro."

Fonte: http://esporte.uol.com.br/volei/ultimas/20...t4367u3494.jhtm


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 23 2009, 12:04 PM
Post #14





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Classificação



Este post foi editado por Oceanus: Aug 23 2009, 12:11 PM


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post
Oceanus
post Aug 24 2009, 12:15 AM
Post #15





Grupo: Members
Posts: 17172
Registrado: 19/11/2006
Membro N°: 23299



Equipe chegou no limite, diz Zé Roberto

TÓQUIO, 23.08.09 – Dos oito títulos do Brasil no Grand Prix, cinco foram conquistados sob o comando do técnico José Roberto Guimarães. Esta 17ª edição do campeonato foi marcada por uma série de viagens cansativas. Além do desgaste, a alimentação também foi um problema, especialmente, na Coréia do Sul. “A equipe chegou nesta última partida no limite”, admitiu o treinador bicampeão olímpico.

“Esse foi um Grand Prix dos mais difíceis, pelas viagens extremamente cansativas, e a equipe chegou no limite. Com muita perseverança e persistência elas conseguiram jogar em alto nível. O campeonato mostrou que tudo funciona quando o grupo joga bem. As que vieram do banco ajudaram o time, e foi assim o tempo todo: uma ajudando a outra. Elas são amigas entre elas, e se ajudam dentro de quadra. É bacana participar de um trabalho com este grupo”. Ressaltou Zé Roberto.

“A partir das dificuldades é que elas vão entender que precisam treinar muito e que têm sempre que estar em forma. O importante desse Grand Prix foi viver esses momentos de dificuldades”, completou o treinador brasileiro.

O Brasil foi o único time invicto neste Grand Prix. Nesta reta final do campeonato, a seleção brasileira teve de passar pela Rússia, China, Alemanha, Holanda e Japão. “O jogo contra as russas foi um marco porque foi uma virada (estava perdendo o quinto set por 12/10 e venceu por 16/14), mas enfrentar a Holanda foi difícil, e o Japão, também”, concluiu Zé Roberto.

Fonte: http://www.cbv.com.br/cbv2008/noticias.asp?IdNot=12038


--------------------
Go to the top of the page
 
+Quote Post

Reply to this topicStart new topic
1 usuário(s) está(ão) lendo este tópico (1 visitantes e 0 usuários anônimos)
0 membros:

 

Modos de Exibição: Mudar para: Padrão · Linear+ · Mudar para: Outline


Versão Simples Horário: 20th May 2013 - 04:12 PM